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Cultura

Cerveja valoriza produtoras de baru e empreendedorismo na agricultura familiar

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
22 de outubro de 2021
Atualizado em: 22 de outubro de 2021
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    Baru é uma castanha nativa do cerrado. A oleaginosa tem propriedades antioxidantes, é rica em vitamina E, zinco, ferro, potássio, cálcio, fósforo, magnésio e ácidos graxos. Além de ajudar a diminuir o colesterol e a combater doenças cardiovasculares, estudos mostram que o baru também ajuda a diminuir os riscos de Alzheimer, diabetes, obesidade e câncer.

    A união entre uma castanha nativa do Cerrado, as suas produtoras e uma fintech se transformou em impacto social e cerveja: a Baru Beer, rótulo que leva o nome da oleaginosa e carrega em sua trajetória – da concepção, passando pela produção, até a chegada ao copo – a valorização e o fortalecimento do trabalho feminino junto à natureza e ao potencial da agricultura familiar.

    Hoje em sua terceira etapa – e rumo à quarta –, o projeto, criado pelas mãos da fintech Moeda Semente, envolve as produtoras de baru. Surgiu em 2018, como um plano para geração de crédito a partir da definição de um destino comercial para essa castanha, cultivada basicamente por mulheres no Centro-Oeste do Brasil.

    Leia também – Com Tamanduá e Preguiça-de-Coleira, Cia de Brassagem dá visibilidade à preservação

    A partir disso, o negócio foi formatado. “A ideia foi validar o modelo de ter um retorno financeiro e de impacto, trazendo novos ativos humanizados, para democratizar o acesso aos recursos”, explica Taynah Rais, co-fundadora da Moeda Semente.

    Definida como uma fintech, a Moeda Semente foi criada em 2017 e une, em sua atuação, aspectos de uma aceleradora e de marketplace. Tudo isso, inclusive, está presente no Projeto Semente Cerveja Artesanal, com a oferta de microcrédito para as produtoras de baru, as mentorias e a conexão entre as coletoras das castanhas com os investidores. Assim, o projeto causa impacto social, que pode ser confirmado pela transparência oferecida aos processos pelo blockchain.

    A escolha pelas produtoras de baru para o projeto não foi à toa. Em sua experiência, Taynah observou os desafios para mulheres obterem créditos. E se uniu a elas para fomentar a agricultura familiar, buscando agregar valor ao produto, que ganha destino certo com a cerveja, uma Brown Ale produzida na fábrica da Dádiva, com 4,9% de graduação alcoólica e 25 IBUs de amargor.

    De acordo com Taynah, a ideia de relacionar o baru com a produção de uma cerveja não surgiu na Moeda, mas de uma das produtoras da castanha, dona Divina, uma das lideranças da Cooperativa Carajás. “A dona Divina disse que gostava de cerveja e aí eu fui atrás. Tenho amigos cervejeiros, que atuam com isso como hobby, então questionei se era possível ter uma cerveja com baru. Fizemos alguns testes e aí saiu uma cerveja bonita, com o sabor amanteigado do baru. E deu certo.”

    A partir disso, em sua primeira ação, foram investidos cerca de R$ 30 mil para a produção de 2 mil litros. Todo o estoque da cerveja foi vendido em 4 meses, recuperando o investimento e dando lucro, que foi compartilhado com as mulheres que trabalham na cooperativa. A segunda etapa do processo foi, principalmente, marcada pela mudança de formato: deixou-se de lado a garrafa para envasar a Baru Beer em latas, sobretudo, mas, eventualmente, em barris.

    Taynah destaca que o impacto da captação do baru para a produção da cerveja é mínimo na rotina de trabalho das produtoras da cooperativa. “Não mudou o processo de trabalho delas. Elas só precisam fazer a torra do baru. Aí vai para a Dádiva, da Luiza (Lugli Tolosa, sócia-proprietária). Ou seja, temos mulheres do início ao fim”, explica ela, apontando como a Baru Beer é marcada pela participação feminina, seja na captação da castanha, na intermediação da fintech ou na cervejaria que a fabrica em São Paulo.

    Ao todo, já foram produzidos 4.500 litros da Baru Beer, com as três etapas tendo obtido apoio superior a R$ 150 mil através da plataforma da Moeda Semente. E a sua venda já impactou, desde 2018, 22 famílias do Centro-Oeste e 170 pessoas indiretamente, segundo Taynah. Esse impacto é financeiro, pelo compartilhamento da receita da cerveja que leva a castanha, além da compra da matéria-prima por um valor acima do praticado no mercado. Além disso, há o estímulo oferecido pela fintech, que facilita o empreendedorismo.

    “Tem benefícios do nosso programa de créditos, com créditos para compra de equipamentos, oferta de kits gratuitos para gotejamento… E a mentoria para a ajuda na montagem de planos de negócios, além da antecipação recebíveis”, explica Taynah.

    O empreendedorismo não está distante. E trabalhar pequenos nichos pode ser um caminho para a agricultura familiar

    Taynah Rais, co-fundadora da Moeda Semente

    E, assim, a partir das etapas para transformar o baru em ingrediente de cerveja, o projeto põe em prática alguns dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, como igualdade de gênero, trabalho decente e crescimento econômico, redução da desigualdade e consumo e produção responsáveis.

    Mais recentemente, a Baru Beer passou a contar com rastreabilidade no produto e um QR code, que dá ao seu portador acesso a informações do trabalho da cooperativa. Hoje, a cerveja está disponível no site da Moeda Semente, além de alguns pontos de venda no Distrito Federal e no estado de São Paulo. Mas quem faz a aquisição através do site tem uma garantia do impacto da sua compra, afinal, recebe um e-mail com informações sobre o valor da compra que foi repassado às produtoras da castanha.

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