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Internacional

Beber demais — ou nada — pode elevar risco de infecção bacteriana, indica estudo

Élida Oliveira
Por Élida Oliveira
11 de novembro de 2025
Atualizado em: 13 de novembro de 2025
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    De acordo com a pesquisa, risco de infecção bacateriana obedeceria uma curva em
    De acordo com a pesquisa, risco de infecção bacateriana obedeceria uma curva em "J" (Crédito: Elevate / Pexels)

    Nem muito, nem pouco. Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Uppsala, na Suécia, encontrou uma relação curiosa entre o consumo de álcool e infecção bacteriana. Feito com mais de 58 mil pessoas e publicado na revista Scientific Reports — mesmo grupo editorial da revista Nature, uma das mais respeitadas publicações científicas do mundo —, ele mostra que tanto o consumo exagerado quanto o muito baixo podem ser associados a uma maior probabilidade de risco de desse tipo de doença. Enquanto o consumo moderado “não foi associado à infecção”.

    Para ilustrar a questão, a pesquisa usa a descrição de uma curva em “J”, que mostra risco aumentado nos extremos. O artigo afirma também que os resultados, se replicados, sugerem que a redução do consumo de álcool pode diminuir a mortalidade por infecções bacterianas.

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    Os pesquisadores fizeram o estudo sobre álcool e saúde com 58.078 participantes ao longo de 23 anos. Durante este período, 23.035 foram diagnosticados com infecção e 4.030 morreram por causas associadas à infecção.

    Como foi feita a pesquisa sobre infecção bacteriana

    A pesquisa se propôs a investigar a associação entre o consumo de álcool e o risco de infecção bacteriana, e também quis definir qual era a dose de álcool necessária para o corpo desencadear alguma reação (dose-resposta).

    Isso porque, segundo os pesquisadores, há um consenso de que o abuso de álcool é um fator que prejudica a imunidade e pode aumentar o risco de alguém desenvolver e até morrer por infecções bacterianas graves, como a sepse (infecção generalizada). Mas a análise do consumo moderado não está contemplada na maioria das pesquisas. O objetivo, então, era cobrir todos os níveis de doses e as respostas do organismo.

    No início da pesquisa, em 1997, os pesquisadores pediram que os participantes respondessem a um questionário sobre estilo de vida. Desde então, eles acompanharam a saúde dessas pessoas por meio de informações de saúde disponíveis em registros nacionais. A idade mediana no início da pesquisa era de 59 anos, e 39,6% eram mulheres.

    “Em comparação ao consumo de 5 a 10 g de álcool por dia, o consumo menor de 0,5 g/dia e o consumo maior de 30 g/dia foram ambos associados a um risco maior de adquirir infecção, internação em UTI e óbito por infecção, enquanto o consumo de álcool entre 5 e 30 g/dia não apresentou associação com a aquisição de infecção, internação em UTI ou óbito por infecção”, afirmam.

    No artigo, os autores deixam claro que se trata de um estudo observacional e, portanto, não permite inferir causalidade. Ou seja, não é possível afirmar categoricamente que o consumo moderado diminui o risco de infecções.

    O que é consumo moderado de álcool?

    Não há um consenso mundial sobre o que seria o consumo moderado de álcool. A maioria das pesquisas científicas, no entanto, usa critérios muito próximo aos do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa). Para a organização, o consumo moderado é de até duas doses padrão por dia para homens e uma dose por dia para mulheres. E totalizando no máximo 14 doses por semana para homens e sete doses por semana para mulheres.

    Uma dose padrão corresponde a cerca de 14 gramas de etanol puro, que equivale a 350 ml de cerveja, 150 ml de vinho ou 45 ml de bebida destilada. No Reino Unido, a dose padrão é de 8 g, enquanto no Japão pode chegar a 20 g de álcool puro, de acordo com o Cisa. Já para a Organização Mundial da Saúde, não há nível de consumo seguro de álcool.

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      Élida Oliveira
      Jornalista formada pela PUC-PR, escreve sobre economia, investimentos, educação, ciência e saúde. Tem passagens pelo Estadão, Folha de S.Paulo, g1, El País, UOL e InfoMoney. Sempre curiosa por aprender e informar.
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