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Ação da Ambev tem pequena desvalorização no pior ano da Bolsa desde 2015

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
3 de janeiro de 2022
Atualizado em: 3 de janeiro de 2022
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    A ação da Ambev desvalorizou pelo segundo ano consecutivo. Após um tombo de quase 16% em 2020, o papel sofreu baixa de 1,47% em 2021, após terminar o pregão da última quinta-feira da B3, a bolsa de valores do Brasil, com o preço de R$ 15,42. Foi, assim, um dos vários ativos a ficar mais barato em um ano marcado pela queda de 11,93% do índice Bovespa.

    O saldo negativo da ação da Ambev em 2021 também tem relação com a sua desvalorização de 3,99% em dezembro, no segundo mês consecutivo de perdas do papel. Uma queda no preço que se deu em um mês movimentado para a companhia, que anunciou a meta de se tornar carbono zero até 2040, além de ter encerrado o ano com a revelação de que construirá uma fábrica de vidros no Paraná. Em dezembro, a Ambev também distribuiu dividendos e juros sobre capital (JCP) aos próprios acionistas em um valor total de cerca de R$ 9,5 bilhões.

    Leia também – Ambev construirá fábrica de vidros no Paraná com investimento de R$ 870 mi

    Ainda assim, a ação da Ambev foi na contramão do Ibovespa no final de 2021. Afinal, após cinco meses de queda, o principal índice da B3 fechou dezembro em alta, de 2,85%. Uma recuperação que acabou sendo tardia, tanto que houve recuo de 11,93% no ano.

    Foi, com isso, a primeira perda do principal índice da bolsa brasileira desde 2015. É um cenário oposto ao das bolsas pelo mundo, que terminaram 2021 em alta. E que se deu especialmente pelo desempenho no segundo semestre, pois o Ibovespa chegou a atingir um recorde histórico de valorização, de 130.766 pontos, em 6 de junho, despencando nos meses seguintes.

    Essa inversão de rumo da bolsa brasileira se deu diante da deterioração da economia nacional, com a inflação chegando aos dois dígitos – 10,74% – no acumulado de 12 meses (até novembro). E o descontrole dos preços levou o Banco Central a elevar a taxa básica de juros, a Selic, que fechou 2021 em 9,25% após começar o ano em 2%.

    A piora do cenário refletiu um ano problemático da gestão pública. Em setembro, por exemplo, o presidente Jair Bolsonaro realizou ameaças golpistas. E 2021 terminou com o drible do teto de gastos, realizado para pagar o Auxílio Brasil, programa que substitui o bem-sucedido Bolsa Família, e abrir espaço no Orçamento de 2022.

    As maiores altas no ano das ações que compõem o Ibovespa foram dos papéis da Embraer, da Braskem, da Marfrig, da JBS e da PetroRio, em um resultado que indica o êxito de companhias com uma forte pauta exportadora.

    Já as principais quedas se concentraram em companhias de consumo doméstico, com os cinco piores desempenhos sendo, em ordem, de Magalu, Via, GPA, Americanas e EzTec. É um efeito óbvio da perda de poder de compra de parcela relevante da população, atingindo algumas empresas com forte presença no comércio eletrônico, que ainda sofrem com a alta concorrência, o que também é provocado pela presença, no Brasil, de companhias globais do setor.

    E o futuro?
    Diante da deterioração do cenário político e econômico do Brasil, 2022 promete ser um ano de, no mínimo, volatilidade. As previsões, afinal, são de crescimento pífio da economia. E a realização das eleições presidenciais, em outubro, pode trazer incertezas ao mercado financeiro, especialmente a depender da boa vontade – ou não – com os líderes das pesquisas. Além disso, o funcionalismo federal deve reivindicar aumento salarial após o presidente Jair Bolsonaro indicar a intenção de só concedê-lo aos policiais em 2022.   

    E se no Brasil há preocupação com a inflação e a perda do poder de compra da população, no mundo também existe grande temor com as novas variantes do coronavírus, o que tem levado alguns países a adotarem, novamente, ações restritivas de circulação.

    Fora do Brasil
    No mercado externo, a ação da Ambev também terminou 2021 em baixa. Na Bolsa de Valores de Nova York, encerrou a sessão da última sexta-feira com preço de US$ 2,80, uma desvalorização de 8,49% em relação ao fim de 2020.

    Foi um cenário parecido ao ocorrido com o papel da AB InBev na Europa, pois embora tenha apresentado recuperação em dezembro, fechou 2021 com o preço de 53,17 euros. E, assim, caiu 6,74% no ano. Já a ação da Heineken conseguiu inverter o cenário de perdas no último mês de 2021, terminando o ano com o preço de 98,86 euros e alta de 7,73% em relação ao fim de 2020.

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