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No pior mês da Bolsa desde março de 2020, ação da Ambev desvaloriza 5,71%

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
2 de maio de 2022
Atualizado em: 3 de maio de 2022
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    ambev abril
    ambev abril

    Em um cenário de pessimismo no mercado financeiro, a ação da Ambev seguiu o ritmo do Ibovespa e desvalorizou 5,71% em abril ao fechar o pregão da última sexta-feira (29) na B3, a bolsa de valores brasileira, valendo R$ 14,52. O papel, assim, também apresenta perda ao longo de 2022, agora de 5,84%.

    A ação da Ambev vinha de duas altas mensais, mas mudou de direção no pior mês da bolsa brasileira desde março de 2020, quando eclodiu a pandemia do coronavírus. O principal índice da B3 terminou abril valendo 107.876,16 pontos, uma desvalorização de 10,1%. Ainda registra alta de 2,91% no ano, mas deixou para trás quase toda a alta de 14,48% conquistada no primeiro trimestre de 2022.

    Leia também – Corona lança long neck retornável e inicia uso no Brasil por Curitiba

    É uma mudança de visão do mercado, provocada por vários fatores, de acordo com analistas. O pessimismo se dá pela perspectiva de aceleração na alta dos juros dos Estados Unidos, um movimento que deverá ser seguido pelo Banco Central brasileiro, por causa da inflação elevada, o que tende a desacelerar a economia.

    A alta dos preços, aliás, não é só uma preocupação no país, mas em todo o mundo, em função da escassez de insumos, algo também atrapalhado pela continuidade da guerra na Ucrânia. E ainda há temor sobre o ritmo da atividade na China, que adotou lockdown em algumas cidades por causa da alta dos casos de coronavírus.

    São, assim, muitos os motivos que explicam o tombo da bolsa, com 78 das 91 ações que compõem o Ibovespa tendo caído em abril. As maiores quedas foram de Locaweb (29%), Via (28,8%), Magazine Luiza (28,5%), Banco Inter (28,4%) e Natura (28,2%). Na outra ponta, entre poucas altas, se destacam, em ordem, PetroRio (12,1%), CPFL Energia (12%), Eletrobras (11,3%) e 3R Petroleum (10,5%), únicos papéis com valorização de dois dígitos no mês.

    As quedas da bolsa e da ação da Ambev também se inserem em um contexto de freio da fabricação de bebidas alcoólicas no início de 2022. De acordo com o IBGE, houve retração de 15,3% no primeiro bimestre do ano na comparação com o mesmo período de 2021. Porém, ocorreu alta de 4,4% na produção de bebidas não alcoólicas em janeiro e fevereiro.  

    O balanço vem aí…
    Os efeitos dessa redução na produção de cervejas poderão ser mais perceptíveis na próxima quinta-feira, quando a Ambev vai divulgar o balanço do primeiro trimestre. Na última semana, a XP Investimentos projetou que o período de janeiro a março foi “desafiador” para a companhia.

    “Esperamos um trimestre desafiador para a AmBev, pois projetamos que o aumento contínuo dos preços das commodities afete negativamente as margens. Para volumes, projetamos um trimestre misto, com Cerveja Brasil sendo negativamente afetada pela defasagem do canal on-trade devido ao avanço da variante Omicron (especialmente em janeiro e fevereiro), mas projetamos que a receita líquida/hl continue melhorando”, afirma, em análise.

    “No total, projetamos um aumento de 7% na receita líquida consolidada, além de uma redução de 348 bps na margem bruta. Em nossas estimativas, a redução da margem bruta mencionada acima, juntamente com maiores despesas S&A e financeiras, farão com que o EBITDA e o lucro líquido diminuam 28% A/A e 25% A/A, respectivamente”, acrescenta.

    Ainda assim, a XP prevê que a redução no volume de cerveja produzido pela Ambev tenha sido menor do que a média do mercado. “Prevemos que a AmBev continue superando seus pares devido às suas vantagens competitivas e, portanto, prevemos que a Cerveja Brasil diminua apenas 2% A/A”, diz. “Prevemos que a receita líquida/hl continue melhorando devido a uma estratégia comercial mais assertiva apoiada no BEEs e premiumização, o que deve levar a receita líquida a crescer 8% A/A, em nossa visão”, conclui.

    Já analistas da Ágora Investimentos e do Bradesco Investimentos preveem uma queda menor no volume de cerveja da Ambev no primeiro trimestre de 2022. “Estamos um pouco mais otimistas em relação aos preços consolidados (receita por hectolitro) e volumes de cerveja brasileira (projetamos -1,5% em base anual para a Ambev no 1T22, enquanto achamos que o mercado espera uma queda de “meio dígito” no período)”, afirmam Ricardo França e Leandro Fontanesi.

    No exterior
    Fora do Brasil, a ação da Ambev também apresentou desvalorização em abril. A queda, inclusive, foi ainda maior na Bolsa de Nova York, ficando em 9,91% após fechar a sessão da última sexta-feira valendo US$ 2,91. Mesmo assim, continua apresentando valorização em 2022, mas agora de apenas 3,93%.

    Foi o oposto do que aconteceu com as ações das duas principais cervejarias do mundo na Europa. Por lá, o papel da AB InBev teve alta de 2,1% em abril, valendo 55,40 euros. Já o ativo da Heineken valorizou 7,88% em um mês ao atingir o preço de 93,40 euros.

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