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Alta dos casos de coronavírus freia recuperação e dificulta operação de bares

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
3 de fevereiro de 2022
Atualizado em: 4 de fevereiro de 2022
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    bares coronavírus
    bares coronavírus

    O aumento exponencial de casos do coronavírus e da H3N2 frustrou o que se esperava ser o verão da recuperação sem obstáculos de bares e restaurantes no Brasil. Diante da recorrência do problema sanitário, os estabelecimentos vêm precisando lidar com duas preocupações: a ida mais tímida do público aos locais de consumo fora do lar, reduzindo o faturamento, e o afastamento de funcionários por causa de sintomas ou mesmo da contaminação por alguma dessas doenças, dificultando a operação dos espaços.

    Essa queda do público se dá após o segmento ter um desempenho considerado positivo pelo setor no fim de 2021. Uma pesquisa da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) apontou que mais estabelecimentos disseram ter obtido lucro (34%) do que os que ficaram no prejuízo (31%) em dezembro – outros 34% apresentaram equilíbrio nas contas.

    Leia também – Brasil amarga estagnação na fabricação de bebidas alcoólicas em 2021

    O início do ano, porém, veio com queda na frequência. A Abrasel estima uma redução de 10% da ida do público aos bares desde o aumento dos casos de coronavírus no início. Essa diminuição da presença de consumidores e a consequente queda no faturamento também foram sentidas pela Associação Nacional dos Restaurantes (ANR). O diretor-executivo Fernando Blower destaca a frustração do segmento, que vinha em recuperação após sofrer nos meses em que havia restrições mais rígidas na pandemia.

    “A gente sentiu desde o começo do ano, com percentuais de faturamento inferiores ao esperado em torno de 15% a 30%, dependendo da região e do tipo de negócio. Mas o importante é que de fato foi um uma queda expressiva no momento que era de retomada, quando a gente vinha crescendo o faturamento mês após mês. E é natural porque as pessoas acabam ficando um pouco mais retraídas”, diz.

    Além disso, para a ANR, embora existam indicativos de que 2022 será um ano melhor para o segmento do que os anteriores, ainda há um longo caminho a ser percorrido, com dificuldades, especialmente a alta dos custos, assim como a incerteza sobre a pandemia.

    “Alguns estavam mais otimistas, mas eu sempre preguei a prudência. A gente está muito distante de uma zona de conforto, seja porque a pandemia ainda não acabou e a Ômicron lembrou a gente disso, seja também porque é ano de eleição, então o segundo semestre tende a ser bem turbulento. E o primeiro semestre ainda está impactado pela própria pandemia, e por uma pressão de custos, com a alta inflação de alimentos, combustíveis e energia elétrica”, diz Blower.

    Desde o fim de dezembro, a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) tem contabilizado casos de afastamento entre os funcionários por sintomas ou casos de coronavírus. Um cenário que traz complicações para a operação em um setor que perdeu 1,2 milhões de postos de trabalho durante a pandemia e só recuperou metade deles, convivendo com a expectativa de abrir mais 60 mil durante o verão.  

    “Há o impacto dos funcionários. Na última semana de dezembro, 10% dos funcionários foram afastados com sintomas, em função dos protocolos. Isso subiu depois do Natal para 15% e chegou a 20% na primeira semana de janeiro. É um impacto muito grande, ainda mais que a média de funcionários em um estabelecimento é 6. Agora, nas últimas semanas, houve uma redução para 15%. E isso significa menos funcionários trabalhando”, detalha Lucas Pêgo, líder de desenvolvimento da Abrasel.

    Uma pesquisa da Abrasel, com 1.300 empresários, trouxe números ainda mais alarmantes. O trabalho apontou que 76% dos estabelecimentos contabilizaram pelo menos um afastamento de funcionário contaminado por um dos vírus nos 30 dias anteriores à pesquisa (realizada entre 15 e 27 de janeiro). E, em média, quase um em cada quatro funcionários (24% da força de trabalho) foi afastado pela Covid-19 neste período.

    E o carnaval?
    O excesso de casos de coronavírus, inclusive, motivou o cancelamento do carnaval de rua nas principais cidades brasileiras. As associações avaliam que o impacto dessa medida varia de acordo com a importância da festa para a economia de cada cidade, mas reconhecem que a menor movimentação de turistas provoca efeitos sobre os estabelecimentos.

    “Vai haver um fluxo de pessoas muito menor do que normalmente se tem. E isso vai se refletir no faturamento. Não tem outro jeito. Porque a população local muitas vezes viaja e o turista que chegava, não vai chegar. Então, em cidades onde o carnaval tem um peso importante, o impacto deve ser bem significativo”, conclui o diretor executivo da ANR.

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