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Copa ajuda e produção de alcoólicas cresce após 2 meses; veja análises

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
9 de janeiro de 2023
Atualizado em: 9 de janeiro de 2023
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    Após dois meses de queda, a produção de bebidas alcoólicas se recuperou no Brasil e apresentou alta de 1,4% em novembro de 2022, de acordo com o IBGE, na comparação com o mesmo mês de 2021. Foi um crescimento maior do que o da produção industrial, que ficou em 0,9% na análise anualizada, com queda de 0,1% ante outubro.

    Mesmo com a alta em novembro, a produção de bebidas alcoólicas no Brasil está em queda em outros dois cenários. O recuo é de 0,6% em 2021 e de 1% no período acumulado de 12 meses.

    Esse resultado da atividade industrial em novembro provocou visões diferentes de analistas de mercado. No Monitor do Mercado, a XP Investimentos relatou que “a produção de bebidas alcoólicas veio acima das nossas estimativas (7,5%) e, aplicando a sazonalidade, as estimativas para o 4T aumentam 5,0%”.

    Leia também – Ação da Ambev desvaloriza 6% em 2022 e acumula 3º ano seguido de queda

    Assim, exibiu otimismo com os próximos resultados da Ambev. “Após uma queda em outubro, mas com uma surpresa positiva em novembro, uma vez que aplicamos a sazonalidade, nossa regressão sugere volumes para a Cerveja Brasil da AmBev ligeiramente abaixo (-1,6%) do que estimamos para o 4T, mas continuamos confiantes principalmente devido à recuperação do canal on-trade (bares e restaurantes) e consumo fora de casa impulsionado pela Copa do Mundo”, diz.

    Para analistas do Morgan Stanley, porém, o resultado deveria ter sido melhor, pois novembro marcou o início da disputa da Copa do Mundo no Catar, com a realização de jogos nos 11 dias finais do mês. Eles avaliam que o clima, com chuva e temperaturas mais amenas do que o usual para o período, pode ter provocado esse resultado.

    “Dado que os números mensais já foram provavelmente impactados até o início da Copa do Mundo, esperávamos um desempenho melhor para a indústria. Talvez as temperaturas mais baixas em novembro possam ajudar explicar o desempenho indiscutivelmente inferior (novembro foi muito mais frio do que a média em regiões-chave, embora também chuvosa)”, afirmam Ricardo Alves e Lucas Mussi.

    Os analistas do Morgan Stanley lembram, ainda, que a seleção brasileira foi eliminada precocemente na Copa do Mundo e que os feriados de Natal e réveillon aconteceram no fim de semana, o que pode ter provocado impacto negativo na demanda por cerveja em dezembro, em efeito que tornará o começo de 2023 mais desafiador.

    “Olhando para o futuro, questionamos como se deu efetivamente a demanda/produção em dezembro também considerando a saída relativamente precoce do Brasil da competição de futebol e também levando em conta um clima persistentemente mais frio/chuvoso em todas as regiões, bem como as datas da temporada de férias (Natal e Ano Novo no fim de semana)”, dizem. “Isso sugere uma demanda um pouco mais difícil pelo cenário no Brasil, por isso continuamos mais cautelosos com a demanda de cerveja em 2023, pelo menos por enquanto”, acrescentam os profissionais do Morgan Stanley.

    Produção industrial
    Se a produção de bebidas alcoólicas apresentou resultado positivo em novembro, o desempenho das não alcoólicas foi ainda melhor no período, com alta de 10,5% ante o mesmo mês de 2021. Com isso, passou a acumular crescimento de 10,2% em 2022 e de 9,2% de dezembro de 2021 a novembro do ano passado.

    O resultado também causou impacto na produção de bebidas, que expandiu 5,8% em relação a novembro de 2021 e 10,3% ante outubro de 2022. No ano, a alta é de 3,5%, ficando em 2,7% no período de 12 meses.

    O crescimento de dois dígitos do setor de bebidas pode ter relação com o atendimento de fim de ano, explicou o gerente da pesquisa, André Macedo. Ele ressalta, no entanto, que essa atividade vinha com perdas importantes nos dois meses anteriores.

    Já a indústria nacional apresentou queda, apesar da variação positiva, de 0,9%, em relação a novembro de 2021. Porém, houve queda de 0,1% ante outubro. No ano, a retração está em 0,6%. Já ao longo de 12 meses, o recuo é de 1%.

    “Nos últimos seis meses, foram quatro resultados negativos, do total de cinco que tivemos até agora para 2022. Isso mostra o setor girando em torno de um mesmo patamar, mas com um viés negativo, já que a média móvel trimestral está em queda pelo quarto mês seguido e mostra uma trajetória decrescente muito clara”, explica Macedo.

    Em novembro, 11 das 26 atividades pesquisadas pelo IBGE tiveram queda, com os piores resultados sendo dos setores de indústrias extrativas (-1,5%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-6,5%), produtos têxteis (-5,4%), confecção de artigos do vestuário e acessórios (-3,8%), produtos de metal (-1,5%) e produtos de minerais não metálicos (-1,2%).

    A alta de 10,3% das bebidas foi um dos destaques da atividade industrial brasileira em novembro, assim como produtos alimentícios (3,2%), veículos automotores, reboques e carrocerias (4,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,8%).

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