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Consumidor

Espaço aberto: A origem das tampinhas, sua evolução e fabricantes

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
24 de agosto de 2020
Atualizado em: 25 de agosto de 2020
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    *Por Carlos Alberto Tavares Coutinho

    De vez em quando, escrevo um pouco sobre colecionismo. Desta vez, escolhi escrever sobre as tampinhas de garrafa, mais especificamente sobre as fábricas delas. Este trabalho foi baseado nos estudos e observações dos acervos dos colecionadores Frederico José de Oliveira Pinto e Matheus Mora Sene.

    Tampinha, esse objeto simplório inventado há mais de um século, foi a razão dos amados refrigerantes finalmente poderem ser vendidos e levados para casa.

    Tudo começou com um cientista de origem suíça, chamado Johann Jacob Schweppe, responsável por criar o primeiro produto que precisaria de uma tampinha para ser bem conservado. Após se mudar para a Inglaterra, ele desenvolveu a primeira bebida gaseificada para uso comercial, que começou a ser vendida no país em 1782.

    Antes que fosse encontrado um método eficiente de reter o gás, só existia uma forma de consumir esse tipo de bebida: as “drinking fountains”, aquelas máquinas de refil que servem refrigerantes e cervejas. A ideia era que os refrigerantes fossem tomados apenas em restaurantes e lugares públicos. No começo, John Pemberton, criador da Coca-Cola em 1886, tentou usar garrafas com tampas de porcelana, mas logo desistiu devido ao preço e à ineficiência do material.

    Leia também – Espaço aberto: Campinas abre espaço para colecionadores de tampinhas

    Foi apenas com a ajuda do engenheiro William Painter que a primeira tampinha foi criada. A primeira patente foi registrada em 1892. A tampinha era composta de uma chapa de aço, com corrugação de 24 dentes, revestida com um outro tipo de metal, geralmente estanho, que recebia um acabamento de verniz. No lado interno da cápsula era aplicado um produto colante e um pequeno disco de cortiça que funcionava como rolha selante. O disco era fundamental porque impedia o contato entre o metal e o líquido, que poderia levar a reações de oxidação capazes de alterar o gosto da bebida. A cortiça era o produto mais inerte em termos de gosto e, ao contrário da porcelana, tinha um bom nível de resiliência. O item logo foi adotado no mercado de refrigerantes, mas só seria incorporado ao mundo cervejeiro alguns anos mais tarde.

    As garrafas de vidro devem ser lacradas com a tampa rolha metálica por uma questão de economia e de praticidade ao cliente. Além de ser ótima opção de investimento de marketing para o empresário do ramo de bebidas, a tampa rolha metálica faz parte da cultura do consumidor final, acostumado com este tipo de lacre, que passa confiança e é sinônimo de qualidade.

    As tampas de metal antigas exigiam um abridor de garrafas para serem removidas. As tampas de metal agora em sua corrugação têm apenas 21 dentes, e algumas são articuladas na garrafa. 

    As tampas de torcer foram introduzidas na década de 1960, na Alemanha. Elas são seladas nas garrafas com ranhura e não mais sobre uma flange. E não exigem o uso de um abridor de garrafas. São amplamente utilizadas nos Estados Unidos, Austrália, Canadá e em outros países. Muitas vezes, as empresas fazem promoções e imprimem informações em código ou jogos dentro das tampas para concursos. Algumas empresas, como a Snapple, imprimem informações educativas dentro das suas.

    No Brasil, a história é um pouco diferente: no começo do século XX, as tampinhas ainda não haviam chegado, e as garrafas eram vedadas com rolhas de cortiça e até mesmo sabugos de milho que ganhariam a alcunha de “cervejas marca barbante”, por serem amarradas com barbante para poderem ficar fixadas. Como a cerveja continuava sua fermentação na garrafa, produzindo enorme pressão, essas tampas geravam um risco altíssimo de contaminação. Por um período, a mesma tampa de porcelana da Pemberton foi utilizada para vedar algumas cervejas. As tampinhas metálicas chegaram aqui através da Crown Cork, para vedar as cervejas por volta de 1907, e os refrigerantes só mais tarde, na década de 1920.

    A maioria das tampas de garrafas traz alguma informação impressa: logotipo, marca ou informação sobre a bebida, de sua fábrica e/ou de quem fabricou a tampinha. Há metalúrgicas especializadas em fabricar as rolhas metálicas (tampinhas) tanto com as especificações da fábrica de bebida quanto com somente uma cor, chamada pelos colecionadores “tampa lisa”. Para imprimir a marca, a empresa produtora da tampa pode utilizar a face superior da rolha metálica para implementar a identidade visual da bebida, podendo também imprimir na borda (lateral), onde normalmente encontramos o logotipo da metalúrgica e, em algumas delas, o endereço da fábrica de bebidas e/ou os números de registros da bebida nos órgãos governamentais. Este processo é feito de maneira fácil e é muito prático.

    Um outro fato interessante: se hoje temos lâminas de barbear, devemos agradecer às tampinhas de garrafa. Os retalhos de produção deixados pelo corte das chapas de aço, que só poderiam ser descartados ou reencaminhados para um novo processo de fusão que encareceria o negócio, eram um grande problema. A questão foi resolvida quando um dos engenheiros de Painter, chamado King Camp Gillette, criou o primeiro protótipo da lâmina de barbear.

    Ao longo do tempo, são estas metalúrgicas que, fabricando milhões de tampinhas e imprimindo marcas e informações, fizeram o colecionismo de tampinhas crescer. Veja, a seguir, suas identificações impressas na lateral da tampinha.

    As clássicas
    Crown – Crown Cork do Brasil S/A: Iniciou suas operações no Brasil em 1907 com o desenvolvimento da “crown cork”, conhecida como tampa de garrafa. Revolucionou a indústria cervejeira e aumentou a data de validade das cervejas engarrafadas, com fábricas em São Paulo e Rio de Janeiro. Fechou na década de 1970.

    APCL – Amorim Pinto Companhia Ltda: Iniciou suas atividades em 1917, estabelecida no bairro Rocha, no Rio de Janeiro.

    Pedroza – Indústrias Silva Pedroza S/A: iniciou em 1930, no bairro de Del Castilho, Rio de Janeiro.

    Aro: Fundada em 1943, inicialmente na Mooca, em São Paulo, para a produção de rolhas metálicas. Em 1978, se instalou na cidade de Guarulhos. Em 2011, passa a produzir também tampas plásticas.

    Borup-Rio – Borup Rolhas Metálicas S/A: Foi criada em 6 de novembro de 1950, no bairro de Todos os Santos, no Rio, como Sociedade em Comandita Borup & Cia. Posteriormente mudou para a Rodovia Presidente Dutra em Irajá, transformada em Borup Rolhas Metálicas S/A, em 1955. Já em 1970 passou a produzir artigos de plástico. Foi descontinuada em 1973.

    T.C.C. – Tapon Corona Cortiças S/A: Iniciou suas atividades em 1954, em São Paulo.

    Brasilata: Foi fundada em 1955, em São Paulo, como Indústria Comércio e Estamparia Brasung Ltda. Em 1965, com a ampliação de suas instalações, incorporou a Estampbrás Ltda, que passou a ter seu departamento litográfico. Em 1967, sua razão social foi alterada, passando a utilizar o nome Brasilata. Em 1981, adquiriu a empresa Killing Reichert S/A Metalgráfica, em Estrela (RS). Em 2011, entrou em operação a unidade do Recife.

    Mecesa – Metalgráfica Cearense S/A: Fundada em 15 de junho de 1965, em Fortaleza. Atualmente em recuperação judicial.

    Silport – Silva Portela S/A Ind. e Com: Iniciou suas atividades em 21 de junho de 1966, em Vigário Geral, no Rio.

    Tapon Corona – Tapon Corona Metal Plástico Ltda: Foi aberta em 12 de julho de 1966, tendo sua sede na Vila Romana, em São Paulo, e fábricas em Itupeva (SP), aberta em 17 de novembro de 1994, e Anápolis (GO), aberta em 27 de julho de 2004. Em recuperação judicial.

    Tacin – Tapon Corona Industrial do Norte S/A: Fundada em 20 de dezembro de 1967, com início em 1971, sediada na cidade de São Paulo e com fábrica em Ananindeua (PA). Foi descontinuada em 7 de dezembro de 2008.

    Renda – Indústrias Reunidas Renda S/A: Fundada em 29 de novembro de 1978, no Recife, posteriormente se instalou no município de Abreu e Lima (PE).

    Arosuco – Arosuco Rolhas Metálicas: Subsidiária da Ambev, iniciou em 2001, através de uma cisão na sociedade da Arosuco – Aromatizados e Sucos S/A, que havia sido criada em abril de 1991 com foco em bebidas, artigos e equipamentos para fabricação de bebidas (concentrados, essências, xaropes, etc.).

    PKG do Brasil: Iniciou em 2017 em Alagoinhas (BA), onde possui um parque fabril com 364 mil m2 . Tem uma filial em Itu (SP).

    As importadas
    É comum as grandes empresas de bebidas estrangeiras estabelecidas no Brasil fazerem suas tampinhas em outros países, talvez pela falta no mercado nacional ou pelo barateamento da produção. Assim, encontramos tampas fabricadas em vários países. Vejam algumas, dentre muitas outras, que já decoraram a borda de nossas bebidas.

    DAP – Pelliconi & Cia SPA: Produz diversos tipos de tampas: padrão de 26mm, 29 mm, “rasgadinhas” (de anel) e a novidade “tampas flor”. Possui fábricas na Itália (sede), Estados Unidos, Egito e China.

    PPP – Packing Products del Peru S.A: Iniciou suas atividades em 2 de julho de 1960 e produz embalagens metálicas e tampas. Muito utilizada no Brasil pela Heineken.

    CP – Can Pack: É uma empresa polonesa que está no mercado de embalagens de metal há mais de 25 anos. No Brasil, somente fabrica latinhas de alumínio, tendo três fábricas no país: a Cia Metalic Nordeste, em Maracanaú (CE), comprada em 2016, e mais duas, situadas em Itumbiara (GO) e em Maracanaú (CE).

    Coroplast – Coroplast en Quilmes SAICIF: Empresa argentina, iniciou suas atividades em 1917, produzindo tampas para a Cervejaria Quilmes, da qual faz parte. A cervejaria se associou à Brahma brasileira em 2002 e foi comprada pela Ambev em 2006. Atualmente faz parte da AB InBev.

    Astir – Astir Vitogiannis Bros S.A: Fundada por George Vitogiannis em 1953 em Atenas, na Grécia. Em 2014, o grupo lançou outra fábrica no Canadá, aumentando a capacidade de produção. Hoje, a Astir vende seus produtos para mais de 45 países em 5 continentes, atendendo mais de 400 clientes diferentes, incluindo os maiores engarrafadores do mundo.

    TCI – Tapon Corona Ibérica SA: Sediada na Espanha, foi fundada em 1963. Em 2010, passou a pertencer ao Can-Pack Group, que alterou seu nome para Corona Spain. Foi descontinuada em 2018.

    TF – Tapon France S.A.S: Sediada na França desde 1966, faz parte do Can-Pack Group.

    As modernas
    Com o boom das cervejas artesanais, que têm produção pequena, ficou inviável fazer tampinhas nas grandes empresas existentes.  Surgiram, então, algumas metalúrgicas que produzem as tampinhas chamadas pelos colecionadores de “lisas”. São feitas de uma só cor e vendidas em qualquer quantidade.

    Surgiram também as personalizadoras de tampinhas, que não são metalúrgicas e não fabricam a tampinha – somente prestam serviço de impressão. Fazem tampas de uma só cor, que compram de fabricante brasileiro (Brasilata) ou estrangeiro. Ou, ainda, utilizam as tampas que o cliente já comprou. Essa impressão geralmente é em uma só cor, ficando mais barato o processo e atendendo os clientes que necessitam de pouca quantidade.

    Normalmente são empresas de médio porte que prestam serviços de impressão em brindes e que imprimem também em rolhas metálicas (tampinhas), utilizando máquinas e processos de tampografia ou serigrafia.

    O primeiro é um processo de impressão semelhante ao carimbo, que se destaca pela precisão, qualidade e agilidade. É ideal para imprimir desde os mínimos detalhes, podendo imprimir até na face interna da tampinha. Já a serigrafia é um processo de impressão que trabalha em superfícies planas e cilíndricas. Ela se destaca por ser econômica. É utilizada na impressão de canecas, squeezes e estampas de camisetas, entre outros.

    Para os colecionadores de tampinhas, essas empresas são sinônimo de dificuldade, pois não imprimem um logotipo nem informação que as identifique. Essa falta de identificação faz com que a metalúrgica fabricante da tampinha leve a fama da boa ou ruim de impressão. Quando fabrica a tampinha “lisa”, a metalúrgica coloca sua identificação na borda (lateral) e essa marca permanece ali, independentemente de quem imprima a arte do cliente em sua superfície plana.

    Algumas personalizadoras
    Unidetalhes – R.G. da Silva Brindes e Bebidas (microempresa): Empresa de brindes personalizados, faz tampinhas em pouca quantidade e em uma só cor.

    Empório das Tampinhas: Empresa especializada na produção de tampinhas personalizadas para cerveja artesanal.

    Lieder – Lieder Latas e Rolhas: Existe desde 2008.

    Milênio – Milênio Componentes Plásticos: Comercializa tampa rolha metálica, com mais de 10 anos de experiência no mercado.

    Neograf: Fundada em 1994, em Caxias do Sul (RS). Fabricante de máquinas e prestação de serviço de impressão.

    2 Estampas – 2 Estampas Customização e Personalização: Serviços de impressão.

    Entrei em contato com algumas personalizadoras e sugeri que, ao receber o pedido dos clientes, colocassem ou pedissem para colocar uma identificação de sua firma na arte fornecida pelo contratante. Não sei por qual motivo me retornaram respostas como “inviável”, “impossível”, etc.

    *Carlos Alberto Tavares Coutinho é funcionário público septuagenário e aposentado que atende pelo pseudônimo de Cervisiafilia, colecionador de itens de bebidas desde 1994, blogueiro que tenta escrever sobre a história da cerveja brasileira no blog cervisiafilia.blogspot.com.br – A História das Antigas Cervejarias

    Para promover o debate entre os mais distintos segmentos do setor cervejeiro, o Guia deixa o espaço totalmente aberto para seus leitores. Se quiser mandar uma sugestão de artigo, é só escrever para nosso editor: itamar@guiadacervejabr.com

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      7 COMENTÁRIOS

      1. SYDNEY FERREIRA JUNIOR SYDNEY FERREIRA JUNIOR 26 de agosto de 2020 No 16:32

        Simplesmente espetacular a explanação da Historia das tampinhas…. Parabéns Carlinhos… Brilhante trabalho de pesquisa….

        Responder
      2. Afonso Gomes Afonso Gomes 31 de outubro de 2020 No 07:51

        Muito bom, agora tenho uma dúvida, existe um plástico entre a tampa do líquido, que plástico seria esse? Qual composição?

        Responder
      3. Robson Junior Robson Junior 9 de novembro de 2020 No 09:00

        Afonso, bom dia. Sou Robson Junior da área comercial da PKG Brasil. Este plastico seria o vedante normalmente utilizado PVC. Qualquer dúvida favor entrar em contato vendas2@pkgbrasil.com.br – 1198883-1092

        Responder
      4. Danilo Carneiro Foresti Danilo Carneiro Foresti 11 de maio de 2021 No 02:05

        Por favor
        Tenho ouvido falar de tampinhas com sistemas de vedação, melhores que os utilizados na grande maioria. Seria o vedante de PVC, ou uma película especial que reveste o interior das tampinhas, oferecendo melhor vedação e proteção contra a oxidação pelo oxigênio?

        Responder
      5. izabel antunes de sousa lopes izabel antunes de sousa lopes 16 de abril de 2022 No 19:24

        Olá, estou professora em Educação Básica e estou com um projeto em que as tampinhas é o recurso central, eu e estudantes fazemos oficinas de bonecos de tampinhas. e com ele exercitamos, Educação Ambiental e matemática. Foram muito ricas as informações. Parabéns e obrigada.

        Responder
      6. José Carlos Gonçalves José Carlos Gonçalves 27 de fevereiro de 2023 No 22:03

        Parabéns pela matéria. Uma verdadeira aula, e um documento histórico.
        Muito obrigado.

        Responder
      7. Gabriel Nunes Canada Gabriel Nunes Canada 27 de outubro de 2024 No 13:09

        Olá sou colecionador , e gostava de saber se o facto de aparecer o nome do fabricante na carica como por exemplo (dap) lhe dá mais valor consoante o fabricante, ou tem apenas aver com a diferença de quantidade. muito obrigado.

        Responder

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