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Indústria

Especial: Pesquisas de melhoramento genético da cevada avançam no Brasil

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
16 de novembro de 2022
Atualizado em: 15 de dezembro de 2022
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    Ao mesmo tempo em que há desafios importantes envolvendo o acesso à cevada, em função de problemas na safra na Europa e na América do Norte, a indústria cervejeira do Brasil tem convivido com avanços nas pesquisas, o que contribui para a produção desse insumo. E um destaque tem sido os trabalhos de melhoramento genético, ajudando a ampliar as alternativas para as cervejarias ao elevarem a qualidade do cereal cultivado.

    O melhoramento genético é importante não apenas para o atendimento às características agronômicas, mas para que se atinja padrões de qualidade de cevada e malte para produção de cervejas, resultando em segurança de origem de matéria-prima nacional para a indústria, onde ainda impera a utilização do ingrediente importado.

    Leia também – Com 25 marcas, Rota RJ cria colaborativa com morango de Nova Friburgo

    “Atualmente, nós já conseguimos, por meio dos melhoramentos genéticos, materiais com elevado rendimento de grãos e com alta qualidade para uso na malteação, se equiparando aos grãos importados”, garante o engenheiro agrônomo Aloisio Alcantara, pesquisador da Embrapa Trigo, com doutorado em Genética e Melhoramento de Plantas.

    Com o respaldo das pesquisas, importantes avanços estão sendo alcançados no Brasil nos processos de produção de cevada para o mercado cervejeiro. Para Noemir Antoniazzi, pesquisador de cevada da Cooperativa Agrária Agroindustrial, a evolução do melhoramento genético deste cereal está ligada principalmente à saúde dos grãos, cuja boa condição garante menores índices de contaminação por fungos produtores de micotoxinas.

    “Isso ocorre com a seleção de genótipos mais tolerantes, bem como do fungo Dreschlera teres, causador da Mancha em Rede da Cevada, que a partir de 2022 a FAPA (Fundação Agrária de Pesquisa Agropecuária) passou a utilizar em seu programa de melhoramento com o método de seleção assistida por marcadores moleculares, o qual proporcionará mais rapidez, segurança e assertividade na seleção das novas cultivares”, explica.

    Inclusive, o trabalho realizado pela Agrária em conjunto com o programa de melhoramento da fundação paranaense permitiu o lançamento da cultivar Imperatriz, que já está abastecendo o mercado cervejeiro. “Com ela, houve evolução significativa na melhoria da qualidade do malte, o que resultou na homologação desta cultivar pelas grandes cervejarias, as quais estão utilizando o malte oriundo dela para produção de cervejas especiais, que anteriormente usavam maltes produzidos com cevada importada”, diz Antoniazzi.

    Já a Embrapa, de acordo com Alcantara, está em fase avançada para registrar novas variedades de cevada que em breve poderão servir como opções para serem utilizadas por cervejarias.

    “Nós temos duas cultivares sendo lançadas. Uma delas é a BRS Kolinda, que já está em fase final de testes e vai ser plantada no Rio Grande do Sul. Caso venha a ser aprovada para a qualidade cervejeira, estamos com uma expectativa muito grande em relação a ela. E temos uma outra cultivar também no Paraná, que está em fase de produção e multiplicação de sementes. Então, temos dois novos materiais da Embrapa para colocação no mercado que já estão com processo de registro de proteção encaminhados”, completa.

    Há outras importantes pesquisas envolvendo melhoramento genético sendo realizadas no país, inclusive com a participação de grandes cervejarias, caso da Ambev, com o Projeto Fazenda Santa Catarina, em Lages (SC). Por lá, a companhia começou, em agosto, o plantio da próxima safra deste insumo após realizar estudos em conjunto com universidades do Sul e da Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina (Epagri).

    “O foco do nosso programa de melhoramento genético na Ambev é fornecer ao mercado novas cultivares de cevada com padrão cervejeiro. Trabalhamos constantemente para isso e hoje temos aproximadamente 3 mil materiais genéticos sendo estudados e avaliados em diferentes fases, desde populações iniciais até linhagens mais avançadas e em pré-registro comercial”, revela a bióloga e agrônoma Adriana Favaretto, gerente de pesquisa da Ambev.

    Incremento para aumentar disponibilidade
    A diversificação produtiva garantida pelos avanços da ciência e pela tecnologia cada vez mais presente nos processos, entre os quais os novos métodos de melhoramento genético, de obtenção de linhagens e populações de cevada, mecanismos para avaliações de campo e análise e coleta de dados são citados pelos especialistas como processos que têm contribuído para incrementar a produção de cevada no país.

    “Os trabalhos de campo são fundamentais para o desenvolvimento de novas cultivares. Hoje, no Brasil, contamos com seis campos experimentais, aproximadamente 10 mil parcelas plantadas a campo todos os anos. Essas avaliações direcionam as seleções de acordo com a realidade agronômica de campo”, analisa Adriana.

    Apoiado pela ciência e o avanço nas pesquisas, o aumento da produtividade, aliada a uma qualidade satisfatória da cevada, é fundamental para que se possa vislumbrar o incremento do uso do produto nacional pela indústria, como argumenta Antoniazzi.

    “Os avanços das pesquisas, principalmente no desenvolvimento de novas cultivares de cevada, mais competitivas no campo e com melhor perfil de qualidade de malte, estão possibilitando a utilização de uma maior proporção de cevada nacional na indústria, em detrimento de uma redução na quantidade de matéria-prima importada”, opina.

    Ele relata, inclusive, aumento da produção do insumo na região do Paraná onde a Agrária concentra suas atividades, citando o maior interesse de produtores pela cevada. “O cultivo da cevada cervejeira da Cooperativa Agrária tem se apresentado como uma excelente alternativa para o inverno, em comparação com outras culturas, graças ao avanço das pesquisas. A prova disso é que os nossos cooperados plantam em suas lavouras três vezes mais cevada do que trigo, devido principalmente à maior rentabilidade líquida da cevada”, diz Antoniazzi.

    O desafio climático
    Mas, claro, ainda há problemas a serem solucionados, com a capacidade de resistência da cevada aos fatores climáticos sendo visto como principal desafio por produtores brasileiros, impedindo que, em alguns casos, o grão colhido tenha a qualidade exigida para seu uso na produção de malte.

    O mais urgente, principalmente aqui no Rio Grande do Sul, onde as condições climáticas no período de colheita são mais severas, é avançar para conseguir, mesmo sob condições climáticas desfavoráveis, como, por exemplo, o excesso de chuvas no período produtivo da cultura, colher grãos que apresentem alta qualidade

     Aloisio Alcantara, pesquisador da Embrapa Trigo

    Para lidar com esse desafio, a Ambev tem selecionado variedades consideradas mais resistentes. “No final do ciclo de plantio, algumas chuvas mais recorrentes e intensas são motivos de preocupação, principalmente tratando-se de doenças de espiga e qualidade na colheita. Porém, como todos nossos ensaios são conduzidos em condições de campo, utilizamo-nos desse fator para sempre selecionar linhagens melhor adaptadas às condições climáticas da região de cultivo”, afirma a gerente da empresa.

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