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Cultura

Cultura urbana x modernidade: Homenagem da Wäls resgata tradição da Lagoinha em BH

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
13 de setembro de 2019
Atualizado em: 13 de setembro de 2019
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    Hoje escondido por viadutos, o bairro da Lagoinha tem sua importância histórica para Belo Horizonte, especialmente nos anos de urbanização. Traço marcante da formação da cultura e da boemia da capital mineira, a ponto de ter o seu nome gravado em um dos copos mais conhecidos do mundo, a Lagoinha viu as suas ruas voltarem a ganhar atenção e a serem cenário cultural e de arte urbana com o Festival Cura, que começou no início do mês e vai até o próximo domingo, tendo o apoio da Wäls, cervejaria que aproveitou o evento para lançar um rótulo que também homenageia a região.

    A Lagoinha traz em sua história um rompimento provocado pelo crescimento urbano. No início da década de 1980, o bairro teve a Praça Vaz de Mello implodida para a construção do Complexo da Lagoinha, ligação viária que une diferentes regiões e avenidas de Belo Horizonte.

    Leia também: Oficina de cerveja pode impulsionar sonho de marca própria de Heliópolis

    A ação é vista por especialistas como determinante para a fragmentação do bairro, que fica nas proximidades do “Baixo Centro” da capital mineira, mas que acabou passando a ser visto muito mais como uma via de passagem. Assim, ficou para trás os tempos áureos da boemia na região, marcados pela intensa movimentação em bares, restaurantes, feiras, comércios e hotéis.

    Também acabou relegada ao segundo plano a história iniciada com a ocupação da Lagoinha, ainda no fim do século XIX, com a chegada de imigrantes italianos para a construção de Belo Horizonte, inaugurada em 1897.

    Ali eles ficaram e foram construindo histórias, marcas e lendas que se inseriram na trajetória e na cultura da capital mineira, como a Loira do Bonfim, o copo Lagoinha – nomenclatura abrasileirada e divertida do copo americano – e mesmo o bloco de carnaval Leão da Lagoinha, o primeiro da capital mineira.

    Festival Cura
    Resgatar parte dessa essência e também mostrar o que tem sido feito na região é parte da proposta do Circuito Urbano de Arte, o Cura, que está na sua quarta edição, sendo a primeira na Lagoinha. Um movimento que já deixou a sua marca em outras regiões de Belo Horizonte com suas pinturas em empenas.

    “Não queremos apenas resgatar a história da Lagoinha, mas também contar o que está acontecendo hoje, dando visibilidade para suas ações. Tem muita gente criativa empreendendo, artistas. O objetivo é apoiar o que está acontecendo”, explica Juliana Flores, uma das idealizadoras do Cura.

    “O Felipe, o Tales e o Daniel (artistas urbanos da região) nos convidaram e definimos uma programação em rede, que envolve a Casa Rosa do Bonfim, a Universidade Popular do Som, o Quintal do Seu Antônio. Estamos dando visibilidade aos espaços que já existem nesse território”, acrescenta Juliana. “Também discutimos arquitetura, urbanismo e as mudanças para fazer as pessoas também entenderem o passado e não errarem no futuro.”

    Como sua principal marca, o festival tem feito pinturas em muros, fachadas e bares do bairro, transformando a Rua Diamantina em um mirante de arte urbana. A partir de agora, portanto, quem olhar para o alto na Lagoinha não verá apenas viadutos, mas uma galeria a céu aberto. E o movimento também conta com outras atrações, como apresentações de DJs, roda de samba, shows, oficinas, mesas de debate e feira de arte, além de uma feira gastronômica.

    O apoio da Wäls
    A realização dessa nova edição do Cura e o local escolhido têm total relação com a Wäls. Afinal, foi de uma conversa entre a cervejaria e os responsáveis pelo festival, em fevereiro, que surgiu a ideia de organizar o evento na região.

    “Quando falei da possibilidade de um Cura na Lagoinha, pois tinha feito um passeio com o pessoal da Lagoinha para mapear mirantes, brilharam os olhos da Wäls. Eles disseram que era o que queriam, que queriam falar de Lagoinha, o berço da cultura e da boemia de Belo Horizonte. Ao contrário dos outros, esse Cura nasceu por causa do patrocinador. O desejo existia, tínhamos sido convidados, mas não tínhamos pernas para fazer se não tivéssemos o apoio da Wäls”, explica Juliana.

    Belo-horizontina, a Wäls comemora 20 anos de uma história bem-sucedida em 2019. A participação no Cura é, portanto, um dos marcos do seu aniversário e uma ação clara para referendar a sua ligação com a capital mineira. Mas está longe de ser a única que a associa com a região da Lagoinha nesse período de celebração.

    Outra iniciativa importante foi a criação de uma campanha, em parceria com o movimento Viva Lagoinha, para que o copo conhecido nacionalmente como americano passe a ser nomeado como lagoinha, modo como é pedido em todos os bares da capital mineira e que o tornou parte importante da cultura de botecos da cidade.

    Para isso, criou uma petição online, que colheu 2.146 assinaturas até a última quinta-feira. E pretende entregar esse volume para a Nadir Figueiredo, detentora dos direitos dos copos americano e lagoinha, em uma campanha para que os nomes deles sejam unificados. Procurada pela reportagem do Guia, a fabricante dos copos preferiu não se manifestar sobre a iniciativa da Wäls.

    “Ainda estamos colhendo as assinaturas na petição para podermos entregar à Nadir Figueiredo. Ao fim dessa campanha virtual, vamos mostrar todo o resultado para a empresa e buscar o reconhecimento pelo nome: copo lagoinha”, detalha Arnaldo Garcia, gerente de marketing da Wäls, apontando que a campanha é, também, uma homenagem a Belo Horizonte.

    “Ao completar duas décadas, decidimos mais uma vez homenagear Belo Horizonte e os mineiros. Então, buscamos algo que fala muito sobre a cidade e representa todo o lado boêmio e cervejeiro. O copo lagoinha é muito característico da cidade e é o mais usado no consumo da cerveja. Mas qual o motivo dele ser chamado ‘americano’?”, questiona o gerente de marketing da marca.

    “Então, resgatando nossa tradição e toda nossa história, na comemoração de 20 anos de Wäls, resolvemos fazer uma homenagem a um dos símbolos de Belo Horizonte. Assim como já fizemos com nossa cerveja, queremos levar o nome ‘lagoinha’ para o restante do Brasil e do mundo”, acrescenta Arnaldo.

    A cerveja Lagoinha
    E não parou nisso, pois a cervejaria também lançou a Wäls Copo Lagoinha, uma puro malte leve e clara do tipo Pilsen, com 4,2% de teor alcoólico e 20 IBUs.

    Criada especialmente para a região que lhe dá o nome, ela será exclusiva, com venda apenas nos bares do bairro. Seu rótulo também será especial: totalmente branco em um primeiro momento, ele vai reproduzir as artes criadas pelos artistas do Cura nas edificações após o fim do festival.

    “Essa importante região é histórica para Belo Horizonte e queremos trazer de volta toda sua tradição. E nada melhor do que fazer isso com uma grande festa, com uma nova cerveja, muita música e uma decoração diferenciada”, complementa o gerente da Wäls.

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