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Consumidor

Entrevista: A incrível raiz africana da Otim’Bé, a cerveja de Ya e Lumumba

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
20 de setembro de 2018
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    otim'bé
    otim'bé

    Toda a monumental ancestralidade da cultura africana metonimizada em uma garrafa de cerveja. Essa é, em linhas gerais, a ideia central da Otim’Bé, uma cerveja produzida na histórica São Luís do Paraitinga que chegou nos últimos meses ao mercado brasileiro.

    Por trás da cerveja, figuras não menos históricas: Benedito Luiz Amauro, o Mestre Lumumba, poeta, compositor e mobilizador cultural que, há décadas, vem fazendo um precioso trabalho de divulgação da tradição afro-brasileira; e sua esposa Ya, a Yalorixá Nadya Sant’Anna.

    Integrante do Grupo de Teatro Evolução, um marco na história do movimento negro brasileiro, e reverenciado como um dos precursores do reggae nacional, Mestre Lumumba fundou com Ya um terreiro de candomblé em São Luiz do Paraitinga em 1987, a Comunidade Cultural Religiosa de Matriz Africana Ilê Asè Omò Ayé.

    De lá, do sítio que abriga a comunidade, veio a semente da cerveja. E, depois de mais de 30 anos, Mestre Lumumba e Ya consolidaram o projeto, apresentando uma bebida que representa a cultura afro-brasileira.

    Para conhecer mais sobre a histórica Otim’Bé, o Guia da Cerveja conversou com Vera Ventura, coordenadora de produção, e Marcelo Azevedo, engenheiro de alimentos e responsável técnico.

    Confira, a seguir, a entrevista completa com Vera Ventura e Marcelo Azevedo.

    Como surgiu a ideia de lançar a Otim’Bé?
    A ideia de produzir uma cerveja de forma autônoma surgiu com o início da formação do Ilê Asè Omò Ayé, há mais de 30 anos com Mestre Lumumba e Ya. A realização desse sonho se deu com a produção artesanal de cerveja nas instalações do sítio em São Luís do Paraitinga (SLP), onde nasce a água que proporciona a alta qualidade sensorial do produto final. O lançamento da Otim’Bé (cerveja em Ioruba) é a apresentação e o compartilhamento da concretização desse sonho.

    Quem faz parte da cervejaria e como foi o processo de produção?
    Todos que fazem parte de nossa Egrégora, de alguma forma, fazem parte da Otim’Bé, ao contribuir com a cervejaria desde a produção de matérias primas até a coordenação do projeto. O leme da Cervejaria Otim’Bé é conduzido por Mestre Lumumba e Ya (direção), Vera Ventura (coordenadora de produção) e Marcelo Azevedo (engenheiro de alimentos – responsável técnico).

    Quais as características da cerveja, o volume de produção, etc.?
    A produção da cerveja é realizada na cozinha industrial pelas mãos de Vera Ventura sob supervisão de Marcelo Azevedo. O processo produtivo conta com maltes e lúpulos de alta qualidade, mel extraído por famílias parceiras da região e com as águas que brotam dos seios das montanhas da zona rural de SLP. A qualidade de todo o processo produtivo garante o sabor característico e peculiar da Otim’Bé em suas duas versões, a Honey Pale Ale e a Black Honey Pale Ale. De sabor levemente adocicado e crítico, leve em sua versão clara e encorpada com tons biscuit quando escura, a Otim’Bé leva ao consumidor a explosão de sentidos de satisfações. Produzida de maneira artesanal, tem uma produção mensal atual de 500 litros.

    Como as características da cerveja estão interligadas à cultura afro-brasileira?
    A cerveja, por si só, já faz parte da vida do povo brasileiro, incluindo a cultura afro-brasileira, em que em certos momentos de sua vivência consome-se cerveja. Nada mais justo que oferecer uma cerveja não só “tomável”, mas feita pelos próprios afro-brasileiros de forma autônoma.

    É possível estabelecer uma relação entre cerveja e cultura afro-brasileira? E qual a importância da Otim’Bé nesse contexto?
    Ao integrar os membros de nossa comunidade, se utilizando de formas integradas de produção e auto sustento tribal, resgatamos a ancestralidade dos povos originários da América fundidos à cultura e modos de vida africanos, transmitida por gerações, tendo como resultado um produto que consideramos parte de nossa cultura afro-brasileira.

    Quais os planos futuros relacionados à Otim’Bé?
    Preocupada com a geração de renda, integração social e ambiental de nossa Egrégora e suas gerações futuras, a Otim’Bé se consolida como uma experiência viável e alternativa ao sistema econômico vigente. Por esse motivo o crescimento da cervejaria é necessário para cumprir de forma eficiente sua missão ao ser modelo econômico de vida que nos leve a liberdade, autonomia e felicidade.

    • Tags
    • ancestralidade
    • artesanais
    • cultura
    • cultura afro-brasileira
    • mestre lumumba
    • Otim'Bé
    • São Luiz do Paraitinga
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      1 COMENTÁRIO

      1. ESMERALDA DUARTE FERNANDES ESMERALDA DUARTE FERNANDES 7 de agosto de 2019 No 02:38

        Experimentei a cerveja Otim Né no Quilombo, Paraty, adorei. Podem informar onde posso comprar?

        Responder

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