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Internacional

Os desafios das artesanais na Bolívia, onde a cerveja não é a bebida ‘do povo’

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
30 de junho de 2021
Atualizado em: 1 de julho de 2021
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    Empreender em um país onde a cerveja não é vista como a “bebida do povo”. O desafio une, na Bolívia, Stefano Coutand, Mario Rioja e Roberto Unterladstaetter. São eles, que se conhecem desde os tempos de colegial, os sócios que administram a Cerveza Madera, de Santa Cruz de la Sierra e uma das marcas artesanais do país.

    O ainda diminuto mercado na Bolívia reflete, também, o espaço modesto ocupado pela cerveja por lá. Estudos recentes, afinal, apontam o consumo de apenas 34 litros per capita por ano, o que deixa a nação entre as últimas colocadas no ranking cervejeiro da América Latina.

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    A Bolívia, porém, tem as suas referências quando o tema é cerveja, sendo a principal a Paceña e seu rótulo vermelho. Dominante, a marca foi uma das atingidas no país por fatores alheios ao segmento nos últimos meses. Um deles é a valorização do boliviano, o que abriu espaço para a concorrência de cervejas da Argentina e do Brasil.

    O outro e principal, como em qualquer país do mundo desde março de 2020, é a pandemia do coronavírus. Como explica o gerente-geral da Cerveza Madera, Stefano Coutand, a cerveja na Bolívia é muito associada a eventos, sendo raramente consumida nas residências.

    “Aqui se pensa que se bebe mais cerveja do que em outros países, mas aqui ela está associada ao consumo em festas, nunca em casa. Isso explica a razão para o setor ter sofrido tanto na pandemia, especialmente as maiores cervejarias. A Bolívia perdeu 25% de suas vendas, muito porque as pessoas não estão acostumadas a beber em casa”, relata Stefano.

    Esse desafio do hábito não é o único para as cervejarias na Bolívia. Por lá, há ao menos duas bebidas que têm mais espaço no gosto popular: a chicha, uma bebida fermentada à base de milho produzida pelos povos indígenas desde o Império Inca, e a singani, uma aguardente destilada de uvas. E ainda é preciso enfrentar a concorrência do vinho e do uísque.

    “A cerveja é cara, não é a bebida do povo. Há outras bebidas muito mais baratas, como a chicha. A Paceña, a mais vendida, custa entre 8 e 10 bolivianos (entre R$ 6,50 e R$ 7,25, aproximadamente). E a cerveja acaba sendo considerada uma bebida de status”, explica Roberto Unterladstaetter, responsável pela comunicação e branding da Cerveza Madera.

    Mas, sem temer os desafios, Stefano, Mario e Roberto se uniram em 2017 para criar a marca. Só que para encarar o desafio de atuar em um segmento tão novo na Bolívia como o das cervejas artesanais, eles não se resumiram a esse empreendimento. E criaram o Patio Madera, um bar em Santa Cruz de la Sierra, que agora já tem a segunda unidade.

    “Surgimos como um bar em Santa Cruz de la Sierra, expandimos e ano passado mudamos para as garrafas, durante a primeira onda da pandemia, mais por uma necessidade. Tivemos que improvisar”, relembra Stefano, destacando que a tentativa de entrar nas residências vem se dando através dos growlers.

    O movimento na Bolívia
    Como foi fundada em 2017, a Cerveza Madera faz parte do começo de um movimento “craft” no setor cervejeiro da Bolívia. Seus sócios estimam a existência de até 60 marcas artesanais no país, mas a maior parte com produção irrelevante. Eles apontam que 20 delas se concentram em Santa Cruz de la Sierra, mas destacam que apenas cinco estão presentes, de fato, no mercado.

    Hoje a Cerveza Madera tem um portfólio fixo de seis cervejas. Para se destacarem, realizaram a aposta em sabores e estilos “balanceados”, como definido por eles, como Gose e Sour. Além disso, no verão, produzem uma sazonal que leva o achachairu, uma fruta endêmica, típica da sua região.


    São os resultados da iniciativa surgida em 2017, com os sócios reconhecendo que escolheram um atalho, pois ter um bar não era o objetivo, mas foi o meio alcançado para que eles viabilizassem a Cerveza Madera.

    Não queríamos abrir um bar, mas uma cervejaria. Mas foi a forma que fizemos para viver da atividade, chegando no consumidor final. Na Bolívia, não basta abrir uma cervejaria e colocá-la no supermercado. Depois, conseguimos abrir um segundo bar, em um shopping. E começamos a ter um nome

    Stefano Coutand, gerente-geral da Cerveza Madera

    O empreendimento do trio vem dando certo, tanto que recentemente eles foram capitalizados. Com um aporte financeiro de investidores, aproveitaram uma nova onda de contaminações pelo coronavírus para fechar a fábrica e realizar obras de expansão. E isso permitirá o aumento da fabricação de 5 mil para 15 mil litros por mês.

    A ampliação da produção faz a Cerveza Madera mirar novos mercados. Hoje presente em Santa Cruz de la Sierra e La Paz, pretende entrar em Sucre e Potosí, assim como em Cochabamba. E os sócios garantem que a esperança é de ajudar a ampliar o mercado de cerveja artesanal na Bolívia, crescendo junto.

    “Hoje começam a aparecer mais marcas, com cervejas de qualidade variada. Em até 3 anos, teremos um panorama mais interessante. Existe o potencial. O consumo per capita é tão baixo que podemos romper isso, com um crescimento mais sustentável do que apenas um boom”, conclui Stefano.

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