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Consumidor

8 cervejas Stout para comemorar o International Stout Day

Luís Celso Jr.
Por Luís Celso Jr.
6 de novembro de 2025
Atualizado em: 9 de novembro de 2025
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    As cervejas Stout são derivadas das antigas Porters, estlo de cerveja preferido dos trabalhadores durante a Revolução Industrial (Crédito: Canva.com)
    As cervejas Stout são derivadas das antigas Porters, estlo de cerveja preferido dos trabalhadores durante a Revolução Industrial (Crédito: Canva.com)

    Toda a primeira quinta-feira de novembro é comemorado o Dia Internacional da Stout (International Stout Day). Uma ótima oportunidade para conhecer mais sobre as cervejas Stout. Trata-se de um estilo que ficou conhecido aqui no Brasil pela Guinness, mas que vai muito além dela, tendo muitas variações.

    A data especial foi criada pelo jornalista americano Erin Peters em 2011 com o objetivo a dar visitabilidade ao estilo, estimulando que mais pessoas provem as suas variedades em bares ou cervejarias. Hoje a data gera experimentações pelo mundo todo e até eventos especiais dedicados a essa cerveja escura. 

    Série “House of Guinness” chega à Netflix em setembro

    O estilo Stout é caracterizado pela sua cor preta, aroma e sabor de maltes intensamente torrados. Historicamente, ele se derivou de outro estilo de cerveja escura chamado Porter, que fez grande sucesso com a classe trabalhadora na Inglaterra durante a Revolução Industrial no século 18.

    A história das cervejas Stout

    A Stout se tornou tecnicamente viável somente após a invenção do tambor torrador de Daniel Weeler em 1817. O engenheiro britânico se inspirou nas máquinas de torrar café para criar um dispositivo capaz de para fazer maltes intensamente torrados. A Porter, que havia perdido popularidade na época, foi então revitalizada como Stout Porter.

    “Embora o termo ‘stout’ tenha surgido na Inglaterra do século 18 como forma de descrever uma versão com alto teor alcoólico e mais pronunciada de qualquer estilo de cerveja, com o tempo foi se tornando mais intimamente associado com o estilo Porter. Ao final do século 19, as Porters convencionais perderam espaço e a designação Stout Porter acabou sendo simplificada para Stout”, escreve Mirella G. Amato no verbete sobre o etilo no Guia Oxford da Cerveja, organizado por Garret Oliver.

    Há hoje no Guia de Estilos da Associação dos Cervejeiros norte-americanos (Brewers Association) oito estilos de Stout. A reportagem do Guia da Cerveja selecionou um exemplar de cada um deles para você provar, apreciar e entender as diferenças.

    Confira!

    Guinness Draught — Irish Dry Stout

    O estilo Irish Dry Stout se confunde com a própria história da Stout e da Guinness. Logo após a invenção do tambor torrador, a cervejaria irlandesa adotou o malte torrado e transformou sua Porter numa “Extra Stout Porter” que fez enorme sucesso. 

    A Guinness chegou a ser a maior cervejaria do mundo, atingindo esse status em 1886. E se manteve até o começo do século 20. Em 1914, produzia 4,8 milhões de hectolitros. E assim popularizou o estilo no mundo.

    Hoje, o título é da AB Inbev. Mas a marca resistiu a passagem do tempo, principalmente por um marketing muito bem elaborado que a manteve no hall da fama cervejeiro internacional até hoje.

    A Guinness tem várias cervejas Stout diferentes no seu portfólio. A Guinness Draught é uma Irish Dry Stout leve. O estilo é caracterizado por um final seco, amargo e torrado, como um café de alta torra. Porém, na Guinness essa potência é suavizada, estando presente de maneira moderada. Mas, sem dúvida, é um clássico que merece ser provado e repetido.

    • Nome: Guinness Draught
    • Estilo: Irish Dry Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 4,2%
    • Local de origem: Irlanda

    Dum Petroleum — British Imperial Stout

    Dizem que a Russian Imperial Stout, hoje grafado no guia de estilo como British Imperial Stout, teria surgido por conta de um pedido czar russo Pedro, o Grande. Ele visitou a Inglaterra no final do século 17 e teria se apaixonado por uma cerveja escura e forte, ordenando que fosse enviada para a Rússia. Para suportar bem a viagem pelo Mar Báltico, ela teria recebido mais lúpulo, conhecido por ser um conservante natural.

    Essa cerveja ainda não era o estilo como conhecemos hoje, que só surgiria bem mais tarde, no século 19. Mas sim uma cerveja marrom mais alcoólica, algo parecido com uma Old Ale. Acontece que, na época, o termo “Stout” era muito usado como sinônimo de força.

    Após a morte de Pedro, Catarina, a Grande, também facilitou a importação da cerveja, fazendo com que o comércio cervejeiro entre os dois países durasse por mais de cem anos. A relação entre a nobreza russa e essa cerveja foi tão forte ela recebeu o prefixo “Imperial” justamente por isso.

    A DUM Petroleum, da cervejaria cigana de Curitiba (PR), foi criada enquanto os fundadores eram cervejeiros caseiros e ficou conhecida nos festivais pela sua potência e qualidade. Tem com preta e 12% de álcool, notas de maltes torrados, como cacau, chocolate e café, um toque de caramelo e ameixas secas. Na boca, traz bom equilíbrio entre dulçor e amargor, com corpo elevado e viscoso — daí vem seu nome. 

    • Nome: Dum Petroleum
    • Estilo: British / Russian Imperial Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 12%
    • Local de origem: Curitiba (PR)

    Alem Bier Oatmeal Stout — Oatmeal Stout

    O estilo Oatmeal Stout é uma cerveja Stout que leva aveia na composição. A adição traz mais corpo, uma espuma mais vistosa e um toque de amêndoas, nota aromática típica da aveia. 

    Algumas vinícolas brasileiras também apostaram no universo cervejeiro e hoje tem suas próprias marcas. É o caso da Monte Reale, de Flores da Cunha (RS), que faz as cervejas da Alem Bier. A Oatmeal Stout deles é um ótimo exemplo e já foi premiada com medalha de prata no Concurso Brasileiro de Cervejas em 2022.

    • Nome: Alem Bier Oatmeal Stout
    • Estilo: Oatmeal Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 6%
    • Local de origem: Flores da Cunha (RS)

    Caracu — Sweet Stout

    Uma Sweet Stout é uma versão doce. Foi criada no final do século 19 com adição de lactose na hora do envase. O açúcar do leite não é fermentescível. Então, permanecia na cerveja, conferindo dulçor e corpo elevado para o líquido.

    Aqui no Brasil há um exemplar muito tradicional do estilo: a cerveja Caracu. Ela nasceu em 1899 naquela que seria conhecida como Cervejaria Rio Claro, da cidade de mesmo nome, no interior de São Paulo. A fábrica se expande no início do século 20, mudando de dono com o passar dos anos. Termina por ser adquirida pela Brahma na década de 1980.

    No caso da Caracu, a cerveja é feita com açúcar e depois pasteurizada, para evitar uma nova fermentação na embalagem final. Traz principalmente aromas e sabores semelhantes a caramelo, com notas de maltes torrados presentes de forma mais leve que outras variações de cervejas Stout.

    • Nome: Caracu
    • Estilo: Sweet Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 5,3%
    • Local de origem: São Paulo

    Dama Bier Stout — Export Stout

    Medalha de ouro no Concurso Brasileiro da Cerveja de Blumenau em 2024, a Dama Bier Stout é uma Export Stout. O estilo nasceu na Irlanda no começo do século 18 realmente para exportação. Por isso, tem um perfil mais alcoólico e encorpado — não tanto quanto a Russian Imperial Stout —, um pouco mais lupulado, com notas torradas ainda mais intensas que as Dry Stouts. A versão da cervejaria de Piracicaba (SP) é um ótimo exemplar.

    • Nome: Dama Bier Stout
    • Estilo: Export Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 6%
    • Local de origem: Picaricaba (SP)

    Ruradélica Zebra — American Stout

    Cervejeiros dos EUA criaram o estilo American Stout inspirado nas cervejas Stout britânicas, mas com acréscimo de amargor e aroma de lúpulos de origem norte-americana. Também podem ter maltes ainda mais torrados, com notas queimadas, de maneira ainda mais intensa que no estilo Export Stout.

    A Ruradélica Zebra, da cervejaria Ruradélica Ales, de Porto Alegre (RS), representa bem esse estilo potente. Medalha de ouro no Concurso Brasileiro da Cerveja 2025 de Blumenau (SC), traz os aromas e sabores dos maltes torrados com a pegada dos lúpulos americanos Citra e do Simcoe.

    • Nome: Ruradélica Zebra
    • Estilo: American Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 7,5%
    • Local de origem: Porto Alegre (RS)

    Noi Cioccolato — American Imperial Stout

    A American Imperial Stout também é uma adaptação, mas claramente inspirada no estilo British ou Russian Imperial Stout. Os aromas e sabores dos lúpulos são mais potentes, bem como o amargor é aumentado, com maior potência dos maltes torrados, que também trazem notas de torra elevadas numa base já alcoólica e encorpada.

    Uma das cervejas mais premiadas do país nesse estilo é a Noi Cioccolato, da Cervejaria Noi, de Niterói (RJ). Complexa, traz a potência dos maltes torrados com um toque mais elevad de lúpulos ingleses, amargor um pouco amentado, que se equilibra pelos toques sutis de nibs de cacau, cacau em pó e baunilha. 

    • Nome: Noi Cioccolato
    • Estilo: American Imperial Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 12%
    • Local de origem: Niterói (RJ)

    5 Elementos e MinduBier — Salted Caramel Peanut Cake — Dessert or Pastry Stout

    Cervejas Stout do estilo Dessert or Pastry Stout são versões de Russian Imperial Stout mais doces — em geral, adoçadas com lactose —, contendo ingredientes de sabor variados. A ideia aqui é simular uma sobremesa. Diferente dos demais, esse é um estilo moderno, tendo entrado para o Guia de Estilos da BA em 2023.

    A Salted Caramel Peanut Cake é uma cerveja colaborativa feita pela 5 Elementos, de Fortaeza (CE) — marca que hoje pertencente à cervejaria Turatti, da mesma cidade —, com a baiana MinduBier. Além da lactose, que adoça e traz corpo ainda mais alto, tem amendoim, cacau, baunilha, caramelo e sal.

    Para entender o sabor, imagine-se comendo um bolo de chocolate com amendoim, coberto por calda de caramelo salgado. É exatamente isso, mas é líquido e tem 12% de álcool.

    • Nome: Salted Caramel Peanut Cake
    • Estilo: Dessert or Pastry Stout
    • Cor: Preta
    • Teor alcoólico: 12%
    • Local de origem: Fortaleza (CE)
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      Luís Celso Jr.
      É jornalista, escritor e sommelier de cervejas. Formado pela PUC-PR, se especializou em jornalismo digital e em gestão de Pequenas e Médias Empresas (FIA Business School). No ramo da cerveja, foi premiado no 1º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas em 2014, defendo o Brasil no mundial em 2015. É professor do Instituto da Cerveja, juiz de concursos nacionais e internacionais (National BJCP), consultor e fundador do BarDoCelso.com — blog mais antigo de cerveja da internet brasileira que completa 20 anos em 2026. Premiado no Edital Fermenta!, é autor do livro “Uma viagem pela história da cerveja no Brasil” (no prelo).
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