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Consumidor

Entrevista: O calor, a novela e o país das maravilhas da siberiana da Wonderland

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
12 de setembro de 2019
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    O nome em inglês expõe que há alguns diferenciais na Wonderland Brewery (Cervejaria País das Maravilhas, em uma tradução livre) em comparação com outras marcas artesanais brasileiras. Afinal, embora tenha surgido no Rio, essa microindústria tem em sua sociedade dois estrangeiros, a russa Anna Lewis e o norte-americano Chad Lewis, esposa e marido e também fundadores da cervejaria ao lado de Pedro Fraga.

    Nascida na Sibéria, Anna mudou para São Petersburgo antes de ir aos Estados Unidos com o então namorado e hoje marido e sócio. Essa passagem por algumas das principais nações do mundo ganhou novo destino em 2015, quando ela e Chad vieram ao Brasil e, mais especificamente, para o Rio.

    Foi na capital fluminense, então, que tudo mudou. De cervejeira caseira, decidiu deixar a carreira profissional em tecnologia da informação para exercer a criatividade com os seus próprios rótulos. E do aniversário de 150 anos do lançamento de Alice no País das Maravilhas, em 2015, surgiu a inspiração para nomear a cervejaria que deixou o papel, de fato, em 2018.

    Desde então, o universo criado por Lewis Carroll, que em muitos momentos se utiliza de eventos característicos dos sonhos para criar o cenário de suas obras, tem inspirado os rótulos da Wonderland, como o Timeless Porter – recém-premiado na edição carioca do Mondial de la Bière com a medalha de platina e inicialmente concebido para a sua festa de casamento – e se confundido com a vida de Anna no Rio e com as cervejas artesanais, descritas por ela mesmo como seu “país das maravilhas”.

    Confira, a seguir, a entrevista completa com Anna Lewis, sócia da premiada Wonderland Brewery.

    Como surgiu a ideia de homenagear Alice no nome da cervejaria?
    O mundo das cervejas artesanais é tão complexo como o País das Maravilhas. E quando você cai no “país das maravilhas” das cervejas artesanais, é muito difícil sair. Então, achamos essa ideia boa.
    Quando chegamos ao Rio em 2015, era aniversário de lançamento do livro “Alice no País das Maravilhas” (150 anos do seu lançamento). Então, estávamos em Botafogo e vimos vários livros em diferentes livrarias e achamos que as pessoas gostavam muito dele. Nos pareceu uma ideia boa, de referência, com os livros e personagens.

    De que modo essa homenagem pode ser percebida nas cervejas? Vocês pensam no universo da Alice no momento de concepção dos rótulos?
    Quando achamos o personagem, também criamos uma personalidade, para as pessoas se conectarem com o personagem. Na sociedade, temos pessoas diferentes, com interesses diferentes. Criamos o personagem para se relacionar com as pessoas. E tentamos achar o que a pessoa vai gostar, qual é a sua personalidade. Para nós, Alice significa curiosidade, por isso temos uma cerveja com esse nome – Curioser & Curioser. É uma IPA com pêssego e damasco, mas não tão amarga quanto outras IPAs, bem equilibrada. É uma IPA para quem está entrando no mundo das artesanais e descobrindo cervejas. Então é uma cerveja para pessoas curiosas como a Alice e combina com sua personalidade.

    A Timeless Porter, que ganhou a medalha de platina (no Mondial Rio), é a minha cerveja preferida. Fizemos para o nosso casamento, há quatro anos. Como fizemos aniversário de casamento agora, foi o melhor presente que poderíamos receber (a medalha). Essa cerveja é para pessoas sofisticadas, que gostam de café e chocolate, que estão sempre na correria, pensando em coisas interessantes e grandes. E tem o personagem do coelho, sempre rápido e correndo. E combina com personalidades assim.

    Leia também: Porter da Wonderland leva a medalha de platina no concurso do Mondial

    Você é russa e o seu marido, norte-americano. Há outros estrangeiros na Wonderland? E como se dá essa relação de dois estrangeiros com o Brasil e suas cervejarias?
    A maioria da nossa equipe é de brasileiros, mas somos bem internacionais. Temos outra pessoa nos Estados Unidos, um cervejeiro, que nos ajuda a fazer receitas, e que possui experiência em outras cervejarias de lá. É um amigo desde o começo do projeto, que nos dizia que éramos malucos, mas depois começou a acreditar, vendo nosso progresso. Não temos diferença de percepção por sermos estrangeiros, embora exista muita curiosidade das pessoas sobre nós.

    Acho que o mercado brasileiro está crescendo e é uma oportunidade boa. E também há uma razão pessoal para estar aqui, pois quando era criança, eu via as novelas brasileiras na Sibéria. Para quem mora na neve por nove anos, com temperaturas de -50ºC, o Rio é o “país das maravilhas”. Agora moro em Copacabana, há dois quarteirões da praia, então estou muito feliz.

    Você e seu marido já haviam trabalhado com cerveja antes da chegada ao Brasil? Como surgiu a ideia de investir nesta área?
    Nós bebíamos cerveja, fazíamos em casa, mas nunca tínhamos trabalhado com isso profissionalmente. Trabalhei com TI por 11 anos, sou uma engenheira de telecomunicações. Hoje adoro trabalhar com cervejas porque posso ser mais criativa para criar os rótulos, os personagens, as cervejas. E isso eu não tinha no meu trabalho anterior.

    Por que a Wonderland foi premiada no Mondial com a Timeless Porter? Qual é o diferencial dela?
    É uma cerveja muito equilibrada. Ela traz alguma experiência gastronômica. Tem equilíbrio entre aroma, corpo, gosto, retrogosto. É muito agradável. Uma cerveja muito boa, de qualidade, bem fresca.

    O que a premiação representa e significa para o futuro da cervejaria?
    O melhor presente é o feedback dos consumidores quando eles se tornam fã da nossa marca e das nossas cervejas. Quando falam que sabem que a cerveja é nossa por ter determinada qualidade, como aroma, gosto, retrogosto e corpo. É o melhor presente para nós.

    Quais são as últimas novidades da Wonderland?
    Lançamos três cervejas Sours no Mundial. Fizemos com o método party-gale, com o uso do mesmo mosto, fazendo duas cervejas diferentes, sendo uma mais encorpada, com maior graduação alcoólica, e a outra mais leve, usando os mesmos ingredientes, para sermos mais eficientes. A primeira é a Poacher, uma Imperial IPA com corpo maltado, muito aromática. É a cerveja da Morsa, o personagem forte, brutal, masculino, para quem gosta de cerveja forte. A outra é a Sour, que foi dividida em duas, uma com cacau e morango e a outra com cacau e cupuaçu. São as cervejas dos Gêmeos da história da Alice. E podemos fazer a terceira, misturando elas em proporções iguais e fazendo uma cerveja com quatro frutas.

    Como estrangeira, qual é a sua visão do mercado de cervejas artesanais no Brasil?
    Quando chegamos aqui no Brasil em 2015, várias marcas de cerveja artesanal estavam nascendo, mas não havia uma marca que dominasse o mercado. Também não havia muita variedade. Agora está crescendo bastante, tem muito interesse, como a gente vê no Mondial, que atraiu mais gente do que no ano passado. Eu acho que o mercado brasileiro ainda vai crescer mais.

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