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Mercado

Entrevista: “Queremos ter faturamento de R$ 40 milhões com a Praya neste ano”

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
12 de maio de 2022
Atualizado em: 12 de maio de 2022
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    praya
    praya

    Criada a partir da junção de cinco marcas independentes de bebidas, a Better Drinks iniciou a sua operação em fevereiro no Brasil e com metas ousadas. A empresa quer fechar o seu primeiro ano no país com faturamento de R$ 100 milhões, com R$ 40 milhões vindos apenas da sua cerveja, a Praya.

    As estratégias para atingir esses números foram revelados, ao Guia Talks, em entrevista concedida por Felipe Szpigel, CGO e co-fundador da Better Drinks. E elas já começaram a ser implementadas, tanto que, em março, a Praya, conhecida no mercado de artesanais pela sua Witbier, ampliou o portfólio com o lançamento de uma cerveja puro malte.

    Essa novidade, além de atender ao sonho dos fundadores da marca, também indicou o desejo de atuar em um mercado tão concorrido quanto amplo como o dos rótulos puro malte. E, para lidar com a intensa disputa, a Praya vai apostar, como relata Szpiegel, na ocupação de lacunas deixadas pelas grandes cervejarias nesse segmento.

    Outro foco é aproveitar a maior capilaridade oferecida pela Better Drinks, vista como uma “aceleradora” das suas marcas, que antes, quando atuavam sozinhas, teriam mais dificuldade de acessar alguns mercados. Assim, após Baer-Mate (mate com gás e cafeína natural), F!VE (drinques prontos para beber), Mamba (águas), Praya e Vivant (vinhos em lata), faturarem, com operações separadas, R$ 50 milhões em 2021, a meta é dobrar esse valor em 2022.

    Leia também – World Beer Cup não premia brasileiros em sua maior edição e passará a ser anual

    Conheça mais os planos da companhia, seus objetivos, motivações e ambições, na entrevista de Felipe Szpigel, CGO e co-fundador da Better Drinks, com passagem pela Ambev, no Guia Talks:

    Como surgiu e quais são os objetivos da Better Drinks?
    A Better Drinks é um grande sonho meu e do Felipe Della Negra de empreendermos na área de bebidas. Somos amigos há mais de 20 anos e trabalhamos 10 anos juntos na Ambev. Nos últimos 10, estamos entusiasmados com marca, com cerveja, com bebida alcoólica, com experiência e com eventos. A Better Drinks, assim, veio como uma transição quase natural. Depois que saí da AB InBev, nos Estados Unidos, há quase 3 anos, fundei a F!VE Drinks, uma marca de bebidas prontas. Depois, então, ele entrou como investidor, a trazendo para o Brasil. No ano passado, começamos a nos conectar com outros empreendedores com dificuldades parecidas, como escala, insumos e distribuição. E disso veio a ideia da Better Drinks. É um sonho, mas também uma ideia de criar uma terceira via no mercado. Ao invés de só ter pequenos empreendedores e grandes empresas, quisemos achar uma alternativa de uma companhia independente, média, mas que já tivesse força, energia para passar da arrebentação e que pudesse estar focada na inovação, em construção de marca, experiência e conteúdo, trazendo novidades para o país ao mesmo tempo em que elas estão acontecendo no mundo inteiro.

    Há algum elo a unir essas cinco marcas de bebidas que compõem a Better Drinks? E qual seria?
    Quando a gente olhou lá atrás, apontamos três grandes “caixas”: um produto extraordinário, um potencial líder do segmento em crescimento; as marcas e os sócios, se a gente acreditava nas mesmas coisas; e olhamos muito os valores: sustentabilidade, ingredientes, transparência, posicionamento de marca. Não temos a pretensão de sermos uma marca para o consumidor, um selo, mas houve esse filtro. E trabalho com a ideia de que quanto mais independente a gente conseguir manter as companhias originais, assim como os fundadores engajados, maior é o nosso potencial futuro e mais longe conseguiremos chegar. Então, o meu papel é destruir barreiras, arrumar recursos, quase como um acelerômetro.

    Quais são os objetivos de faturamento para a Better Drinks nesse primeiro ano?
    A gente faturou R$ 37 milhões no ano passado, combinados, sem a puro malte da Praya e a Mamba, nossa marca de água em lata que sairá em breve. Para esse ano, nossa previsão de faturamento do Brasil é na casa dos R$ 100 milhões. No primeiro trimestre, faturamos 2 vezes e pouco a mais do que no ano anterior. Além disso, temos a F!VE Drinks nos Estados Unidos e faturamos quase R$ 10 milhões em 2021. Então, já faturamos quase R$ 50 milhões com a operação completa no ano passado. E estamos a caminho de R$ 120 milhões no total ao longo do ano.  As coisas estão acontecendo muito rápido.

    Qual foi a ideia ao agregar a Praya ao portfólio da Better Drinks?
    Como já estava fora do Brasil, eu conhecia a marca de viagens para o Rio, de amigos que a achavam bacana. Mas só tive a oportunidade de bebê-la no carnaval de 2020. Sempre gostei de Witbier, um estilo de cerveja muito bacana para o verão. Quando a gente trouxe a F!VE para o Brasil, o Tunico (Almeida), que é o CEO da Praya, se juntou a nós. E quando houve a ideia de fazer a Better Drinks, logo veio a ideia de conversar com o time da Praya, por uma combinação de qualidade do produto e de marca. Não só pela origem, mas pela introdução de cervejas de outros estilos fora dos mais comuns, como Pilsen e Lager, os trazendo para um consumidor mais amplo, não só o apaixonado por cerveja artesanal. Para nós, o grande papel da Praya é fazer essa ponte entre um estilo de vida com um produto de características um pouco diferentes.

    Logo no começo dessa nova fase da Praya, a marca lançou uma cerveja puro malte. O que motivou essa criação?
    Parte do nosso trabalho dentro do grupo é suportar os sonhos, os projetos individuais de cada uma das companhias que trouxemos. O Tunico e o time dele sempre falaram da puro malte. Um outro ponto importante é que a gente tem ambição de ser líder no crescimento e desenvolvimento do mercado premium brasileiro. E a puro malte é um sinônimo de premium, hoje, no Brasil. É um segmento com crescimento importante, o que era importante para nós, e era um sonho da Praya. E precisávamos de um estilo mais democrático, que nos colocasse em ocasiões mais populares, de maiores volumes.  Estamos colocando um investimento de R$ 2 milhões para desenvolvimento da marca no ano, com marketing, eventos e ações de degustação. Temos ambições grandes, de chegar a um faturamento de R$ 40 milhões com a Praya nesse ano. E provavelmente metade disso com a puro malte.

    O mercado de cervejas puro malte é muito concorrido no Brasil. Como tornar a Praya relevante nessa disputa com grandes marcas?
    É um mercado grande, com players relevantes. Mas a gente vê o copo de dois modos: pelo outro lado, tem muita oportunidade, com eventos, clientes e geografia pouco atendidos, onde podemos atuar. A ideia é olhar as lacunas dos grandes players e ocupar esses espaços. A Praya já tem uma base de fãs, que têm uma conexão emocional. E eles passam a ter novas ocasiões de consumo em que enxergam a marca. Todos nós, separadamente, ainda não tínhamos o tamanho para ter a atenção ideal do distribuidor, do cliente. E o fato de estarmos juntos, como grupo, nos permite ampliar a nossa relação, ter um time mais experiente no mercado e eventualmente até fazer investimentos conjunto. A Praya estava muito bem-posicionada como marca e o produto traz uma nova ocasião, novos consumidores. E a Better Drinks acelera esse momento.  Quando você olha nossa lista de clientes, dos 100 maiores, só 4 tinham todas as nossas marcas. Mas os 100 clientes têm alguma das nossas marcas. Agora, usando as relações de cada um, conseguimos ter escala e conexões que tínhamos individualmente no mercado.

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