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Cerveja artesanal precisa de menos tributos para ficar mais barata, avaliam especialistas

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
22 de junho de 2022
Atualizado em: 29 de junho de 2022
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    cerveja artesanal preço
    cerveja artesanal preço

    Em meio a um cenário de alta dos custos de produção, provocado principalmente pelo aumento dos valores das matérias-primas e dos insumos importados, assim como pela inflação, a cerveja artesanal ficou com o preço ainda mais elevado no Brasil. Especialistas ouvidos pelo Guia alertam, porém, que o problema tem menor ligação com a atual conjuntura, estando mais relacionado com a alta carga tributária que incide sobre as pequenas empresas do setor.

    Em nova matéria sobre preço e custos da cerveja, após a anterior debater se a bebida está com um valor médio acessível à população, profissionais apontam que o caminho para o rótulo artesanal se tornar mais competitivo passa pela redução da carga de impostos que incide sobre o produto, geralmente fabricado com insumos mais caros do que os das grandes marcas.

    Presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), Gilberto Tarantino ressalta a necessidade de a tributação ser menos severa com os produtores de rótulos especiais, destacando que o índice de taxação sobre os fabricantes de artesanais está em 56%.

    Leia também – Congresso do Sindicerv e da Abracerva buscará aproximar gastronomia e cerveja

    “Entendemos que o ideal e mais justo seria que os impostos fossem proporcionais ao volume de produção. De imediato, uma luta na qual nós da Abracerva estamos envolvidos é pela ampliação do limite do Simples (Nacional), o que daria a possibilidade de as cervejarias ganharem escala sem serem obrigadas a sair do regime tributário simplificado”, diz.

    A desejada redução da carga tributária teria impacto direto sobre o preço das cervejas artesanais, as tornando mais competitivas em relação, inclusive, a aquelas produzidas pelas grandes marcas, na visão de Luís Celso Jr., sommelier e fundador do Bar do Celso. E, para referendar seu raciocínio, cita o exemplo dos Estados Unidos.  

     “A gente fala do mercado americano como se ele tivesse desenvolvido a cerveja artesanal do nada e feito muito sucesso. E isso não é verdade. Se a gente estuda a história do renascimento da cerveja artesanal nos Estados Unidos, vê-se que no começo dos anos 1980 houve uma lei de isenção de impostos para microcervejarias, que foi ampliada no começo dos anos 1990, e favoreceu muito o mercado de cerveja artesanal. E aí esse mercado bombou e disparou”, diz.

    Com visão semelhante, Roberto Kanter, professor de cursos de MBA da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que é especialista em varejo, comportamento do consumidor, tendências de mercado e marketing, defende a participação ativa do estado no fomento ao pequeno produtor, com a oferta de vantagens tributárias pelas gestões públicas. “Uma questão que poderia ser trabalhada é um fortalecimento das pequenas empresas locais através de subsídios e vantagens tributárias para que elas consigam equiparar um pouco mais os preços praticados”, afirma o professor da FGV.

    Insumos também pesam mais
    Mas, claro, não são apenas os impostos que afetam as microcervejarias. Afinal, há a avaliação de que a alta dos custos provoca impacto maior sobre as marcas artesanais, também causando mais oscilação nos preços do produto final.  

    Se sobe o preço da cerveja porque subiram os custos e a matéria-prima, quer dizer que para o produtor de cerveja artesanal também subiu. E o produtor de artesanal utiliza muito mais desses produtos, tem uma capacidade de compra muito menor, porque ele adquire em menores volumes e acaba pagando mais caro por não conseguir negociar os preços

    Luís Celso Jr., sommelier e fundador do Bar do Celso

    Para Kanter, também é natural que a cerveja artesanal seja mais cara do que a tradicional, por causa dos ingredientes utilizados e volume produzido. “Tecnicamente, as cervejas artesanais possuem insumos diferenciados, que são mais caros do que os utilizados nas cervejas mainstream. Elas também possuem volumes muito menores de produção, o que impacta em um custo de produção maior, e consequentemente um preço para o consumidor também maior”, acrescenta.

    Na visão de Celso, para minimizar esse impacto, as cervejarias artesanais devem buscar alternativas para reduzir os custos de produção, o que grupos como a CBCA, que agrega 4 marcas no Brasil e uma para o mercado externo, podem ter mais facilidade, em uma negociação pelos preços dos insumos.

    “Na medida em que artesanais vão crescendo e surgem, por exemplo, grupos de cervejas artesanais, como a CBCA, eles conseguem negociar preços melhores em relação aos fornecedores de matéria-prima, diminuindo seus custos e, possivelmente, reduzindo o preço das suas cervejas”, diz o especialista.

    E a macroeconomia?
    O contexto econômico, aliás, impacta não apenas nos custos produtivos, mas na busca do produto pelo consumidor. Recentemente, o IBGE revelou que o rendimento real habitual recebido pelos trabalhadores fechou o trimestre encerrado em abril em R$ 2.569, um recuo de 7,9% em relação ao mesmo período de 2021. E, claro, essa queda do poder aquisitivo de grande parte da população também impacta o mercado de cervejas artesanais, tornando os seus rótulos ainda mais inacessíveis.

    “O grande limitante do consumo da cerveja artesanal é a renda. Se houver aumento de renda, haverá com certeza um aumento no consumo”, enfatiza Kanter.

    Ao mesmo tempo em que cita o êxito da cerveja artesanal nos Estados Unidos como um bom exemplo, em função dos incentivos fiscais recebidos por lá, Celso pondera que a realidade econômica brasileira impõe outros desafios, que vão muito além da moeda desvalorizada.

     “Sempre falamos que estamos atrasados em relação aos Estados Unidos há alguns anos, que passaríamos pela mesma revolução que eles passaram em termos de cerveja artesanal, mas isso sem considerar obviamente o fato de sermos um país subdesenvolvido, com os problemas que temos aqui”, opina.

    Também proprietário da Tarantino, o presidente da Abracerva ainda avalia que o consumidor pode ter a percepção de que o produto artesanal é caro em função da comparação com o preço da cerveja produzida pela grande indústria.

    “Para formar sua percepção de valor sobre um produto, o consumidor pode utilizar várias referências. Uma delas é comparar preços, mesmo que sejam produtos de categorias muito distintas. E isso acaba acontecendo também no mercado de cervejas. Então, de alguma forma, um preço menor de cervejas mainstream pode impactar o mercado de artesanais, ainda que sejam produtos bem diferentes na experiência que entregam ao consumidor”, analisa.

    Para mudar essa percepção, Kanter pondera que o crescimento econômico pode até facilitar a penetração das cervejas artesanais. Mas destaca que isso só irá se consolidar com mudanças nos hábitos culturais e de consumo do público.

    O grande trabalho que deve ser feito é o desenvolvimento do mercado consumidor, através de cultura e conhecimento. Com isso o consumo do brasileiro será cada vez mais desenvolvido, com produtos de maior complexidade e diversidade. Neste cenário, as cervejarias artesanais tendem a expandir e aumentar seus volumes, conseguindo, assim, uma redução no custo de produção e no preço ao consumidor final

    Roberto Kanter, professor de cursos de MBA da FGV

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      1 COMENTÁRIO

      1. Gerson frencl Gerson frencl 23 de junho de 2022 No 11:10

        Cerveja “Artesanal” q não tem nada de Artesanal… Tda feitas com maquinário industrial… Puro marketing ,tem q ser taxado como qualquer outra.

        Responder

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