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Entrevista: Veja potenciais e desafios para exportação da cerveja brasileira

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
7 de dezembro de 2023
Atualizado em: 8 de dezembro de 2023
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    As cervejas brasileiras têm potencial para despertar olhares além das fronteiras, explorando novos horizontes para se consolidar no mercado internacional por meio da exportação. Essa foi a visão apresentada por Ulisses Medeiros Junior, analista de negócios internacionais da Apex-Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, vinculada ao governo federal e responsável por internacionalizar empresas nacionais.

    Em entrevista ao Guia, ele abordou temáticas que permeiam a exportação de cervejas brasileiras, apontando vantagens competitivas, como o potencial das inovadoras combinações de sabores regionais, assim como os obstáculos enfrentados pela indústria, como os desafios de logística.

    Na caminhada das cervejas brasileiras para o sucesso no cenário global, Medeiros destaca como detalhes envolvendo volume de produção a ser exportado até a identificação de compradores são importantes decisões estratégicas para a atuação das marcas fora do país.

    Medeiros também abordou como a Apex-Brasil trabalha junto às empresas, com preparação e orientação para que elas possam levar suas criações além das fronteiras, oferecendo soluções específicas para cervejarias de todos os portes.

    Neste ano, de janeiro a novembro, o Brasil já obteve US$ 135,975 milhões com a exportação de cerveja, tendo os sul-americanos Paraguai (US$ 82,1 milhões), Bolívia (US$ 21,6 milhões) e Chile (US$ 14,6 milhões) como os principais destinos. O valor, inclusive, já supera os US$ 120 milhões dos 12 meses de 2022.

    Leia também – 11 cervejarias geram expectativa de R$ 1,5 mi em exportação para 4 países

    Confira a entrevista do Guia com Ulisses Medeiros Junior, analista de negócios internacionais da Apex-Brasil sobre o potencial para exportação das cervejas brasileiras:

    Quais diferenciais as cervejas brasileiras podem explorar para conquistar mais espaço no mercado internacional, ampliando sua exportação?
    O Brasil pode se destacar no mercado internacional devido à nossa rica biodiversidade e às características únicas que podemos incorporar às cervejas, algo que diferencia nossos produtos. Durante recente rodada de negócios no Rio, notamos que os compradores internacionais apreciaram a diversidade da cerveja brasileira e o potencial para criar variedades únicas. A cerveja com sabores de frutas exclusivas da região despertou o interesse dos compradores, que ficaram encantados com essas opções. Lembro, por exemplo, de tomar café da manhã com um comprador internacional que não conhecia o caju. E nós produzimos cervejas com caju.

    O feedback que recebemos foi sobre a capacidade de produzir cervejas diferentes, explorando a diversidade de sabores e introduzindo novas versões e estilos. Eles expressaram admiração pela qualidade das cervejas brasileiras, incluindo as tradicionais, como IPAs, Pilsen, APAs, entre outras. Os quatro compradores internacionais que participaram da ação no Rio ficaram impressionados com o alto padrão das cervejas das empresas envolvidas. Estamos seguindo por esse caminho, explorando as oportunidades que surgem e consolidando a reputação das cervejas brasileiras no cenário internacional.

    Em sua visão, quais são as vantagens competitivas para uma cervejaria que decide exportar?
    Um dos motivos pelos quais uma empresa, independentemente do setor em que atua, pode decidir exportar é a concorrência. Se perceber que a concorrência local está intensa demais, a empresa pode optar por explorar novos mercados. Esse pode ser um fator determinante na decisão de exportar. No setor de cervejarias, observamos que algumas empresas enfrentam uma concorrência acirrada no mercado local, especialmente em termos de preço, com muitas empresas competindo nesse aspecto. Diante desse cenário, algumas empresas consideram a exportação como uma alternativa estratégica. E exportar pode proporcionar benefícios, como ganhos em moeda estrangeira, a possibilidade de reduzir alguns impostos e a oportunidade de explorar outros mercados.

    Muitos empresários estão analisando a exportação como uma resposta à competição intensa no mercado doméstico, direcionando seus esforços para mercados externos. É nesse contexto que a Apex atua, preparando as empresas para o processo de exportação e promovendo oportunidades de negócios, como ocorreu no caso do Exporta Mais Brasil no Rio de Janeiro.

    Para a Apex, qual é o principal desafio para quem deseja exportar cerveja?
    A logística é um desafio generalizado, não apenas no segmento de cervejas. Por exemplo, ao embalar caixas de cerveja engarrafada, isso pode resultar em um contêiner excessivamente pesado, elevando o custo de transporte devido ao peso adicional do vidro. Portanto, a logística é uma preocupação constante. A embalagem, associada à logística e ao frete, também se torna um desafio. Observamos muitas cervejarias optando por embalagens de lata. Isso não apenas reduz o peso, mas também prolonga a vida útil do produto, proporcionando uma validade mais longa. Mas colocar cervejas em lata ainda é um desafio para o setor, com algumas cervejarias mostrando resistência a essa mudança, citando preocupações com a qualidade, entre outros aspectos.

    Quais outros desafios vocês enxergam para quem deseja exportar cerveja e como lidar com eles?
    A questão da rotulagem em geral é um aspecto em que nosso trabalho pode ser útil, pois conseguimos auxiliar nas pesquisas sobre como aprimorar a rotulagem de uma empresa. A identificação de compradores é um gargalo não apenas para o setor de cervejas, mas também para diversos segmentos. Sabemos que países da América do Sul, como Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia e até a Venezuela, têm comprado produtos do Brasil. A Colômbia também tem adquirido algumas cervejas brasileiras. Embora as grandes cervejarias, como a Ambev, e os grandes distribuidores ainda se destaquem nas vendas internacionais, onde há fumaça, há fogo. Estamos percebendo um aumento nas compras da América do Sul provenientes, o que pode indicar uma oportunidade para cervejarias menores.

    Para cervejarias menores, há desafios relacionados ao volume de produção. O volume é uma faca de dois gumes, já que na exportação, frequentemente, fala-se em grandes volumes. Algumas cervejarias enfrentam dificuldades em atender a essas demandas volumosas. Além disso, os compradores variam em suas preferências: alguns buscam grandes volumes, enquanto outros procuram uma variedade de rótulos. Por exemplo, um supermercado pode querer diversificar a gôndola com diferentes rótulos de cerveja, em vez de adquirir grandes quantidades de um único rótulo.

    A questão do volume menor também se torna um desafio, pois pode haver falta de demanda para grandes volumes ou volumes ideais de um mesmo rótulo de uma única cervejaria. Um desafio adicional é a possibilidade de empresas se unirem para realizar vendas e exportações em conjunto, compartilhando espaço em contêineres, por exemplo. Embora essa prática seja observada, ela envolve custos e as empresas, que, de certa forma, são concorrentes, precisam negociar juntas, o que pode ser um desafio.

    Ainda existem muitas cervejarias que veem a exportação como algo distante de suas realidades?
    Há muitas empresas que têm receio do mercado externo. Algumas ainda acreditam que exportar é impossível, muito difícil e assim por diante. No entanto, nós discordamos dessa visão. Este é o nosso papel no poder de sensibilização, pois trabalhamos com exportação em diversos setores brasileiros, e na cerveja, não é diferente. Nosso objetivo é mostrar às empresas que exportar é viável, possível e vantajoso, desde que seja feito de maneira correta, adequada e planejada. Seguimos nesse caminho de orientar as empresas e mostrar os caminhos para a exportação de produtos.

    Em situações comuns, quando um empresário pensa em exportar, é comum que olhe para pessoas conhecidas que residem em outros países, como amigos, primos ou irmãos. O primeiro caminho natural que eles consideram é entrar em contato com essas pessoas no exterior. Posteriormente, consideram países mais próximos, com requisitos menos rigorosos, uma realidade mais próxima da nossa. Alguns estados, especialmente os do Sul, aproveitam essa proximidade e vendem para países como Argentina, Uruguai e Paraguai, por meio de vias terrestres na fronteira.

    Entendemos que nem todos os empresários visualizam o potencial da exportação das cervejas brasileiras. Muitos têm receio porque isso implica em adaptações em diferentes áreas da empresa, como contabilidade, registros legais na Receita Federal, rótulos, produtos, entre outros, e nem todos estão dispostos a fazer essas mudanças. No entanto, há empresas que se destacam e já exploram o mercado externo, especialmente aquelas que não veem mais oportunidades significativas em seus estados ou regiões de atuação e buscam novos horizontes no exterior.

    Como a Apex ajuda as cervejarias brasileiras interessadas em exportar?
    Nós possuímos um programa de qualificação para exportação, sendo nossa principal iniciativa para preparar empresas visando o mercado externo. Quando abordamos uma cervejaria interessada em exportar, estamos nos referindo a alguém que já possui atuação no estado, talvez já esteja vendendo para outros estados e que vem considerando a possibilidade de exportação para outros países, mas nem sempre tem ideia de como realizar esse processo.

    O processo de qualificação começa desde o básico, ensinando a empresa a classificar seu produto, orientando sobre os registros necessários na Receita Federal para possibilitar a exportação. Abordamos desde pontos iniciais até questões mais complexas e rigorosas relacionadas à exportação. Discutimos temas como formação de preço, tratamento tributário, logística, frete, seguro, financiamento. Tratamos também de questões como isenção tributária, embalagem, rótulo, requisitos sanitários no país de destino, legislação, entre outros.

    Esse é um trabalho abrangente que visa preparar uma empresa que não possui conhecimento sobre exportação. O processo dura aproximadamente quatro meses e é conduzido de maneira individualizada. Cada empresa recebe um roteiro, uma velocidade e um aprofundamento específico, levando em consideração o perfil da empresa. Ao final do processo, a empresa desenvolve um plano de exportação para o seu produto, no caso da cerveja, destinado a um mercado específico.

    Se uma cervejaria deseja exportar, o estudo e a estratégia serão diferentes, seja para uma cerveja do tipo Pilsen para o Paraguai, ou para um formato cigano direcionado aos Estados Unidos. Para cada empresa, trabalhamos junto com o empresário para definir a estratégia, compreender a visão e auxiliar no desenvolvimento de um plano e uma rota para a exportação. Vale destacar que conseguimos oferecer esse serviço gratuitamente em qualquer local do Brasil em que a empresa esteja situada.

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