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Consumidor

Elas passarão: Uma conversa com Titi Müller sobre o Mestre Cervejeiro

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
24 de agosto de 2018
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    Titi Müller
    Titi Müller é a apresentadora do Mestre Cervejeiro

    Quando o produtor, compositor e DJ israelense Asaf Borgore subiu ao palco do Lollapalooza em 2017, a apresentadora Titi Müller protagonizou um dos momentos mais históricos da televisão brasileira. Ao vivo, depois de chamar as letras do polêmico músico de “machistas, misóginas, babacas”, ela concluiu: “Eu gostaria de falar ‘machistas não passarão’, mas vai passar nesse canal agora. É isso aí, Borgore. Vai que é tua, querido”.

    Mais de um ano depois, Titi volta de certa maneira a fazer história, ao menos sob o ponto de vista do mercado cervejeiro. Será a apresentadora da nova temporada do reality show Eisenbahn Mestre Cervejeiro, programa que representa bem a expansão do setor ao chegar agora em duas das principais emissoras nacionais: a Multishow e a Globo.

    A atração estreia neste domingo, às 22h45, no Multishow. Serão oito episódios com 30 minutos de duração – a Globo terá uma versão pocket de 5 minutos, nas madrugadas de sábado, após o Zero1– para eleger a melhor receita do país no estilo Berliner Weisse.

    Titi Müller, Juliano Mendes, Bia Amorim e Sady Homrich (Crédito da imagem: Marina Atallah)

    Dez participantes concorrerão ao posto, após serem selecionados entre centenas de concorrentes que mandaram suas amostras de Berliner Weisse. E, para definir o campeão, três jurados foram escolhidos: Bia Amorim, sommelière de cervejas; Juliano Mendes, fundador da Eisenbahn; e Sady Homrich, baterista do Nenhum de Nós e uma das principais referências cervejeiras do país.

    “O telespectador pode esperar um programa muito divertido, que combina de um jeito muito leve informação e entretenimento. É o primeiro ano dele no Multishow, então tem que ter a ver com a grade da emissora”, conta Titi ao Guia da Cerveja.

    Um dos principais atrativos do programa, segundo ela, será respeitar as duas pontas que unem as artesanais: a leveza própria do universo cervejeiro e a profundidade de um mercado que se consolidou nos últimos anos.

    “Cerveja é para ser um assunto divertido, apesar de muita gente levar muito a sério. E nesse programa a gente leva a sério, sim. Afinal, é em busca do melhor cervejeiro artesanal de 2018, e isso é uma responsabilidade muito grande”, salienta a apresentadora, reforçando que o programa agradará tanto profissionais quanto “amadores”.

    “Então, podem esperar um programa muito leve, muito divertido, que combina o melhor dos dois universos: as informações técnicas e a cerveja. Quem gosta muito de cerveja, quem sabe bastante do assunto, pode assistir que vai gostar. E quem não entende nada, é aquele bebedor de boteco, aquele bebedor ocasional, vai gostar também.”

    A Titi cervejeira
    Embora não fosse exatamente uma especialista em cerveja, Titi conta que tinha certo conhecimento das artesanais antes do programa. Sua primeira “experiência” foi aos 19 anos, quando um amigo de Porto Alegre a presentou com algumas garrafas. “Pensei: ‘nossa, que cerveja diferente, nem parece cerveja’. E entendi que, na verdade, isso é a cerveja true mesmo, aquela cerveja que até alimenta.”

    Desde então, desenvolveu algumas preferências, como o próprio estilo da nova edição do Mestre Cervejeiro. “Não tenho nenhum rótulo favorito de cerveja artesanal, mas gostei bastante da Berliner Weisse”, diz. “Achei uma cerveja refrescante, leve, lembra quase um frisante. Não saberia falar muito tecnicamente sobre ela, mas gostei muito de degustar.”

    Sobre as cervejas da Eisenbahn, patrocinadora do programa, ela conta ter gostado muito da 5 (uma Amber Ale) e da Oktoberfest. Arremata, então, com o humor debochado e precisamente espontâneo que tão bem a caracteriza. “Todas, na verdade. É difícil, tipo escolher o filho favorito.”

    Mas foi na própria gravação do Mestre Cervejeiro que a apresentadora se aprofundou nesse universo. Se antes pouco sabia sobre os processos de produção, os dois meses de “curso intensivo” mudaram sua percepção. Agora, ela brinca, já pode até fazer figuração como mestre cervejeira.

    “Sei agora tudo de maltes, lúpulos, água, pH, carbonatação. E é bem interessante, porque agora estou bebendo cerveja e estou conseguindo até distinguir. Na hora de degustar estou conseguindo virar quase uma sommelière: tento chutar qual a escola da cerveja, qual os lúpulos usados, se o malte foi torrado ou não. Já dá para arranhar um papo de mestre cervejeira.”

    Elas passarão
    A chegada de um reality show sobre cerveja a duas consagradas emissoras não apenas representa um marco ao mercado, como traz a oportunidade de debater importantes questões sobre o setor. Em um país onde a imagem da mulher cervejeira ainda é quase sinônimo de coxas de fora e bandejas na mão, o Mestre Cervejeiro pode significar uma guinada importante no imaginário coletivo.

    Vítima ela própria do mais cruel, abjeto e criminoso tipo de machismo, Titi Müller vê o programa como oportunidade para redefinir paradigmas. Quebras, aliás, que são recorrentes em sua trajetória, iniciada com o Podsex, na MTV.

    “Dá para fazer um paralelo com meus trabalhos anteriores. Desde 2008, quando comecei a falar sobre sexo, causava um certo estranhamento, talvez por eu não ser o estereótipo da pessoa que falava sobre sexo na época. E talvez eu não seja hoje o estereótipo da pessoa que fala sobre cerveja”, avalia a apresentadora, antes de acrescentar.

    “Tem muito preconceito sim [no universo cervejeiro]. A mulher é vista como a pessoa que serve a cerveja, e não a pessoa que faz a cerveja. Mas nesta temporada teremos várias surpresas positivas nesse aspecto.”

    E não é apenas a sua participação que pode descontruir estereótipos. Titi menciona, por exemplo, a importante presença de Bia Amorim entre os jurados. “Acho que mais importante do que ter uma mulher ancorando o programa é ter uma jurada como a Bia Amorim, que é uma especialista técnica incrível, uma sommelière de cerveja fantástica, que entende tudo do assunto e que quebra bastante o estereótipo do que é uma mulher que gosta de cerveja.”

    Evitando o spoiler, mas prenunciando uma boa participação feminina, a apresentadora lembra também das mulheres concorrentes – Anne Galdino, Bia Haik e Mari Bybyk. “E temos três candidatas a mestre cervejeira neste ano, as três fantásticas e que estão lá por mérito próprio total – não teve nenhuma cota a ser preenchida porque os testes são feitos às cegas. Não vou dar muito spoiler, mas fiquei muito muito feliz com a inclusão do nosso gênero, com as mulheres representando muito na cerveja também.”

    Se gente babaca como Asaf Borgore não passará no Mestre Cervejeiro, certamente as mulheres passarão. “Estamos aí para quebrar preconceitos também”, avisa Titi.

    Que comecemos, então, aqui, desde já. Lugar de mulher é na cozinha, certo? Pode até ser. Mas só se for para abrir – ou produzir – a sua própria cerveja.

     

    Leia, também, no Guia da Cerveja:

    https://guiadacervejabr.com/o-abismo-sublime-a-turbulenta-relacao-que-une-cerveja-alcool-e-literatura-russa/

    https://guiadacervejabr.com/cangaceiras-da-cerveja-a-luta-da-confraria-maria-bonita-pela-inclusao-feminina/

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