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Mercado

Ambev vê ação valorizar após balanço e está otimista para 2022, apesar dos custos

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
2 de março de 2022
Atualizado em: 3 de março de 2022
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    ambev balanço 2021
    ambev balanço 2021

    O balanço do quarto trimestre de 2021 da Ambev, que também conta com os resultados financeiros do ano passado, foi bem recebido, ainda que sem euforia, pelo mercado financeiro e por analistas de bancos de investimentos. E isso acabou sendo fundamental para que a ação da companhia cervejeira encerrasse fevereiro em alta na B3, ainda que com só dois dias de atividades na bolsa, na quinta e sexta-feira, depois da publicação dos resultados.

    O papel da Ambev, que havia fechado a sessão da última quarta (23), cotado a R$ 14,81, na véspera da divulgação do balanço de 2021, encerrou a semana passada valendo R$ 15,20. E essa valorização foi fundamental para que o ativo apresentasse valorização de 1,54% em fevereiro, ainda que acumule perdas de 1,43% no acumulado dos dois primeiros meses de 2022.

    Leia também – Grupo Petrópolis lança Cabaré com show de Leonardo e amplia portfólio

    O balanço financeiro da Ambev apontou quedas no lucro líquido, de 45,6%, no quatro trimestre de 2021, para R$ 3,747 bilhões, e no Ebitda ajustado, de 24,1%, para R$ 6,784 bilhões, mas alta na receita líquida, de 18,6%, para R$ 22,01 bilhões. Já em todo o ano passado, a companhia cervejeira teve lucro líquido de R$ 13,122 bilhões, um incremento de 11,6% em comparação a 2020. A receita líquida da empresa alcançou R$ 72,854 bilhões, expansão de 24,8% ante o ano anterior. E o Ebitda ajustado atingiu R$ 22,869 bilhões, um aumento de 5,9%.

    Analistas do mercado viram o resultado apresentado no balanço de 2021 da Ambev como positivo, destacando a produção recorde de cerveja para um ano, de 180,3 milhões de hectolitros. Mas a pressão dos custos persiste, especialmente pela alta do câmbio e das matérias-primas, mesmo com o reforço dos canais digitais e das marcas premium do portfólio.

    Na conversa com os analistas após a divulgação do balanço, o CEO da Ambev, Jean Jereissati, minimizou a pressão que possa existir sobre os preços em 2022, apontando que o cenário está positivo para a companhia. “De modo geral, a questão do preço já está endereçada. Estamos muito confiantes com a melhoria do mix ao longo do ano. Acho que as tendências estão a nosso favor. As garrafas de 600ml estão ganhando tração, o que vai nos ajudar. As inovações estão dando resultados”, afirma.

    Os desafios dos custos não foram ignorados pela XP Investimentos em sua análise do balanço de 2021 da Ambev e avaliação das perspectivas para 2022. Mas a sua equipe de analistas vê a companhia à frente das concorrentes no setor cervejeiro e, assim, segue com a recomendação da compra da ação da empresa, com o preço-alvo de R$ 18,80. Ou seja, enxerga um potencial de valorização de mais de 20%.

    “Esperamos um ano desafiador pela frente, com pressão de custos em todos os níveis e inflação persistente, mas continuamos otimistas e impressionados com a rapidez com que uma empresa com mais de 100 anos conseguiu mudar durante a pior crise de todos os tempos, aumentando sua vantagem sobre seus pares no mercado”, diz.

    Assim, mesmo a queda de 3,1% na produção de cerveja no quarto trimestre no Brasil, para 25,6 milhões de hectolitros, foi minimizada pela XP Investimentos. “O volume de Cerveja BZ ficou em linha com nossa projeção (-3% A/A e +2% vs. XPe), pois já esperávamos uma pressão no consumo devido aos efeitos negativos da persistência da inflação no Brasil. As restrições da Covid continuaram em vigor ao longo de 2021, no entanto, o volume da AmBev diminuiu 3,1% enquanto o índice do setor (IBGE) recuou 8,5%”, avalia.

    Jereissati também avaliou que as marcas premium (Corona, Beck’s, Original e Stella Artois) da Ambev têm alavancado suas forças de marca, o que pode resultar em aumento do volume de cerveja vendido ao longo do tempo, algo que, inclusive, já se percebeu em 2021.

    “Nosso principal objetivo vem sendo ter força de marca acima do volume, para construir desejo E isso tem sido muito bem-sucedido. Estamos começando a ver aumento da demanda, com crescimento de 44% para Corona, 59% para Beck’s, mais de 30% para a Original, bom desempenho da Stella… São produtos com médias altas e boas margens. A principal estratégia é ter mais força de marca do que participação. E isso garante um espaço grande para crescer com o consumidor”, comenta.

    Os analistas da XP também aguardam o avanço no incremento das margens de lucros da Ambev ao longo de 2022 com a aceleração do consumo fora de casa. “Como o volume não é mais uma variável estratégica, estamos ansiosos para ver como as margens podem melhorar à medida que a dinâmica do canal on-trade recomece, juntamente com o impacto positivo dos BEEs atingindo 85% da base de consumidores”, comentam.

    Jereissati reconheceu que janeiro, com o aumento dos casos da variante Ômicron do coronavírus, foi um mês difícil para o setor cervejeiro. Porém, lembrou novidades do calendário de 2022, com os principais desfiles das escolas de samba do carnaval tendo ficado para abril, assim como a realização da Copa do Mundo nos meses de novembro e dezembro, para exibir otimismo.

    Tivemos o impacto em janeiro. Mas vamos ter 2 carnavais, um agora e outro em abril, e ainda a Copa do Mundo no verão, o que é algo inédito. E estamos bem estruturados em termos de portfólio e valor de marca

    Jean Jereissati, CEO da Ambev

    A Bolsa no mês
    Assim como a ação da Ambev, o Ibovespa, o principal índice da B3, terminou o mês de fevereiro em alta, ainda que modesta, de 0,89%, aos 113.141,94 pontos. E agora tem valorização de 7,94% no primeiro bimestre de 2022.

    Isso em um mês em que a taxa básica de juros subiu, logo no seu começo, para 10,75%, o que sempre atrai investidores de fora do Brasil para a Bolsa de Valores. Porém, a aversão ao risco, com a eclosão da invasão da Ucrânia pela Rússia, traz dúvidas sobre essa continuidade da alta do Ibovespa.

    Essa valorização também foi impulsionada pela Vale, mineradora que responde por 15% do Ibovespa e teve a quarta maior alta do mês entre as ações que compõem o índice, de 14,11%. Foi um dos 53 ativos que apresentou valorização, com outros 38 tendo queda nos seus preços em fevereiro. As maiores altas foram de SulAmerica (38,58%) e Rede D’Or (15,07%), que anunciaram plano de fusão. Mas essa junção também provocou a principal queda, da Qualicorp (30,11%), companhia na qual a Rede D’Or possui participação de 30%.

    O Top 5 das maiores valorizações de fevereiro possui, ainda, Carrefour e Totvs, com as principais quedas também contando com BRF, Banco Inter, Via e Méliuz.

    Ações cervejeiras fora do Brasil
    Na Bolsa de Valores de Nova York, a ação da Ambev terminou a sessão da última segunda-feira sendo negociada a US$ 2,93. Com isso, valorizou 3,83% no período de um mês.

    Já os papéis das duas maiores companhias cervejeiras do mundo desvalorizaram em fevereiro no mercado europeu. A ação da AB InBev fechou o mês com valor de 55,14 euros, perda de 1,04% em relação ao fim de janeiro. Já a ação da Heineken tinha preço de 90,08 euros ao fim da segunda-feira, com queda de 5,20% no mês.

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