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Entrevista: Como a Ambev usa a tecnologia para definir estratégias do portfólio

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
13 de outubro de 2022
Atualizado em: 13 de outubro de 2022
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    Sao Paulo - 02mar20 - Eduardo Horai, VP tecnologia na pracinha da empresa.

    Líder do segmento cervejeiro no Brasil, a Ambev e suas lideranças têm adotado o discurso de que a empresa agora possui novas concorrentes, muito por sua atuação a partir de plataformas de tecnologia. Afinal, inovações recentes apresentadas pela companhia passam por esse ambiente e tornaram a sua atuação mais digitalizada, através de aplicativos como Bees e Zé Delivery, se aproximando dos seus parceiros no varejo e dos consumidores.

    Assim, passou a ser se ver, também, como uma empresa de tecnologia que comercializa produtos, como, por exemplo, a Amazon e a Alibaba. Para confirmar essa nova postura, as vendas através de ambas as soluções não se resumem a bebidas do seu portfólio, com a oferta de outras opções, algo que vem atraindo parceiros relevantes, como o GPA, que no fim de junho anunciou acordo com a Ambev para disponibilizar seus produtos no Bees, a plataforma de tecnologia B2B da cervejaria.

    Esse foco da Ambev, que estima terminar 2022 com um time de 5 mil profissionais de tecnologia em sua equipe, foi tema de entrevista do Guia com Eduardo Horai, vice-presidente de tecnologia da empresa, em conversa realizada durante o Tech & Cheers, encontro promovido em São Paulo para reunir o ecossistema de tecnologia da empresa.

    Na entrevista, Horai também comentou sobre as transformações que a Ambev passou, impulsionadas pela pandemia do coronavírus, se refletindo em soluções que atendessem seus parceiros e consumidores. E relatou que a tecnologia tem influência direta em decisões envolvendo o portfólio da companhia.

    De acordo com o vice-presidente de tecnologia da Ambev, as informações captadas através de aplicativos permitem, por exemplo, testes menos custosos, mais rápidos e assertivos, acelerando a definição de estratégias.

    “O e-commerce nos ajuda a testar em escala menor. Posso pegar um lançamento e disponibilizar em uma região dentro do e-commerce. Com isso, você vê o que traz mais aderência, mais consumidor. E aí toma decisões”, diz.

    Leia também – Grupo Petrópolis inicia venda de lúpulo peletizado e mira microcervejarias

    Confira os principais trechos da conversa do Guia com Eduardo Horai, vice-presidente de tecnologia da Ambev:

    Como a pandemia impactou a área de tecnologia da Ambev? Quais foram as principais oportunidades e desafios?
    A pandemia nos acelerou muito. Estávamos começando a falar do Bees, enquanto o Zé Delivery já tinha certa relevância. Quando veio a pandemia, tomamos a decisão de colocar todos os vendedores remotos. Quem ia ao ponto de venda tirar o pedido, passou a fazer de maneira remota. Depois, aceleramos a digitalização com o vendedor ensinando o PDV a instalar o app do Bees e a fazer o pedido. Sem a pandemia, esse processo teria demorado mais. Mas foi possível atender o PDV, que estava aberto, sem o vendedor ir lá. O segundo ponto envolve o Zé Delivery. Com o boom da pandemia, aliado com as lives, o Zé ajudou muito as pessoas a continuarem celebrando de alguma forma em casa. Ganhamos muito com a aceleração do e-commerce. Falando do mais difícil, foi a gestão interna dos times. Saltamos de pouco mais de mil pessoas (no time de tecnologia) para hoje ter 4,5 mil. E, no remoto, acaba não tendo a mesma proximidade. Até houve alguma perda de produtividade inicial, mas depois se recuperou. É mais difícil de se operar remotamente, especialmente quando se tem muita gente nova.

    A expansão do Zé Delivery foi, em grande parte, provocada pela pandemia. Como a Ambev trabalha para mantê-la agora, quando não existem mais restrições?
    Estamos em uma fase que chamamos em omnichalidade. Queremos que o Zé continue fazendo parte da vida das pessoas. E estamos preparando uma série de questões, como programas de fidelidade, conexão entre online e offline para que o Zé vá além do delivery. Estamos testando modelos, o app vai evoluir muito nos próximos meses.

    Ao mesmo tempo em que a Ambev usa o Bees com os seus parceiros, ela continua tendo uma equipe comercial. Como se dá essa sinergia no momento de definição das estratégias?
    É a parte boa de ter uma empresa que sabe fazer isso há muito tempo. Tem coisas que o algoritmo não prevê, mas a parte comercial conhece e consegue prever, como a demanda por um grande jogo. Então, as ferramentas digitais nos ajudam, alertam para ver se os pontos estão preparados. Conseguimos ser mais efetivos por ter as ferramentas digitais envolvendo parceiros e consumidores. Acaba sendo uma mistura de algoritmos com o conhecimento comercial.

    Como a Copa do Mundo se insere nas estratégias da Ambev para seus aplicativos de tecnologia?
    Estamos nos preparando, em questões de infraestrutura, de capacidade, tecnologia, preparando os pontos de venda. A Copa do Mundo será em um momento bem bacana, no meio do verão, terminando o ano. Será um momento de celebração e estaremos bem preparados, embora não possa dar maiores detalhes, até por ser ainda um período de preparação. Essa é a primeira Copa do Mundo com ferramentas digitais bem estabelecidas. Com elas, temos mais visibilidade sobre onde mais produtos estão sendo consumidos com uma granularidade muito menor. Quando você conecta isso, é possível que as ferramentas dialoguem, percebendo a necessidade de preparar estoque com antecedência em determinados pontos, por exemplo.

    Por essa força da Ambev no e-commerce, já é conhecido o discurso do CEO Jean Jereissati de que as concorrentes da companhia agora são empresas de tecnologia, como a Amazon, por exemplo, porém com o diferencial de que vocês vendem cerveja. Como é isso para você?
    É algo legal. Não somos só cerveja, mas também temos marcas muito inspiradoras, que estão há muito tempo conectadas com o brasileiro. Não somos só um e-commerce, temos que estar atentos às marcas, onde elas estão se posicionando como o consumidor está vendo cada uma, atrelando isso ao Zé Delivery. Tem discussões que nunca vi antes. Uma Amazon, um Mercado Livre vende qualquer coisa. O e-commerce nos ajuda a testar em escala menor. Posso pegar um lançamento e disponibilizar em uma região dentro do e-commerce. Com isso, você vê o que traz mais aderência, mais consumidor. E aí toma decisões. Isso, por exemplo, aconteceu com Modelo e Sptaten.

    Então, essa possibilidade de testar produtos é a grande vantagem de contar com esses e-commerces?
    É uma inovação que custa mais barato, pois você faz pequenos pilotos e pelo digital. É algo que nunca foi feito pelas empresas antes. Grandes e-commerces, como a Amazon, nasceram digitais e foram criando armazéns e hoje passaram a abrir lojas. Nós nascemos no físico e começamos a disputar espaço no digital. Em algum momento, há uma concorrência. E eles ajudam em todos os tipos de inovação, não só no líquido. É possível também ajudar em serviços.

    Também no e-commerce, em sua visão, o que faz gigantes como o GPA se associarem com a Ambev para terem seus produtos disponibilizados no Bees?
    Temos 1 milhão de clientes que acessam e gastam 27 minutos por semana no app. Tem pequenos varejistas com 70% do faturamento em cerveja que podem também comprar todos os produtos deles ali. Algo importante foi ter colocado o app no Brasil todo. Com um botão, mando uma mensagem para todos os clientes avisando de uma promoção de um parceiro. É uma força digital que faz, também, indústrias se associarem a nós.

    Essa vantagem, de contar com uma grande carteira, já vem do período pré-Bees?
    A gente fazia isso com as pessoas. Mas o vendedor tem um limite dos produtos que pode vender. No aplicativo, você pode ter 2 mil produtos. Consigo colocar um portfólio infinito à disposição do PDV, com uma escala que só o Bees pode ter. Também há um número limitado de bares que um vendedor pode atender, algo que não existe no app. Não à toa, estamos com um milhão de clientes, pela facilidade de se cadastrar. A tecnologia está destravando muita coisa.

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