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Consumidor

Com Tamanduá e Preguiça-de-Coleira, Cia de Brassagem dá visibilidade à preservação

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
8 de outubro de 2021
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    Entre o recomeço das atividades e o apoio à preservação das diversas espécies que compõem a fauna, a Cia de Brassagem Brasil (CBB) vai renovando o seu portfólio e reapresentando cervejas ao público. Em uma das suas mais recentes ações, ela relançou dois rótulos de uma vez: a Tamanduá-Bandeira e a Preguiça-de-Coleira, agora tendo como motivação a abertura de uma nova base do Instituto Tamanduá, em Ilhéus (BA).

    A “dobradinha” entre a Cia de Brassagem e o Instituto Tamanduá foi retomada por fazer parte do cerne do modo de operação da cervejaria. Criada em 2017, a marca procura institutos que cuidam da preservação da fauna brasileira, propõe uma atuação conjunta, insere o animal no rótulo da cerveja que leva o seu nome e repassa uma parte do valor arrecadado ao parceiro.

    Leia também – Street art e cerveja: Pabst apoia exposição de Binho Ribeiro no Beco do Batman

    Nas suas sedes, como agora acontece na base de Ilhéus do Instituto Tamanduá, as cervejas da Cia de Brassagem estão à venda. E não apenas aquelas criadas a partir do acordo com esse parceiro específico, mas também as que possuem vínculo com outras instituições. Ações que funcionam como trocas de visibilidade: para a causa da preservação, o trabalho dos institutos, os animais ameaçados e a cervejaria.

    “Isso nasceu com a cervejaria, no nome. Colocamos o Brasil no nome e nos perguntamos sobre o que nos dava orgulho. A resposta é biodiversidade. E aí fomos para a fauna, para falar dos animais. O passo seguinte, então, foi fazer cervejas que falam da importância da preservação”, explica Danielle Mingatos, sócio e co-fundadora da Cia de Brassagem.

    Assim como boa parte do setor de artesanais, a CBB vai, aos poucos, retomando o nível pré-pandêmico. A marca chegou a paralisar a sua produção – feita de modo cigano – de maio a outubro de 2020, quando sobreviveu à base do que estava em estoque. E, agora, com a volta gradual da atividade e dos eventos, tem buscado nova abordagem para o seu portfólio.

    Mingatos explica, por exemplo, que a Tamanduá-Bandeira e a Preguiça-de-Coleira, hoje encaradas como rótulos sazonais, só seriam produzidas entre o fim de 2021 e o início de 2022. Um plano alterado com a abertura da base do Instituto Tamanduá em Ilhéus.

    “A Tamanduá voltaria de qualquer maneira. Quando falaram que ia abrir a base, antecipamos o que deixaríamos para produzir visando o final do ano. Já a Preguiça seria para o verão”, afirma Mingatos.

    As cervejas e os animais
    A Tamanduá-Bandeira é uma Vienna Lager com 5,5% de graduação alcoólica e 22 IBUs de amargor. “É mais acobreada, assim como a penugem do tamanduá-bandeira, que é mais voltada ao marrom”, relata a sócia da CBB.

    O animal, de acordo com avaliação do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), está em condição vulnerável no Brasil. A análise se dá considerando a perda de 49,1% do Cerrado nos últimos 50 anos (bioma que provavelmente abriga a maior fração da população da espécie), o avanço do desmatamento no bioma amazônico e a perda de 88% do bioma Mata Atlântica. Assim, infere-se que pelo menos 30% da população foi perdida nos últimos 26 anos. Além disso, o tamanduá-bandeira está extinto em estados como Santa Catarina.

    Já a Preguiça-de-Coleira é uma Cream Ale com 4,6% de graduação alcoólica e 13 IBUs. “Ele é um bicho clarinho. E queríamos lançar uma cerveja mais leve. Usamos flocos de milho para dar leveza, embora com amargor”, detalha Mingatos.

    Nesse caso, o ICMBio avalia se tratar de outra espécie vulnerável. E justifica, “considerando a sua área de ocupação estimada de pelo menos 978km², imersa em matriz florestal severamente fragmentada, sofrendo declínio continuado em sua área de ocupação e qualidade do hábitat. Para os últimos 23 anos não foram identificados eventos de extinção nas populações localizadas nas extremidades da extensão de ocorrência, pelo contrário, novos registros ampliaram esta extensão de ocorrência da espécie”, relata o instituto.

    Os rótulos vinculados ao Instituto Tamanduá são apenas 2 dos 18 que fazem parte do portfólio da Cia de Brassagem, que tem optado, hoje, por manter quatro deles como opções fixas: a Tartaruga de Pente (Belgian Blonde Ale), a Onça-Pintada (Session IPA), a Ariranha (Tropical Stout) e a Mico Leão Dourado (Irish Red Ale).

    Confira a página da Cia de Brassagem no Guia do Mercado

    Hoje produzindo suas cervejas na Los Compadres, em Atibaia (SP), a Cia de Brassagem acredita que cumpre um papel importante ao unir cerveja, fauna e conscientização.

    De alguma forma, conscientizamos as pessoas. Trazemos os animais nos rótulos, falamos da preservação. Você tem a opção de tomar uma cerveja. E aí também contribui para a causa. Tem uma coisa agregada ao produto além da boa cerveja entregue ao consumidor

    Danielle Mingatos, sócio e co-fundadora da Cia de Brassagem
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