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Cultura

Cervejeiras da América Latina se unem em manifesto contra violência e por equidade

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
26 de agosto de 2022
Atualizado em: 6 de fevereiro de 2023
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    Seja durante as atividades cervejeiras ou em outros contextos, o machismo e o sexismo fazem com que as mulheres estejam constantemente sujeitas a terem a competência profissional colocada em dúvida, além de sofrerem com a hipersexualização, ofensas, piadas, agressões e uma série de outras violências e preconceitos de gênero que persistem na sociedade.

    Justamente para unificar as vozes de muitas mulheres da América Latina que sentem que o mundo cervejeiro é desigual, discriminatório e até mesmo violento, foi criado o Manifesto Situação das Mulheres no Mundo Cervejeiro. O objetivo é tornar o problema visível, mostrar apoio institucional massivo, trabalhar com estratégias para mudar essa realidade e prevenir violências.

    Leia também – Guia nas Eleições: Bares cobram menor tributação e desoneração por recuperação

    A redação do manifesto, produzido de modo colaborativo, ficou a cargo de representantes de diferentes organizações de mulheres cervejeiras de diversos países, reunidas sob o nome Mulheres Cervejeiras na América Latina. O texto, que teve a colaboração de 250 mulheres, foi colocado em assembleia para votação pelas organizações participantes, que reúnem mais de mil mulheres em sua totalidade.

    “A iniciativa nasceu ao pensarmos em diferentes maneiras de mostrar que as várias formas de violência sofridas pelas mulheres não são eventos isolados, mas que respondem a uma constante em nossas sociedades e que, portanto, devemos agir juntas e não individualmente para resolver os problemas”, conta Laura Acosta, cervejeira caseira, membro da Comunidade de Mulheres Cervejeiras da Argentina, socióloga com perspectiva de gênero e assessora no Ministério da Mulher da província de Buenos Aires.

    Acosta aponta que o manifesto pode ser visto como um posicionamento político e o esboço de um relatório sociológico escrito a partir das experiências de mais de 250 mulheres que denunciaram o tratamento desigual, hierárquico, abusivo e violento que vivenciam em eventos cervejeiros, mostrando que se trata de um problema estrutural. “O relato convida a demonstrar que essas experiências têm um viés de gênero e limitam o desenvolvimento profissional e de lazer das mulheres”, analisa.

    Assim, o manifesto reivindica às mulheres cervejeiras a oportunidade de ocuparem espaços, como ressalta Ana Beatriz Silva, advogada especializada em perspectiva de gênero, direito da família e da mulher, além de colaboradora na elaboração do documento.

    “Que os espaços sejam ocupados por quem detém a competência, independente de gênero, para que também a constituição federal no Art 5. seja respeitada: ‘todos são iguais perante a lei e na sociedade’. Isso não acontece e a gente está tentando de todas as formas fazer”, comenta.

    As responsáveis pelo documento apontam que a situação das mulheres no mundo cervejeiro é pautada pela divisão sexual do trabalho, algo que foi destacado, inclusive, pelo Conselho Nacional de Justiça, que divulgou um protocolo de julgamento específico pela perspectiva de gênero, em 2021.

    Mudança de lógica
    Ana Beatriz destaca que, no segmento cervejeiro, é atribuída à mulher apenas a função de cuidadora, mantendo-as afastadas de cargos que envolvam decisões, em um tratamento desigual. Além disso, lembra que a mulher ainda tem dentro do setor uma função sexual e de objetificação, como por exemplo, em propagandas.

    “A gente cresceu vendo uma loura com um corpo padrão chegando e entregando a cerveja. A mulher, ou ela é objeto ali, ou é objeto dentro da empresa cervejeira. Agora não temos mais por que foi proibido, mas ainda há nas entrelinhas”, comenta Silva, apontando que o desrespeito também se dá em ocasiões de consumo e eventos.

    É necessário, portanto, mudar essa lógica. E, na visão dessas mulheres, isso passa pela alteração da cultura cervejeira, algo que pode trazer até mesmo benefícios econômicos para o setor, como avalia Ana Beatriz, apontando que empresas podem se tornar mais sustentáveis diante da diminuição da violência – velada ou não – contra as mulheres.

    “Economicamente falando, investidores apoiam mais empresas sustentáveis. Não falo em sustentabilidade apenas ambiental, mas falo também na igualdade de gênero. A sustentabilidade também abarca isso”, lembra a advogada, destacando que a importância da igualdade de gênero transcende a pauta reivindicatória das mulheres.

    Além disso, um ambiente acolhedor aumentaria a presença da mão de obra feminina, acrescentando qualidade ao trabalho na rotina do setor. “A partir do momento que nós excluímos a expertise das mulheres, excluímos grande parte das pessoas. Então, as mulheres sofrem violência dentro do setor e não têm como continuarem ali desempenhando essas funções de forma ampla, competente e completa, porque quando nós nos machucamos, temos um prejuízo em nosso trabalho”, analisa a advogada.

    O manifesto, assim, existe com o intuito de trazer à tona informações para ajudar a prevenir a ocorrência de novos casos de sexismo e machismo dentro do setor cervejeiro. Mas como o processo de mudança de cultura é lento, Ana Beatriz defende a criação de protocolos para que esse tipo de prática seja inibida e não aconteça mais.

    Eu acredito fielmente que através de um protocolo de conduta nós podemos, por mais que não exista uma educação real, ao menos inibir esse tipo de prática. Mudar o pensamento das pessoas é um processo muito lento, mas podemos colocar normas que proíbam isso

    Ana Beatriz Silva, advogada especializada em perspectiva de gênero

    Também defendendo soluções coletivas, a socióloga aponta que o manifesto, ao falar sobre respeito à igualdade dentro do segmento cervejeiro, prefere adotar tom do alerta, ao invés de se concentrar em denúncias de casos específicos, pois a questão não é individualizada, mas um problema social e recorrente.

    “Isso pode ser mais eficaz do que apenas sancionar ou expulsar, pois consideramos que de forma meramente punitiva as ações se repetem muitas vezes em novos lugares, ao contrário do que pretendemos”, finaliza ela.

    Para as outras mulheres que desejam apoiar o manifesto, a adesão pode ser feita através deste link. Para saber mais sobre as “Mulheres Cervejeiras na América Latina”, clique aqui.

    • Tags
    • feminismo
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    • Mulheres Cervejeiras na América Latina
    • sexismo
    • sociedade
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