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Mercado

Decisão do Cade não altera domínio e bom fim de ano da Ambev, dizem analistas

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
29 de setembro de 2022
Atualizado em: 30 de setembro de 2022
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    A decisão, ainda que de caráter liminar, do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de limitar a 20% os acordos de exclusividade da Ambev com bares, restaurantes e casas de show deve afetar os volumes de cerveja vendidos pela companhia, mas não provocar modificações bruscas na participação de mercado das diferentes empresas atuantes no Brasil, especialmente por causa da logística mais eficiente da líder do setor.

    Essa foi a visão apresentada por analistas de mercado financeiro consultados pela reportagem do Guia sobre os efeitos práticos da decisão. Eles destacam a maior capilaridade da Ambev em comparação aos seus principais concorrentes para minimizar o impacto da determinação do Cade.

    Na quinta-feira passada (21), Gustavo Augusto, conselheiro do Cade, proibiu a Ambev de firmar novos contratos de exclusividade até o término da Copa do Mundo, em 18 de dezembro. Além disso, definiu que a empresa precisará fazer ajustes nos contratos com pontos de venda, se limitando a ter 20% de acordos de exclusividade no canal frio, em termos de PDVs e volume, segundo as bases territoriais.

    Leia também – Cade proíbe acordos de exclusividade da Ambev e limita Heineken

    A decisão acolheu solicitação do Grupo Heineken, que acusa a Ambev de fechar parte do mercado ao firmar contratos de exclusividade em PDVs premium. Mas a própria multinacional de origem holandesa sofreu com impactos da decisão, pois o auditor do Cade também determinou que o Grupo Heineken não pode ultrapassar os 20% de acordos de exclusividade por região até o encerramento da Copa do Mundo, ainda que permitindo que a companhia firme novos acordos nas localidades onde esse porcentual for inferior.

    Assim, embora ponderem que a decisão seja de caráter liminar e que ainda não existam informações claras sobre o impacto da decisão, o que gera “desconforto”, analistas reconhecem que ela trará impactos sobre o volume de cerveja comercializados pela Ambev.

    “É possível afirmar que a limitação aos contratos de exclusividade trará efeitos negativos em termos de volume para a companhia até o final do ano”, afirma Pedro Fonseca, analista de agronegócio, alimentos e bebidas da XP Investimentos. “Os investidores levantaram algumas preocupações sobre o desempenho do volume de curto prazo da empresa após as notícias, principalmente durante o pico de demanda da Copa do Mundo no 4T22”, acrescentam os analistas do Itaú BBA, Gustavo Troyano, Renan Moura e Victor Gaspar, em relatório encaminhado à reportagem.

    O analista da XP, porém, não enxerga que essa possível redução no volume de cerveja tenha grande impacto na visão do mercado financeiro sobre a Ambev, que tem aumentado os volumes produzidos mesmo em momentos complicados para o segmento em meio à pandemia.

    “A Ambev continua apresentando vantagens competitivas relevantes frente aos pares, entregando crescimentos contínuos de volume. Na nossa opinião, o mercado já não está esperando crescimentos tão relevantes de volume por parte da companhia, mas uma entrega de melhora na rentabilidade”, diz Fonseca.

    Essa avaliação também se dá em função da visão de que a liderança do mercado da Ambev é impulsionada, principalmente, pela sua rede de distribuição, algo que não muda com a decisão do Cade. “A logística não deve ser esquecida. A empresa ainda tem uma rede de distribuição mais ampla, com maior capilaridade do que seus pares”, escreve o time de analista do Itaú BBA.

    “Mesmo neste cenário de limitação dos contratos de exclusividade, as concorrentes têm dificuldade de competir de igual para igual. A Heineken, por exemplo, não tem a mesma capilaridade que a AmBev e, portanto, não consegue atender com a mesma eficiência que a companhia, principalmente no segmento mainstream”, acrescenta o analista da XP.

    Último trimestre será bom para a Ambev
    A limitação imposta pelo Cade se dá em um trimestre que deve ficar marcado pela alta do consumo de cerveja, seja pela questão da sazonalidade, com a proximidade do verão, ou por um fato inédito no calendário, a disputa da Copa do Mundo no fim de 2022, nos meses de novembro e dezembro.

    E o período de alta nas vendas de cerveja deve, inclusive, favorecer a participação da Ambev no mercado, na visão do analista da XP Investimentos. “Continuamos vendo a Ambev muito à frente de seus concorrentes, principalmente na frente comercial e em sua capilaridade de distribuição. Assim, mesmo com a medida do Cade, esperamos que a Ambev continue outperformando os pares, principalmente em um esperado período de sazonalidade positiva como o verão e a Copa do Mundo”, diz Fonseca.  

    No mesmo tom, o Itaú BBA aposta que a Ambev conseguirá obter bons resultados financeiros nos últimos meses do ano, apesar da restrição imposta.

    Prevemos um pico de demanda sem precedentes durante o 4T22, impulsionado pela Copa do Mundo de Futebol e a temporada de verão brasileira. Portanto, apesar das potenciais desvantagens do limitado contratos de exclusividade, a Ambev ainda está à frente da concorrência e pode navegar neste teste de estresse de demanda

    Equipe de analistas do Itaú BBA

    Cerveja mais cara?
    A existência de contratos de exclusividade é conhecida na relação entre a indústria de bebidas e os bares. Eles costumam envolver o pagamento de luvas, a oferta de descontos dependendo os produtos adquiridos, além da cessão de mesas, cadeiras e geladeiras. A limitação desses acordos pode mexer com a dinâmica desses estabelecimentos, embora a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e a Associação Nacional de Restaurantes (ANR) tenham evitado apresentar posicionamentos oficiais sobre o impacto da decisão do Cade à reportagem do Guia.

    Para o analista da XP Investimentos, mais do que a restrição aos acordos de exclusividade, o impacto esperado no preço da cerveja nos próximos meses deve ser provocado pelo cenário de aumento do consumo, assim como por reajustes menores do que o da inflação realizados ao longo da pandemia. Assim, a cerveja deve ficar mais cara no segundo trimestre de 2022, motivada pelo período de maior demanda.  

    Na nossa opinião não é este o principal impulsionador de preços para o segundo semestre. Desde o início da pandemia, os preços de cerveja tanto dentro quanto fora do domicílio estão abaixo da inflação de alimentos e bebidas. Dessa forma, impulsionadas pela esperada sazonalidade positiva com o verão e a Copa do Mundo, vemos espaço para as cervejarias aumentarem os preços no último trimestre do ano

    Pedro Fonseca, analista da XP Investimentos

    Ação cai e se recupera
    Na sexta-feira passada, dia seguinte ao anúncio da decisão do Cade, a ação da Ambev sofreu forte queda, recuando dos R$ 15,67 em que havia fechado a sessão de quinta-feira na B3 para R$ 15,36. Apesar disso, e ainda acumulando perdas na segunda, apresentou forte recuperação nos pregões de terça e quarta-feira, quando foi cotada a R$ 15,72.

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