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Consumidor

Entrevista: Hofbräuhaus BH revela bastidores do lançamento da Royal Export no Brasil

O rótulo havia sido descontinuado na Alemanha em 1992. Conquista inédita envolveu anos de negociação e adaptação de cada etapa de produção para que reproduzisse o rigor técnico de confecção da cerveja

Élida Oliveira
Por Élida Oliveira
1 de outubro de 2025
Atualizado em: 3 de outubro de 2025
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    Hofbräuhaus BH é o primeiro e único brewpub da HB na América Latina (Crédito: Carol Thusek / Dvulgação)
    Hofbräuhaus BH é o primeiro e único brewpub da HB na América Latina (Crédito: Carol Thusek / Dvulgação)

    A tradição cervejeira da Alemanha encontra a inovação brasileira em um lançamento histórico: a Hofbräuhaus BH, o único brewpub da marca na América Latina, lançou no final de setembro a HB Royal Export em garrafas em Belo Horizonte (MG). A cerveja seguirá a receita original, que foi descontinuada na Alemanha em 1992, em uma edição limitada de 4 mil unidades. 

    Esta será a primeira vez em 436 anos que uma cerveja da Hofbräu é produzida em garrafas fora de Munique, segundo Bruno Vinhas, proprietário da Hofbräuhaus BH. A conquista da autorização para engarrafar as cervejas da casa abre um novo capítulo para o brewpub, permitindo que a degustação cervejeira, antes restrita ao salão, seja levada para a casa dos consumidores.

    LEIA TAMBÉM:

    Com Hofbräu, Brasil consolida tendência de “nacionalizar” rótulos estrangeiros

    De acordo com Bruno, o lançamento celebra o sucesso e a fidelidade à marca, e demonstra a confiança da matriz alemã no trabalho realizado em Belo Horizonte. 

    “Cada ingrediente, cada etapa de produção foi pensada para reproduzir fielmente a cerveja que marcou gerações. O desafio foi grande: equilibrar o rigor técnico, a importação de insumos e a adaptação ao nosso processo local sem perder uma grama de autenticidade”, afirma o proprietário da Hofbräuhaus BH.

    O Guia da Cerveja conversou com Bruno Vinhas para saber mais detalhes sobre este feito histórico. Confira, abaixo, a entrevista:

    A HB Royal Export é a primeira cerveja da Hofbräu a ser produzida e engarrafada fora da Alemanha em mais de quatro séculos. Qual o significado desse feito?

    É um marco histórico. Em mais de quatro séculos, a Hofbräu nunca havia autorizado que uma cerveja fosse produzida e engarrafada fora de Munique. Para nós, em Belo Horizonte, é o reconhecimento de que conseguimos trazer a essência da marca com tanta fidelidade que merecemos essa confiança. Para o público, significa ter em mãos não apenas uma cerveja, mas um pedaço vivo da tradição bávara, em edição limitada e inédita.

    A receita da Royal Export foi descontinuada em 1992. Como foi o processo para recriá-la e quais os desafios para garantir sua autenticidade?

    Foi como trazer de volta uma joia esquecida. Tivemos acesso aos arquivos históricos da Hofbräu e trabalhamos em conjunto com os mestres cervejeiros de Munique. Cada ingrediente, cada etapa de produção foi pensada para reproduzir fielmente a cerveja que marcou gerações. O desafio foi grande: equilibrar o rigor técnico, a importação de insumos e a adaptação ao nosso processo local sem perder uma grama de autenticidade.

    O que torna esta cerveja única?

    A HB Royal Export é uma Helles Export, versão mais alcoólica da Munich Helles feita originalmente para exportação de fato (Crédito: HB Belo Horizonte / Divulgação)
    A HB Royal Export é uma Helles Export, versão mais alcoólica da Munich Helles feita originalmente para exportação de fato (Crédito: HB Belo Horizonte / Divulgação)

    Ela carrega duas exclusividades: ser uma receita histórica da Hofbräu, descontinuada há mais de 30 anos, e ser a primeira cerveja da marca a ganhar vida fora da Alemanha. É uma combinação rara de tradição e inovação.

    Como foi o processo de negociação e autorização para engarrafar a Royal Export no Brasil?

    Foram anos de diálogo, provas de consistência e confiança mútua. Munique é extremamente rigorosa com quem representa a marca. Precisamos mostrar que não apenas seguimos as regras de produção alemãs, mas que cultivamos a experiência da Hofbräu em cada detalhe. Essa conquista não é só nossa: é também do público de BH, que ajudou a construir uma história de 10 anos de fidelidade e respeito à tradição.

    Quais são os principais desafios de logística e controle de qualidade para garantir que o produto seja idêntico ao de Munique? 

    O principal é o rigor: água, malte, lúpulo e levedura precisam seguir padrões alemães. Importamos insumos, calibramos processos e fazemos testes em conjunto com a equipe de Munique. A cada garrafa, a missão é simples e, ao mesmo tempo, desafiadora: entregar ao cliente exatamente a mesma experiência que ele teria na Hofbräu original. 

    A edição é limitada a quantas unidades e por quanto tempo estará à venda? 

    Serão apenas 4 mil garrafas. Quando acabar, acabou. Estimamos que dure pouco — algumas semanas, dependendo da procura. Já foram adquiridas quase metade das garrafas produzidas.

    O que muda para a Hofbräuhaus BH, tanto na produção quanto na logística de vendas, agora que vocês podem oferecer as cervejas para serem levadas para casa?

    Muda tudo. Até então, a experiência só era possível dentro do nosso salão. Agora, o cliente pode levar para casa um pedaço dessa vivência. É um novo capítulo: da mesa compartilhada do brewpub para a mesa da sua casa, sempre com a mesma qualidade.

    O engarrafamento será uma prática para outras cervejas da casa ou apenas para ocasiões especiais?

    A Royal Export abre caminho para projetos especiais, mas não será rotina. Queremos preservar a exclusividade. Cada lançamento será um evento em si, algo esperado e celebrado.

    A Hofbräuhaus BH é o único brewpub da marca na América Latina. Qual o papel da casa na disseminação da cultura de cerveja fresca no Brasil?

    Fomos pioneiros em trazer o conceito alemão de cerveja fresca, feita dentro da própria casa, para o Brasil. Nosso papel é de embaixadores: mostrar que cerveja pode ser cultura, tradição e experiência coletiva. É muito mais do que beber: é viver momentos, compartilhar e criar memórias.

    A arquitetura do brewpub e as cerimônias, como o Keg Tapping, criam uma experiência autêntica. Por que é importante manter essa fidelidade cultural em um mercado cervejeiro que tem se diversificado tanto?

    Porque é justamente essa fidelidade que torna a Hofbräu única. O público encontra no nosso espaço a mesma atmosfera que encontraria em Munique: a arquitetura, as músicas, os trajes, a cerimônia de abertura dos barris. Em um mundo de novidades a cada semana, oferecer algo autêntico, testado pelo tempo, é um diferencial enorme. Quem vive essa experiência entende que é algo que vai além da cerveja — é mergulhar em 436 anos de história.

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      Élida Oliveira
      Élida Oliveira
      Jornalista formada pela PUC-PR, escreve sobre economia, investimentos, educação, ciência e saúde. Tem passagens pelo Estadão, Folha de S.Paulo, g1, El País, UOL e InfoMoney. Sempre curiosa por aprender e informar.
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