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Mercado

Crise fará Ambev e Heineken disputarem mercado da Petrópolis, diz Bradesco BBI

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
8 de julho de 2020
Atualizado em: 8 de julho de 2020
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    A disputa e a concentração do mercado cervejeiro nacional entre Ambev e Heineken devem se intensificar nas próximas semanas. Essa é a previsão de um relatório do Bradesco BBI, diante da crise econômica provocada pela pandemia do coronavírus, que teria enfraquecido uma parcela que representa cerca de 20% do setor.

    Na avaliação de Leandro Fontanesi, as cervejarias menores e o Grupo Petrópolis foram os mais afetados pelos efeitos financeiros advindos da Covid-19. Assim, ele não descarta nem mesmo a possibilidade de fusões e aquisições dentro do segmento em um futuro próximo.

    Leia também – Ambev repete recuperação do índice Bovespa e tem alta de 13,3% em junho

    No material, intitulado O Império Contra-Ataca, o analista do Bradesco BBI destaca que a Ambev tem sofrido com o aumento da concorrência no mercado brasileiro, em função da aquisição da Brasil Kirin pela Heineken em 2017, dos investimentos realizados pela Petrópolis e do surgimento de marcas artesanais. Assim, ao fim de 2019, viu sua participação no mercado retrair 2,3% no ano, para 59,4%.

    A crise do coronavírus, porém, paralisou investimentos da Petrópolis, que também colocou parcela relevante dos seus funcionários em férias. Além disso, reduziu a participação de marcas artesanais no setor. E tais dificuldades podem ser exploradas pela líder do segmento e sua principal concorrente.

    “Agora pode haver uma janela de oportunidade para a Ambev recuperar parte desse terreno (embora provavelmente tenha que enfrentar a Heineken)”, aposta Fontanesi no relatório do Bradesco BBI.

    “Isso porque, com a Covid-19, a Petrópolis parece ter adiado o lançamento de sua grande nova fábrica em Minas Gerais (anteriormente com abertura prevista para julho) e, em março passado, colocou 35% de sua equipe em férias coletivas. Enquanto isso, a situação financeira mais frágil das pequenas cervejarias está sendo desafiada (por exemplo, as vendas de cervejarias menores no Paraná caíram 80% com a Covid-19)”, acrescenta.

    Aumento da participação
    A análise também usa dados estatísticos sobre a presença das empresas nas diferentes regiões brasileiras para avaliar como pode se dar essa busca por maior participação. O trabalho destaca que a Petrópolis tem maior relevância no Centro-Oeste do Brasil (cerca de 25% do mercado), Sudeste (18%) e Nordeste (18%), enquanto o Sudeste é o que mais consome os rótulos das microcervejarias (4%).

    Assim, segundo o analista, há maior espaço potencial a ser conquistado pela Ambev. “Teria alguma vantagem sobre a Heineken na participação da Petrópolis/cervejarias menores, por ter uma presença relativamente mais forte no Sudeste (estimada em 65%) e Centro-Oeste (55%), enquanto a Heineken parece mais forte no Nordeste (31%)”, diz Fontanesi.

    O relatório do Bradesco BBI praticamente descarta a possibilidade de a Ambev fazer aquisições, pois, sendo líder do mercado, precisaria comprovar ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) não se tratar de um truste. Mas vê como possível uma transação realizada pela Heinenken ou mesmo outro grupo. E destaca que isso traria efeitos danosos para a Ambev.

    “Um artigo da imprensa de dezembro de 2019 (do jornal O Estado de S. Paulo) menciona que a FEMSA, a Heineken e o fundo de investimentos Farallon estavam avaliando comprar a Petrópolis. Para a FEMSA, acreditamos que uma aquisição ou parceria no segmento de cerveja faria mais sentido após o acordo de distribuição da engarrafadora brasileira da Coca com a Heineken expirar em 2022″, aponta o relatório.

    “No entanto, uma aquisição da Petrópolis pela Heineken seria mais sensata nas circunstâncias atuais e negativa para as ações da Ambev, dado que, como mostra nossa análise, seria geograficamente complementar (por exemplo, no Nordeste, a Heineken-Petrópolis teria uma participação de 49%, semelhante à Ambev)”, avalia o Bradesco BBI.

    Ação da Ambev
    O trabalho também eleva a previsão de preço-alvo da ação ao fim de 2020 da Ambev para R$ 15,50 – o papel terminou o pregão da última terça-feira cotado a R$ 14,45. E isso se dá por causa da “nossa visão da concorrência mais fraca do que o esperado” e das “melhores vendas de cerveja do que esperávamos no Brasil”, afirmou o Bradesco BBI.

    Porém, o estudo fez alertas conjunturais para o futuro, pela “redução na parcela de consumo fora de casa, onde a Ambev tem vantagem na distribuição” e ao “declínio na participação das vendas em garrafas retornáveis”.

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