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Cultura

6 ações para combater o racismo no mercado brasileiro de cerveja

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
4 de novembro de 2021
Atualizado em: 4 de novembro de 2021
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    O racismo é uma forma de violência que age diariamente. Ora sutil, às vezes agressivos e indigestos, seus atos são vistos por muitos historiadores e pesquisadores como uma prática cultural arraigada, o que provoca a avaliação de ser algo estrutural. Por isso, eliminar o preconceito é um grande desafio para a sociedade.

    No ano passado, casos explícitos de racismo sacudiram o mercado de cervejas artesanais brasileiro e deram visibilidade ao tema. Em reação, a cervejaria gaúcha Implicantes, que tem Diego Dias como sócio-proprietário, e a sommelière Sara Araújo, ambas vítimas desses atos, também ganharam força, espaço e voz.

    Naquele momento, o setor buscou adotar o discurso do combate ao racismo e da inclusão. As mudanças implementadas foram pouco efetivas, porém, como já relataram profissionais do segmento à reportagem. Por isso, o Guia elencou 6 ações que podem ser adotadas para contribuir na luta para combater o racismo no mercado brasileiro de cerveja.

    Leia também – O setor de cervejas artesanais mudou após os ataques racistas de um ano atrás?

    Confira as ações que podem ser colocadas em prática no setor em meio ao mês da consciência negra:

    1 – Entender que há mais pretos por aí…
    Apesar dos nomes de Diego, com sua cervejaria, e de Sara terem ganhado força no setor, é preciso lembrar que existem muitos outros pretos altamente capacitados a atuar com cervejas artesanais.

    O sócio-proprietário da Implicantes destaca que, para ser mais inclusivo, o mercado precisa conhecer mais os negros que estão inseridos nele. “Muita gente conhece a Implicantes, a Sara, mas não é suficiente só conhecer quem sofreu o ataque. É preciso ir atrás de outras pessoas, conhecê-las, incluí-las”, orienta Diego.

    2 – Colocar mais pretos em cargos de comando
    Oferecer mais oportunidades para pessoas negras em cargos de comando também é uma ação relevante no combate ao racismo no mercado. A sommelière Sara Araújo lembra que os negros correspondem a mais de 56% das pessoas brasileiras, segundo o IBGE. Ainda assim, essa maioria sofre com a falta de oportunidades.

    “Colocar meia dúzia de pessoas negras em espaço de decisão é reforçar a estrutura racista e não lutar pela equidade. Só irei acreditar em mudança efetiva quando pessoas negras não forem usadas como ‘token’ pelo mercado. Eu não acredito na narrativa do negro único. Mudança, para mim, será quando eu me sentar para conversar com uma equipe do mercado e ter no mínimo presente à mesa metade de pessoas iguais a mim”, aponta Sara.

    Diego complementa destacando que as empresas devem realizar uma observação interna, não apenas tendo negros dentro das suas equipes, mas também em cargos de maior relevância. “Às vezes tem colaboradores negros, mas esse colaborador é a pessoa que limpa a fábrica, que está em posição em subalterna e não em posição de liderança. Então, acredito que ainda falte mudar esse pensamento.”

    3 – Cobrar mais ações das empresas
    Na visão de Sara, as empresas devem ser mais cobradas para que adotem ações antirracistas. Afinal, as mudanças no setor passam diretamente pelas iniciativas delas. “As empresas que compõem o setor cervejeiro precisam responder com números reais, de antes de 2020 até o presente. Que apresentem números. Somente assim saberemos o que, de fato, mudou. Olhando de fora, não vi mudanças.”

    4 – Tratar a inclusão como luta diária
    Para Leandro Sequelle, fundador da cervejaria GrajaBeer, localizada no Grajaú, zona periférica de São Paulo, os acontecimentos racistas ajudaram a ampliar um processo de modificação no mercado que, em sua visão, não tolera mais campanhas de geração de desejo de consumo através do status e do poder. Para ele, o marketing de hoje é muito mais direcionado à inclusão, diversidade e responsabilidade social, que são valorizadas como estratégia para atrair os clientes. Mas ele alerta que as ações não podem ser limitadas às datas comemorativas.

    “É preciso a manutenção da provocação da importância da pluralidade e diversidade no setor. Isso não somente por questões sociais. Estamos no Brasil. O Brasil é isso! Nunca iremos ter crescimento sem democratização. Se o consumidor final for sempre o mesmo, seus resultados no final do mês, na ponta do lápis, serão sempre os mesmos! Então criem estratégias para mudar, mesmo que minimamente esse jogo!”, frisa Sequelle.

    5 – Ampliar e dar mais visibilidade à inclusão
    Apesar de as mudanças efetivas no setor terem sido tímidas no último ano, na visão de muitos especialistas, as ações de combate ao racismo já estão acontecendo, como garante Sequelle. Mas, para que ganhem visibilidade e força, elas precisam de todo o apoio do segmento.

    “Sei que existem diversos projetos bacanas sendo tocados Brasil afora (Afrocerva, Pretas Cervejeiras, capacitação cervejeira para a periferia, oficinas e brassagens abertas da Acerva), mas isso precisa do apoio dos profissionais do mercado, com a troca de saberes e divulgação. Caso não, em um futuro bem breve discutiremos novos casos e polêmicas cervejeiras canais afora”, projeta o sócio da GrajaBeer.

    O nascimento do coletivo Afrocerva, como uma resposta de união, também foi lembrado por Diego Dias. “Destaco a união de entusiastas e profissionais pretos por conhecer a Implicantes, a Sara e vários outros profissionais, e pela criação da Afrocerva. Estamos tentando fazer com que o coletivo tenha mais visibilidade”, completa o sócio da Implicantes.

    6 – Agir hoje mirando o amanhã
    O publicitário, escritor e especialista em criação de conteúdo Eduardo Sena analisa que, para uma mudança real, ainda é preciso entrega, humildade, empatia e investimento em ações afirmativas que causem impacto não apenas no dia de hoje, mas principalmente a longo prazo.

    Umas dessas medidas exemplificadas por ele é a continuidade da política de adoção de cotas raciais no ensino superior. “Grandes profissionais pretos são crias das cotas, é preciso entender o raciocínio por trás delas e trazer para o nosso mercado.”

    Outro ponto colocado por Sena também se refere à mudança de consciência de “dentro para fora” a fim de se compreender a existência do preconceito para, então, combater o racismo estrutural. “Está no sistema e nas pessoas, e elas não entendem seus lugares de privilégio. Logo, não têm interesse em agir, e mesmo que se achem antirracistas, não sabem o que fazer.”

    É justamente neste ponto que, para ele, as empresas, instituições de ensino e negócios, profissionais e todo o ecossistema devem agir, liderando um movimento e criando códigos de ética pensados para punir o racismo e garantir amparo às pessoas.

    “Não adianta colocar mais pretos nas empresas se as pessoas que lideram são racistas ou não entendem o que é racismo. E, para fazer isso, é fundamental chamar pessoas pretas para a mesa, colocar a casa em ordem e criar ações afirmativas de verdade, profissionalizar essas pessoas, dar oportunidades de empregos e fazer o dinheiro circular entre elas, pois isso transforma suas vidas, a comunidade à sua volta e, naturalmente, o mercado todo”, conclui Sena.

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