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Mercado

Com Hofbräu, Brasil consolida tendência de “nacionalizar” rótulos estrangeiros

Debora Pivotto
Por Debora Pivotto
2 de setembro de 2025
Atualizado em: 5 de setembro de 2025
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    Além da Munich Helles, a Hofbräu Hefe-Weissbier também passa a ser fabricada nacionalmente — um marco histórico, já que é a primeira vez que ela é feita com finalidade de distribuição fora de seu país de origem (Crédito: Bier & Wein / Divulgação)
    Além da Munich Helles, a Hofbräu Hefe-Weissbier também passa a ser fabricada nacionalmente — um marco histórico, já que é a primeira vez que ela é feita com finalidade de distribuição fora de seu país de origem (Crédito: Bier & Wein / Divulgação)

    A importadora Bier & Wein vai iniciar em setembro a produção no Brasil de dois rótulos da Hofbräu (HB), uma das cervejarias mais tradicionais da Baviera, na Alemanha. Além da Munich Helles, a Weissbier também passa a ser fabricada nacionalmente — um marco histórico, já que é a primeira vez que ela é feita com finalidade de distribuição fora de seu país de origem. Com isso, a HB se torna mais uma das marcas estrangeiras que nos últimos anos começaram importadas e depois passaram a ser feitas por aqui. Brooklyn, Ballast Point e até Blue Moon já seguiram esse mesmo caminho. O modelo traz muitas vantagens e tem se firmado alternativa à importação, que sempre foi complexa em nosso país e se tornou muito cara com a desvalorização da moeda brasileira.  Nos últimos dez anos, o Real acumula perda de mais de 80% do valor frente ao dólar americano.

    Segundo adiantou a assessoria de imprensa da Bier & Wein ao Guia da Cerveja, os rótulos serão produzidos em duas cervejarias diferentes do interior de São Paulo a partir deste mês de setembro. E essa nacionalização coloca o Brasil como protagonista num projeto de expansão internacional da Hofbräu. “O que convenceu os alemães da HB a escolher o Brasil foi a força do nosso mercado. Somos o terceiro maior consumidor de cerveja do mundo, e temos know-how acumulado em mais de 30 anos como importador e fabricante”, explica Marcelo Stein, sócio da Bier & Wein.

    >>> Leia também: Impacto de tarifaço de Trump deve ser mínimo na cerveja brasileira

    A fabricação local será realizada sob licença e supervisão de mestres cervejeiros de Munique. A receita seguirá os padrões originais da Hofbräu, com algumas adaptações. “Os únicos ingredientes nacionais serão o malte Pilsen e a água. Já os maltes especiais, lúpulos e a levedura continuarão sendo importados. No caso da Weiss, vamos contratar uma empresa especializada para manter e propagar a levedura aqui no Brasil”, detalha Stein.

    Hofbräu e as vantagens de nacionalizar a produção

    A iniciativa da HB segue um movimento de nacionalização da produção que já vem sendo adotado por outras marcas. Brooklyn Brewery, Ballast Point e Blue Moon, por exemplo, já possuem produção local de rótulos que antes eram importados. Algumas das principais vantagens da fabricação local são a garantia de mais frescor do produto, além de maior competitividade e disponibilidade no mercado brasileiro.

    Marcelo Stein, sócio da Bier & Wein, explica que know-how em importação e produção da empresa foi fundamental para atrair atenção da cervejaria alemã para o Brasil (Crédito: Bier & Wein / Divulgação)
    Marcelo Stein, sócio da Bier & Wein, explica que know-how em importação e produção da empresa foi fundamental para atrair atenção da cervejaria alemã para o Brasil (Crédito: Bier & Wein / Divulgação)

    Para os consumidores, a principal mudança é sentida no bolso. No caso da HB, por exemplo, sem as taxas de importação e custos logísticos, a expectativa é de uma redução em torno de 20% no valor final do produto. Além disso, a cerveja chegará mais fresca e estará muito mais disponível nas prateleiras dos supermercados e bares. “A produção local vai permitir abastecer o Brasil de forma mais contínua, em muito mais pontos de venda”, reforça Stein.

    A qualidade da cerveja foi o que fez a Brooklyn optar por uma produção nacional. A marca americana, que é uma das principais artesanais do mundo, está sendo produzida pela cervejaria curitibana Maniacs no Brasil desde 2018. Recentemente, a cervejaria publicou um vídeo do Garrett Oliver, mestre cervejeiro da marca e autor do guia Oxford da cerveja, contando da dificuldade que era exportar as cervejas para o Brasil sem perder qualidade. “Enviávamos as cervejas de Nova York de navio num trajeto que era todo ensolarado, então, às vezes, a cerveja chegava meio cozida. A gente colocava a melhor refrigeração, mas ela não chegava aqui na sua melhor forma. Então, é ótimo que a Maniacs esteja fabricando no Brasil porque ela fica muito mais fresca”. 

    A presença de marcas internacionais de referência também causa um ganho de marketing para quem produz. Em junho de 2024, foi a vez da californiana Ballast Point iniciar a sua produção nacional, em parceria com a cervejaria Stadt Jever, de Belo Horizonte (MG). Para o mestre cervejeiro mineiro e fundador da marca, Miguel Carneiro, a permissão para fabricação do rótulo americano em sua cervejaria foi motivo de grande prestígio. “Para mim foi um sonho porque a primeira cervejaria que quis visitar quando estive na Califórnia em 2013 foi a Ballast Point”, disse Miguel à jornalista Fabiana Arreguy no programa Sextou Happy Hour da Rádio CDL FM de Belo Horizonte na época do anúncio da produção local. Os primeiros lotes se esgotaram rapidamente. 

    Brooklyn Lager foi o primeiro rótulo da cervejaria norte-americana a ser fabricado no Brasil (Crédito: Maniacs / Divulgação)
    Brooklyn Lager foi o primeiro rótulo da cervejaria norte-americana a ser fabricado no Brasil (Crédito: Maniacs / Divulgação)

    A prática é até mais antiga entre os gigantes do mercado cervejeiro, que chegam a importar rótulos do seu portfólio internacional e depois produzem localmente. É o caso, por exemplo, da Hoegaarden, da Ambev. E para mencionar um caso recente, o Grupo HEINEKEN optou por produzir nacionalmente a Blue Moon em 2022, que chegou a ser importada pela imprensa em 2021 e, antes disso, pela importadora Interfood desde 2019. 

    Outra marca internacional produzia em Terras Tupiniquis é a cerveja alemã Weltenburger, uma das mais antigas do mundo. No entanto, diferente das demais mencionadas, começou a ser vendida no Brasil em 2010 e teve sua produção nacionalizada desde o início. Trazida pelo Grupo Petrópolis — dono das marcas Crystal, Itaipava e Petra —, ela é produzida na fábrica de Teresópolis (RJ), utilizando as mesmas receitas e matéria-prima do mosteiro. 

    “No Brasil, todas as cervejas da linha Weltenburger utilizam o mesmo malte importado da Alemanha, usado no mosteiro da Baviera. Além da clássica Anno 1050 (uma Lager alemã do estilo Märzenbier), produzimos também a Barock Dunkel (uma das mais antigas cervejas puro malte escuras do mundo), a Kloster Hefe-Weissbier Dunkel (cerveja escura de trigo, preparada conforme a antiga tradição das cervejas de trigo da Baviera) e a Urtyp Hell (puro malte tipo Pilsen de baixa fermentação)”, afirma o Grupo Petrópolis em seu site oficial.

    Para Stein, a produção local de cervejas internacionais, além de democratizar o acesso ao produto, traz um ganho cultural importante. “Há 25 anos, a Bier & Wein introduziu a categoria Weissbier no Brasil e ajudou a transformar o paladar do consumidor. Agora, com a Hofbräu nacionalizada, damos um passo a mais para aproximar a tradição de Munique do público brasileiro”.

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      Debora Pivotto
      Debora Pivotto
      Formada na Cásper Líbero, foi repórter do Guia do Estadão, produtora na TV Globo SP, além de ter colaborado com veículos como Veja São Paulo, Superinteressante, Capricho, entre outras revistas. Apaixonada por autoconhecimento e comunicação, também atua como psicoterapeuta.
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