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Internacional

Carlsberg prevê 2023 desafiador por inflação e ainda busca saída da Rússia

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
14 de fevereiro de 2023
Atualizado em: 15 de fevereiro de 2023
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    O Grupo Carlsberg divulgou o seu resultado financeiro de 2022 com razões a comemorar, como o crescimento orgânico de 5,7%. Mas a empresa de origem dinamarquesa tem questões a resolver. Afinal, cerca de um ano após o início da guerra na Ucrânia, ainda não conseguiu deixar a Rússia. Além disso, a Carlsberg prevê um 2023 desafiador em função da inflação.

    A terceira maior cervejaria do mundo admite preocupação com a queda no consumo no continente europeu em função da perspectiva de alta dos preços ao longo de 2023.

    “Embora a cerveja tenha sido historicamente uma categoria de consumo resiliente, os preços mais altos em combinação com a inflação em geral alta podem ter um impacto negativo no consumo de cerveja em alguns de nossos mercados, particularmente na Europa”, afirma o CEO do Grupo Carlsberg, Cees ‘t Hart, em um comunicado.

    Leia também – Achel é vendida na Bélgica e deixa definitivamente de ser cervejaria trapista

    A preocupação com uma eventual queda nas vendas fez a Carlsberg estimar que o seu lucro operacional em 2023 vai variar entre uma queda de 5% a até uma alta de 5%. Mesmo a perspectiva mais otimista, assim, fica bem abaixo do resultado alcançado em 2022, quando o lucro operacional cresceu 12,2%.

    A previsão do Grupo Carlsberg é de que seja necessário aumentar os preços da cerveja em “um dígito alto” em 2023, o que pode ser interpretado como uma elevação entre 7% e 10%. E isso se dará porque a alta dos custos da produção, registrados em 2022, ainda não foram completamente repassados aos consumidores.

    “Devido ao hedge contínuo nosso e de nossos fornecedores, os aumentos de preços de commodities e energia do ano passado terão um impacto significativo em nosso custo de vendas e custos logísticos em 2023. Pretendemos compensar os custos mais altos em termos absolutos por meio de preços, mix e foco contínuo nos custos”, afirma o CEO.

    A Carlsberg também assegura que o anúncio de que deixaria a Rússia não foi uma mera promessa – a decisão foi revelada em março, apenas alguns dias após o começo do conflito de Moscou com a Ucrânia. Entre os principais grupos cervejeiros do mundo, a Carlsberg era aquela com maior presença no mercado russo.

    Hart espera fechar a venda do seu negócio no país até junho, mas não descarta um retorno no futuro. Além disso, ele cita dificuldades envolvendo a negociação, ressaltando que cuidados estão sendo adotados para evitar uma nacionalização da operação no país pelo governo russo.  

    “Vamos levar o tempo necessário para realizar a separação e desinvestimento para buscar a melhor solução possível para todas as partes interessadas, em particular nossos mais de 8 mil funcionários e nossos acionistas. Espera-se que um processo de oferta comece no primeiro trimestre de 2023 e pretendemos assinar um acordo de desinvestimento até meados de 2023”, afirma.

    A companhia destaca, porém, que deseja incluir uma cláusula de recompra em seu acordo de venda, pois aventa a possibilidade de retornar a esse mercado no futuro. “Não consigo nos imaginar voltando nos primeiros dez anos, e muitas coisas precisarão mudar antes de considerarmos voltar para a Rússia”, diz. “Obviamente, seria bom para meu sucessor ter essa opção no futuro, uma vez que a situação política mude drasticamente”, acrescenta o CEO.

    Outra movimentação internacional prevista pela Carlsberg ao longo de 2023 é fechar a compra do seu parceiro comercial na Índia e no Nepal, o Khetan Group, por US$ 744 milhões. A Khetan, após uma derrota judicial, decidiu vender sua participação na joint venture, que detém participação de 17% no mercado cervejeiro da Índia.

    O balanço
    O resultado financeiro da Carlsberg aponta crescimento de 9% na receita por hectolitro em 2022, na comparação com 2021, com a Ásia tendo sido o principal destaque comercial da companhia no ano passado, com um crescimento orgânico de volume de 10,3% no continente, ante os 5,7% no mundo.

    Além disso, a empresa conseguiu superar os níveis pré-pandemia quando exclui a Rússia dos seus resultados: teve alta de 9% no volume, de 20% na receita e de 22% no lucro operacional em relação a 2019. No mundo, no total, foram vendidos 102,4 milhões de hectolitros de cerveja no ano passado. É uma alta em relação aos 98,8 milhões de hectolitros de 2021, mas ainda menos do que os 113 milhões de hectolitros de 2019.

    Na Ucrânia, a Carlsberg paralisou sua produção em fevereiro, em função do início da guerra, a retomando durante o segundo trimestre nas suas três fábricas. Por lá, houve queda de 20% no volume de cerveja, contra um recuo de 25% do segmento.

    “Nossos colegas ucranianos mostraram força e resiliência incríveis, entregando um resultado excelente enquanto navegavam tanto pela crise humanitária quanto pelos enormes desafios de negócios desde o início da guerra”, afirma o CEO da Carlsberg.

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