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Analistas apontam êxito da estratégia de inovação da Ambev; Ação dispara

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
10 de maio de 2021
Atualizado em: 11 de maio de 2021
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    O balanço positivo da Ambev no primeiro trimestre de 2021, com lucro líquido ajustado 125% superior ao do mesmo período de 2020, representou, para analistas, o êxito da estratégia de inovação da companhia. O resultado refletiu em alta expressiva na ação da empresa na sequência da divulgação dos números na última quinta. Os operadores, assim, optaram por minimizar os desafios que o cenário macroeconômico deve impor à cervejaria, algo que foi alertado por avaliações de alguns bancos de investimento.

    Leia também – Ambev amplia lucro em 125% e venda de cerveja em 16% no 1º trimestre

    Além de apresentar um lucro líquido ajustado de R$ 2,761 bilhões, o balanço da Ambev também chamou a atenção pelo crescimento de 16% na venda de cervejas no Brasil no primeiro trimestre de 2021 em relação ao mesmo período do ano passado.

    “Mais uma vez vimos uma estratégia comercial bem-sucedida em Brasil Cerveja, com um aumento de preços mais fortes do que esperávamos em cima de uma base de volume sólida”, destacam Leonardo Alencar e Larissa Pérez, da equipe de análise da XP Investimentos.

    Essa expansão da venda de cerveja pela Ambev se deu amparada pelo bom desempenho no mercado da Brahma Duplo Malte. A companhia também destacou o resultado alcançado no país por marcas globais, casos da Becks e da Corona. Além disso, analistas ressaltaram que o aplicativo Zé Delivery se transformou em uma importante ação da Ambev para ampliar as oportunidades de vendas.

    Para Thiago Duarte, que faz parte da equipe de analistas do BTG Pactual, a Ambev conseguiu conquistar espaço no mercado cervejeiro enquanto concorrentes sofriam com a falta de embalagens e problemas na distribuição. E, pela diversificação do portfólio e dos canais de venda, ela se coloca em uma boa posição para o mercado pós-pandemia.

    As novas ferramentas de gestão de receita da Ambev em um momento em que a concorrência ainda lutava com problemas de embalagem e fornecimento, juntamente com lançamento digital de sucesso (estimamos que a plataforma Zé Delivery contribuiu com mais de 8% das vendas no Brasil), sugerem que a Ambev está construindo uma base sólida para o mercado pós-pandêmico. A questão é se parte disso vai recuar quando a vida acabar de volta ao normal

    Thiago Duarte, analista do BTG Pactual

    Pontuadas por Duarte, as dúvidas sobre como será o desempenho da Ambev quando os bares e restaurantes voltarem a funcionar sem restrições, aumentando a participação nas vendas, também é destacada em outras análises, como a do Bank of America Merrill Lynch. A avaliação é de que poderá haver uma redução nos lucros da companhia.

    “Continuamos cautelosos quanto às margens no Brasil para 2021 e 2022, uma vez que os preços das commodities em reais já apontam para uma inflação de custo de cerveja de um dígito de meio a alto no Brasil no próximo ano”, dizem Isabella Simonato e Guilherme Palhares, do Bank of America Merrill Lynch.

    “Além disso, embora o mix de marcas tenha uma contribuição positiva importante, é incerto qual será o portfólio de equilíbrio entre as categorias premium e core plus versus a categoria mainstream quando bares e restaurantes reabrirem e a receita por hectolitro aumente nesse canal, onde a Ambev tem sido mais promocional”, acrescentam os especialistas. 

    Esse desafio é imposto, especialmente, pela alta nos preços das commodities, estimulada pela desvalorização do real. E deverá, na avaliação da Ágora Investimentos, reduzir o lucro e pressionar os custos para a Ambev em 2021 e 2022. A companhia, porém, espera compensar essas adversidades com o aumento das vendas.

    “Reduzimos as estimativas de Ebitda e lucro líquido em 4% e 13% para 2022, respectivamente, uma vez que agora assumem um aumento de 23% no CPV (custo dos produtos vendidos) por hectolitro para o segmento de cerveja no Brasil (em relação às premissas anteriores), refletindo a recente alta dos preços das commodities (alumínio, milho, cevada etc.)”, diz a análise da Ágora Investimentos.

    Ação dispara
    Os desafios impostos pela conjuntura econômica e pelo mundo pós-pandêmico foram, em um primeiro momento, ignorados pelos investidores, empolgados com os números do primeiro trimestre da empresa. Assim, a ação da Ambev teve a maior valorização na quinta-feira – dia de divulgação do balanço – entre as empresas presentes no Ibovespa, principal índice da B3, tendo subido 8,88% e sendo negociada a R$ 16,18.

    O papel ordinário fechou a última semana cotado a R$ 16,21, o que representou uma recuperação em relação a qualquer cenário observado. Afinal, a ação da Ambev havia começado 2021 com preço de R$ 15,75, terminado abril a R$ 14,94 e caído a R$ 14,86 na véspera da divulgação do balanço.

    Essa recuperação também vem sendo vista no Ibovepa. O principal indicador da bolsa brasileira iniciou o ano em 119.484,34 pontos, recuou para os 116.633,72 ao fim de março, mas encerrou abril em 118.893,84. Já na sexta-feira, fechou o pregão em 122.038 pontos, nível que não alcançava desde 14 de janeiro.

    Mudança na AB Inbev
    Os últimos dias também ficaram marcados no setor cervejeiro pelo anúncio da mudança de comando da AB Inbev, multinacional de bebidas fruto da fusão da Ambev com a Interbrew. A partir de 1º de julho, o brasileiro Michel Doukeris vai ocupar o cargo de CEO, em substituição ao compatriota Carlos Brito.

    Leia também – AB Inbev terá novo CEO brasileiro a partir de julho; Saiba quem é Michel Doukeris

    Para Marcella Recchia, analista do Credit Suisse, a mudança não trará problemas para a AmBev, lembrando que o seu CEO, Jean Jereissati, já trabalhou com sucesso ao lado de Doukeris no mercado chinês.

    “Vemos a mudança do CEO da AB Inbev como neutra para ligeiramente positiva para a AmBev, como Michel Doukeris e Jean Jereissati (CEO da AmBev) tendo trabalhado juntos na região APAC (Ásia-Pacífico) e na China, fazendo parte de uma forte equipe pioneira na premiunização do mercado chinês, proporcionando muitos anos de forte crescimento de receita e expansão de margem”, destacou Recchia.

    Na Europa, a ação da AB Inbev teve desempenho semelhante ao da Ambev nos últimos dias. Após começar o ano a 57,01 euros, encerrou março a 53,75 euros, reagiu em abril, chegando a 58,83 euros ao seu fim, e terminou a última semana, com o anúncio da mudança da sua gestão, a 61,28 euros.   

    Heineken
    Também nos últimos dias, a Heineken divulgou o seu balanço com alguns números díspares. O lucro líquido do primeiro trimestre foi de 168 milhões de euros, quase 80% maior do que o mesmo período do ano passado, porém 40% inferior ao de 2019. Já no Brasil, as vendas das marcas de cerveja da companhia caíram entre 4% e 6%. Mas, segundo a empresa, a marca Heineken teve crescimento de quase 20% no mercado.

    E, como se deu com a Ambev no Brasil, sua ação apresentou recuperação no mercado europeu. Após começar 2021 valendo 91,22 euros, tinha terminado março com o preço de 87,62 euros. Mas fechou abril em 96,44 euros, uma valorização de 5,72% no ano e de 10,07% no mês.

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