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Indústria

4 consequências do aquecimento global no setor e 4 ações para minimizar seus efeitos

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
26 de agosto de 2019
Atualizado em: 27 de agosto de 2019
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    consequências
    consequências

    Dos assuntos mais comentados em anos recentes no Brasil e no mundo, o aquecimento global tem dado sinais de que suas consequências estão cada vez mais próximas do cotidiano das pessoas. Não é diferente com o setor cervejeiro e a produção de cevada, ameaçada pelo cenário de mudanças climáticas, algo que provocou recentemente uma crise internacional ao governo federal por conta das queimadas na região da Amazônia.

    De acordo com estudo publicado pelo jornal Nature Plants comandado pelo pesquisador britânico Dabo Guan, da Universidade de East Anglia (Inglaterra), com base em modelos econométricos e de previsões climáticas, se o aquecimento global continuar no ritmo atual, fenômenos como secas e ondas de calor deverão afetar as principais regiões produtoras de cevada do mundo. Há o risco de reduções significativas nas colheitas e até de aumentos nos preços.

    Leia também: Novas políticas públicas podem trazer efeitos nocivos para cevada nacional

    A partir desse problema mundial, somado a um cenário de políticas públicas adotadas pelo governo federal que parecem seguir no rumo oposto ao das preocupações com os efeitos do aquecimento global, o Guia entrevistou especialistas para entender como esse contexto pode afetar a produção agrícola nacional, especialmente a de cevada.

    Nesse último material, selecionamos em tópicos as principais consequências do aquecimento global e como é possível minimizar seus efeitos. Confira.

    AS CONSEQUÊNCIAS
    1- Aumento de doenças e pragas na produção de cevada

    “Associado ao aumento da temperatura, pode-se prever aumento na ocorrência de doenças e pragas”, garante Euclydes Minella, pesquisador da Embrapa Trigo, para depois detalhar que as chuvas devem aumentar a ocorrência de doenças provocadas por fungos, afetando a cultura da cevada para utilização na produção da cerveja.

    “O aumento na quantidade de chuvas, além de propiciar o desenvolvimento de doenças fúngicas, principalmente as da espiga como giberela e brusone, de difícil controle, aumentará também a probabilidade de pré-germinação  da semente ainda na lavoura, desqualificando a mesma quanto ao uso na cervejaria”, acrescenta.

    Além disso, segundo Minella, a infecção da produção por giberelas traz riscos para a segurança alimentar. “Associado ao aumento da giberela é possível prever-se aumento na produção das micotoxinas associadas e, por consequência, risco à segurança alimentar para consumo, seja humano ou animal”, avalia o pesquisador da Embrapa Trigo.

    2- Mudança no polo produtor de cevadas
    As transformações causadas pela mudança climática na produção do cereal também provocarão um efeito de diversificação no setor. Será possível ver as regiões Sudeste e Centro-Oeste conquistando proeminência na produção, que tradicionalmente vem se concentrando no Sul.

    “A tendência é de que a redução da produção no Sul seja compensada pelo aumento nas regiões mais tropicais, como o Sudeste e o Centro-Oeste (nova fronteira de produção), sob o regime de irrigação na estação seca. Para estas regiões estão previstas nos cenários de mudanças climáticas aumento de temperatura e a redução na quantidade de chuva”, comenta Minella.

    Leia também: Mudanças climáticas devem dificultar produção de cevada cervejeira no Sul do Brasil

    3- Efeitos danosos à produção por causa do uso excessivo de agrotóxicos
    Embora o uso de agrotóxicos seja visto como um “mal necessário” para melhorar mais rapidamente a produção agrícola brasileira em um espaço curto de tempo, a situação preocupa especialistas, que apontam efeitos danosos no médio prazo, ainda que o impacto inicial possa ser de aumento da safra, como destaca Rene Eugenio Seifert Junior, professor do Programa de Mestrado em Administração (PPGA) e do Departamento de Gestão e Economia da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

    “A política agrícola do novo governo eliminará limites outrora estabelecidos (como por exemplo para o avanço das fronteiras agrícolas sobre áreas indígenas e quilombolas), o maior uso de agrotóxicos favorecendo o aumento da produção de grãos em grande escala, com enormes prejuízos à natureza. Ainda que existam justificativa técnicas para esse tipo de ação, as consequências no médio prazo serão gravíssimas”, projeta o professor.

    4- Perda de espaço em mercados internacionais
    Marina Lacôrte, engenheira agrônoma e especialista do Greenpeace em Agricultura e Alimentação, lembra que alguns países adotam critérios de preservação ambiental que podem até impedir a exportação pelo Brasil caso eles não sejam cumpridos. Algo bem ilustrado pela pressão internacional na recente crise envolvendo a Amazônia. “Combater o desmatamento na Amazônia, por exemplo, é fundamental para as relações comerciais do país, afinal ninguém quer adquirir produtos manchados pela destruição florestal ou por violações de direitos”, avisa.

    AÇÕES PARA PROTEÇÃO DA CEVADA
    1- Investimento em tecnologia
    Para a Ambev, o estudo da Nature Plants é um importante aviso sobre a necessidade de investimentos em tecnologia. “Sem sombra de dúvida, serve de alerta para que sigamos implementando medidas e tecnologias em toda a nossa cadeia para termos uma produção cada vez mais sustentável do campo ao copo”, afirma Juan Caminos, gerente regional agronômico da Ambev.

    Leia também: Tecnologia e nova mentalidade – As defesas da cevada contra o aquecimento global

    2- Investimento em melhoramento genético
    Para que a produção seja de qualidade perante um clima desfavorável, será preciso que a cevada se torne mais resistente às intempéries. Minella aponta, assim, que deve se investir em melhoramento genético para minimizar os riscos envolvidos na produção.

    “A alternativa é o melhoramento genético na seleção de germoplasma mais adaptado aos ambientes de produção, com aplicação de tecnologias modernas como a transgenia, edição do genoma, entre outras. Basicamente o foco seria na busca de resistência à seca, melhor eficiência no uso da água para as novas regiões tropicais e de resistência às doenças de espiga na região tradicional. Em melhoramento genético já vem se praticando a seleção de variedades mais adaptadas aos ambientes de produção”, avalia.

    3- Alteração na lógica do modelo econômico
    Seifert Junior, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná, propõe uma mudança no modelo econômico atual, que estaria em choque com os ciclos da natureza e precisaria ser repensado, adotando um modelo agrícola que não atinja tanto o meio-ambiente. “O modelo econômico de produção empresarial é orientado para o crescimento ilimitado e estabelece pressões irreconciliáveis com os ciclos da natureza. Na natureza tudo se sujeita à limites de crescimento”, afirma o professor.

    4- Planejamento e realização de parcerias
    Planejamento e realização de parcerias com fornecedores são ações necessárias para minimizar os efeitos do risco de escassez de cevada e, consequentemente, de malte, evitando o desabastecimento de uma cervejaria. Essa é a avaliação da Cooperativa Agrária Agroindustrial, especializada em grãos.

    Leia também: Planejamento e parcerias são alternativas para evitar desabastecimento de malte

    “O grande vetor que rege atualmente o mercado é a capacidade mundial de produção de malte, que não evoluiu nos últimos tempos com o crescimento da demanda. Desta forma, o planejamento de consumo e a consolidação de parceria com os fornecedores da cadeia é imprescindível. Contratos de longo prazo junto a fornecedores confiáveis podem ser uma ferramenta para minimizar algum risco de desabastecimento”, analisa Jeferson Caus, gerente comercial da Agrária.

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