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Mercado

Alta dos custos para a Ambev preocupa analistas; Ação desvaloriza em fevereiro

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
1 de março de 2021
Atualizado em: 1 de março de 2021
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    A Ambev apresentou alguns dados positivos no seu balanço do quarto trimestre, mesmo em um contexto de crise econômica. Ainda assim, analistas encaram com ceticismo o futuro da companhia em 2021. A avaliação é de que a alta dos custos, provocada pela inflação e pela desvalorização do real, coloca a cervejaria sob pressão, apesar da tendência de aumento nas receitas. Essa preocupação, inclusive, se reflete na ação da multinacional de bebidas, que desvalorizou pelo segundo mês consecutivo.

    O balanço da Ambev apontou que a cervejaria teve, no quarto trimestre de 2020, crescimento orgânico de 7,6% no volume negociado e um aumento orgânico de 13,6% na receita líquida, sob o impacto da flexibilização das restrições impostas para evitar a propagação da Covid-19 e, principalmente, da repactuação de créditos tributários de R$ 4,3 bilhões. Além disso, especificamente no Brasil, houve crescimento orgânico na receita e no Ebitda ajustado de, respectivamente, 19% e 11%, algo impulsionado pela resiliência das principais marcas, inovações bem-sucedidas e do crescimento do portfólio premium.

    Leia também – Heineken tem prejuízo de 204 milhões de euros em 2020 e cortará 8 mil empregos

    Mas é o aumento dos custos dos produtos para a cervejaria, que foi de 21% no período e tende a prosseguir em alta neste ano, o que mais preocupa os analistas em suas avaliações sobre o balanço da Ambev.

    “Acreditamos que a companhia possa, nos próximos trimestres, continuar aumentando seu volume comercializado com a volta da demanda ainda reprimida em algumas praças, especialmente no canal ‘bares e restaurantes’. Entretanto, por conta de uma maior disputa por market share e uma pressão inflacionária ainda alta nos custos, preferimos nos manter neutros na tese da companhia”, alerta a equipe de análise da Ativa Investimentos.

    É uma conclusão parecida com a da Eleven Financial, que elogia a adaptabilidade da Ambev aos novos hábitos de consumo, mas que exibe preocupação com a rentabilidade da companhia diante dos efeitos provocados pela alta do dólar.

    “A Ambev mostrou que de fato tem conseguido se adaptar às novas tendências de consumo e focar mais no gosto do cliente em termos de estratégia de inovação, o que tem contribuído para o ganho de market share da companhia. Por outro lado, o real desvalorizado continua contribuindo negativamente para a rentabilidade da companhia, e deve continuar pesando nos próximos trimestres na medida em que a companhia mantém sua estratégia de travar o câmbio com 12 meses de antecedência”, diz a equipe de analistas da Eleven sobre a Ambev.

    O relato da cervejaria em seus comentários do balanço, de que houve aumento de 10% na venda de cerveja no Brasil no início do ano, foi visto como um aspecto positivo, mas há dúvidas se isso será mantido ao longo de 2021, especialmente pela crise econômica, algo que costuma trazer efeitos mais claros e danosos para a indústria de consumo.

    “Fomos particularmente impressionados com a extensão do desempenho do volume no início do ano, mas ainda acreditamos que essa tendência irá desaparecer à medida que sentimos que os volumes da indústria e parte dos ganhos de participação de mercado recuarão em meio à redução da renda disponível no ano”, afirma a análise do BTG Pactual.

    Mais otimistas, os analistas do Credit Suisse, embora apontem uma forte disputa pelo mercado com a Heineken, avaliam que a Ambev pode coexistir com a concorrente no mercado e destacam que a companhia tem apresentado novidades em seu portfólio.

    “O maior foco da AmBev em inovação em todo o portfólio mainstream (Brahma Duplo Malte e 3 outras novas marcas-piloto) nos leva a acreditar que tanto a Ambev quanto a Heineken poderiam coexistir com um segmento central bem definido, cada uma no Brasil”, diz.

    Ação em baixa
    Assim como já havia ocorrido em janeiro, a ação ordinária da Ambev – ABEV3 – sofreu desvalorização em fevereiro na B3, tendo fechado o mês com o preço de R$ 14,02. Perdeu, assim, 7,21% de valor no período e 10,98% em 2021. Já nos dois pregões realizados após a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2020, o papel caiu 4,50%.

    Ao avaliarem o balanço da Ambev, os analistas da Ativa e do BTG colocaram R$ 15 como preço-alvo da ação da cervejaria. O valor é de R$ 16 na avaliação da Eleven e de R$ 18 para o Credit Suisse.

    Já o índice Bovespa, o principal da bolsa de valores de São Paulo, também sofreu perdas em fevereiro. Ele fechou o mês em 110.035,17 pontos, uma desvalorização de 4,37% em relação ao fim de janeiro. Já no ano, o recuo está em 7,91%.

    Essas perdas se dão em um momento de preocupações com os cenários externo, sobre se haverá um crescimento relevante da economia norte-americana, para impulsionar a economia mundial, e interno. No Brasil, os investidores estão preocupados com o risco fiscal, em função da possibilidade de aprovação de novas parcelas do auxílio emergencial sem que sejam realizados cortes de despesas.

    Perdas fora do Brasil
    O cenário para as principais cervejarias do mundo no mercado externo foi semelhante ao da Ambev na B3. Na Europa, o papel da Anheuser-Busch InBev – multinacional fruto da fusão da belga Interbrew com a Ambev – fechou fevereiro custando 47,46 euros. Assim, perdeu 8,70% do seu valor no mês. Já no ano, a desvalorização está em 16,75%.

    E a ação da Heineken terminou fevereiro com o valor de 81,70 euros, uma queda de 4,93% no segundo mês de 2021, no qual a queda do seu valor está em 11,65%.

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