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Entrevista: A franquia e os planos de expansão da Antuérpia em SP

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
9 de novembro de 2018
Atualizado em: 9 de novembro de 2018
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    franquia
    franquia

    De inspiração belga, fundada em Minas Gerais e consolidada no Rio de Janeiro, a cervejaria Antuérpia engata seu plano de expansão rumo ao maior mercado brasileiro: o de São Paulo. Para se consolidar em um ambiente tão dinâmico, a empresa passou por um processo de revisão completo, que inclui desde o visual (reeditado em 2017) ao próprio modelo de negócio. Em 2019, a marca passa a apostar no modelo de franquia, com lojas de rua e em shopping centers em toda a região Sudeste.

    Saulo Oliveira, diretor da Antuérpia

    Para o diretor comercial da Antuérpia, Saulo Oliveira, o modelo tem potencial para dobrar o valor da marca e pode configurar uma ótima oportunidade de negócios. “Queremos levar para todos os franqueados uma ótima oportunidade financeira através de um ótimo produto.”

    Nessa entrevista exclusiva ao Guia da Cerveja, Saulo conta a trajetória da cervejaria premiada com a medalha de platina no Mbeer Contest, do Mondial de La Bière Rio, e discute os planos para o futuro da marca.

    Confira, a seguir, a entrevista com Saulo Oliveira, diretor da Antuérpia.

    A Antuérpia nasceu em Juiz de Fora e se consolidou no Rio de Janeiro. Como foi a chegada e o processo de se estabelecer no cenário carioca?
    Somos uma cervejaria fundada em 2009 para atender a demanda dos nossos restaurantes em Minas. Em 2011, resolvemos abrir o mercado. E, estrategicamente, geograficamente, o Rio de Janeiro é a maior cidade próxima. Então, em 2012, chegamos no mercado do Rio e a aceitação foi muito boa. Junto a isso fomos um dos maiores responsáveis pelo movimento de ciganos do Rio, tanto na cidade como no estado. Fizemos nascer grandes marcas que hoje estão consolidadas.

    Qual foi o papel da Antuérpia nesse ponto?
    Nasceram dentro da nossa fábrica. A Hocus Pocus, que está montando uma fábrica em Três Rios, nasceu lá dentro, a cervejaria Praya, a 3Cariocas, a Three Monkeys. Foi um berço para cervejarias cariocas, e isso levou a Antuérpa junto, trouxe o carinho do carioca. A aceitação foi muito boa, crescemos muito no Rio, mês a mês. Mas, de um ano e meio para cá, dois anos, focamos muito na nossa marca. Fizemos o re-design, tornamos a marca mais jovem, conversando mais com o público do rock, que é a nossa pegada, e a coisa foi crescendo em PG [progressão geométrica]. Nem esperávamos esse crescimento, da forma como foi acontecendo, e aí sentimos a necessidade de alçar voos maiores e chegar ao mercado de São Paulo.

    O que veio mais nessa reestruturação de marca?
    Na verdade foi o branding e o foco da fábrica, que passou a ser mais na produção própria. Em pouco mais de um ano, saímos de uma produção de 70% para marcas ciganas e 30% de Antuérpia para 95% de Antuérpia e 5% de ciganos. Foi uma decisão acertada, no meu ponto de vista, onde unimos força, reestruturamos nossa equipe comercial, criamos uma estrutura de fábrica e retaguarda muito forte, que outras cervejarias não têm. Isso propiciou nosso crescimento no Rio e consequentemente vieram os prêmios, em Blumenau, São Paulo, no próprio Mondial RJ. Achamos, então, que era hora de entrar no mercado de São Paulo. Viemos esperançosos, mas começamos com um representante comercial para atender os bairros dos Jardins, Itaim, Pinheiros, Vila Olimpía. Achamos que essa entrada seria complicada por sermos de Minas, uma cervejaria pouco conhecida – com a exceção dos “beergeks”, embora saibamos que a maior fatia do mercado não seja de beergeks. Mas a aceitação foi rápida. Várias vitrines como o Empório Alto de Pinheiros, Frangó, Casp [Cerveja Artesanal São Paulo], entre outros, adoraram o produto, vestiram a camisa e entenderam o conceito, o que é o mais importante. Mais do que um produto, queremos entregar um conceito, uma maneira de contribuir com o mercado de forma agradável.

    E qual é esse conceito?
    O objetivo da marca é entregar cerveja de qualidade a um ótimo custo-benefício e, claro, fazer as pessoas felizes. Basicamente é para isso que a gente trabalha, na área de eventos, principalmente em Minas e Rio – e vamos começar aqui. Então, é proporcionar uma experiência diferente para o consumidor. E vem dando muito certo. As coisas em São Paulo acontecem muito rápido, de modo dinâmico. O nível de serviço é altíssimo. E tudo isso permitiu nosso crescimento aqui.

    A Antuérpia chegou a São Paulo como uma curiosidade, uma marca exótica, ou com status como uma cervejaria conceituada?
    Antes de entrar em São Paulo, estudamos um ano o mercado, estruturamos toda a parte de logística, fizemos um recrutamento muito específico para um vendedor, apenas um, que soubesse vender, tivesse afinidade e vestisse a camisa da marca. Os próprios treinos, a própria parceria que fizemos com a Nikita com o chef Ronaldo Rossi, que é um cara muito respeitado. Chegamos com um cara forte, um nome conhecido daqui, mostrando que chegamos para somar, que não queremos subtrair de ninguém, sempre nessa política de querer fazer o bem, de levar cerveja boa para a galera. E a coisa aconteceu.

    Hoje vocês continuam com uma pessoa fazendo o comercial?
    Hoje temos um comercial para atender esta área e outro para atender o interior, que é São José dos Campos e litoral. O próximo passo é se estruturar para colocar mais um só para fazer o litoral, outro para fazer mais uma área na capital, outro vendedor para atacar o varejo, pois a Antuérpia nos outros estados – Minas, Rio e Espírito Santo – é muito forte no varejo. Agora vamos procurar os melhores varejos daqui. Nossa expectativa para esse fim de ano e para o próximo é a melhor possível. Nossa estratégia, nossa verba de marketing, estão todas voltadas para fazer acontecer em São Paulo.

    Em paralelo, vocês têm algum outro plano de expansão?
    A ideia é consolidar bem o Sudeste e, em paralelo a essa ideia de São Paulo, estamos pondo em prática um modelo de franquia (formatado pelo Grupo Soares Pereira & Papera) dos nossos bares próprios, nossos tap room – hoje já temos quatro, um no Rio, no Leblon, dois em Vitória e outro em Pouso Alegre, no interior de Minas. A ideia, para o próximo ano, é desenvolver bem esse modelo de franquia em São Paulo e crescer no varejo. Entrar muito forte também em eventos, especialmente no rock, aqui em São Paulo. Enfim, estamos muito animados. Temos muito trabalho que nos deixa muito felizes e esperançosos com tudo o que vem acontecendo. As expectativas são as melhores possíveis.

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