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Bares aproveitam reaquecimento, mas sofrem com endividamento e custos

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
13 de julho de 2022
Atualizado em: 14 de julho de 2022
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    Depois de dois anos duríssimos, por causa, principalmente, da pandemia do coronavírus, bares e restaurantes ensaiam uma recuperação. Com o avanço da vacinação e a diminuição quase completa das restrições sanitárias, os estabelecimentos voltaram a receber o público em peso e buscam descontar os prejuízos amargados em 2020 e 2021.

    Representantes de bares e restaurantes, ouvidos pela reportagem do Guia, confirmam o reaquecimento. Entretanto, alertam que, na esteira da crise, a maior parte dos estabelecimentos precisa lidar com dívidas. E os empresários vêm sofrendo com os efeitos da continuidade da inflação a níveis elevados e a carência de mão de obra qualificada.

    Leia também – 40 maiores cervejarias venderam 80 milhões de hectolitros a mais em 2021

    “Estamos muito endividados. Atualmente, 64% das empresas têm dívidas em atraso, a maior parte delas com impostos, parcelados no Simples (Nacional, regime tributário), mas ainda não parcelados para as empresas fora do Simples; débitos com os bancos, com o Pronampe (Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte) apertando cada vez mais e as carências já vencendo. Com isso, a situação caminha para uma inadimplência maior; hoje, ronda os 20%”, revela Paulo Solmucci, presidente-executivo da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

    Pesquisa feita pelo órgão com empresários do setor, ouvidos entre 21 e 28 de junho, constatou que só 35% dos estabelecimentos tiveram lucro em abril e maio, respectivos meses nos quais outros 28% e 29% trabalharam com prejuízos, enquanto outros 36% ficaram no equilíbrio. “Duas em cada três empresas, atualmente não fazem lucro e, portanto, não têm condições de liquidar as suas dívidas do passado”, aponta Solmucci.

    Diretor e sócio-fundador do BaresSP, o maior guia desta categoria de estabelecimento cujo nome batiza a entidade representativa de bares e restaurantes da capital paulista, Fabio de Francisco destaca, assim, que a volta do público acaba não sendo suficiente para reduzir as dívidas dos estabelecimentos.

    “O bar retoma o movimento, ainda que seja mais no final de semana, mas o proprietário deixou um buraco lá atrás (de prejuízo acumulado durante a pandemia) e não consegue atender o dobro de pessoas que tem capacidade. E aí, obviamente, os empréstimos que ele fez em 2020, ou no começo de 2021, estão vindo a todo o vapor”, diz.

    Outro desafio nesse momento de recuperação do setor é a redução na frequência da ida dos consumidores aos bares, provocada pela elevação do custo de vida no Brasil, como avalia o diretor do BaresSP.

    Em linhas gerais, o que aconteceu na maior parte dos bares é que voltou a ter o movimento de sexta, sábado e domingo, e isso é ótimo. Mas ainda está com um pouco de dificuldade nos dias da semana e isso obviamente pelo fato de todo mundo estar segurando um pouco mais o dinheiro. Muita gente foi mandada embora e aumentou tudo. Então, em vez de ir ao bar toda semana, a pessoa começa a ir a cada 15 dias ou só uma vez por mês

    Fabio de Francisco, diretor e fundador do BaresSP

    Alta dos custos desafia setor
    Em níveis elevados, a inflação impactou não apenas os frequentadores de bares e restaurantes, mas também os empresários do setor, que viram o custo dos seus produtos se elevar bastante. O fato é um obstáculo a mais para os estabelecimentos, que precisam encontrar um meio termo para ofertar preços acessíveis aos clientes.

    De acordo com a pesquisa realizada pela Abrasel, 75% dos empresários com prejuízos no ano citaram o aumento dos principais insumos como fator que contribuiu para o saldo negativo. E entre os outros principais motivos apontados para as contas ficarem no vermelho estiveram a queda nas vendas (63%), a redução no número de clientes (58%), dívidas com empréstimos (54%) e impostos atrasados (49%).

    “A maior preocupação é a inflação, em especial do CMV (Custo de Mercadoria Vendida) de alimentos e bebidas. Isso realmente tem um impacto enorme. Uma recente pesquisa nossa mostrou que 83% dos estabelecimentos consideram esse o maior desafio do ano”, afirma Fernando Blower, diretor-executivo da Associação Nacional de Restaurantes (ANR).

    Já o presidente-executivo da Abrasel destaca que a queda do poder de compra da população, sufocada pela inflação, pressiona a recuperação de bares e restaurantes, que têm evitado repassar, na integralidade, a alta dos custos ao consumidor.

    “A renda do trabalhador caiu quase 8% e isso segura a nossa capacidade de repassar a inflação para os preços do cardápio. A inflação está muito pesada, nos últimos 12 meses a inflação média vem rondando os 12%. O setor corrigiu pouco acima disso: 6,3%, enquanto a inflação dos alimentos está rondando os 16%”, enfatiza Solmucci.

    “Portanto, estamos com um resultado pior do que estávamos e com um agravante de que 74% das empresas alegam não conseguir repassar a inflação média total ou parcial para os cardápios, sendo que 29% destes não conseguiram fazer qualquer reajuste em maio”, acrescenta.

    Assim, como aponta o sócio-fundador dos BaresSP, os estabelecimentos estão comprometendo o lucro para não perderem a clientela. “As coisas estão subindo muito rápido e não dá para o bar chegar e repassar isso de cara para o cliente. Então, ele fica segurando os preços, faz promoção, mexe nas porções e na estrutura, mas isso acaba impactando diretamente na lucratividade dessas operações”, lembra.

    Adaptações e falta de mão de obra
    O primeiro semestre também foi de oscilação para bares e restaurantes, que sofreram, nos meses iniciais, com o alastramento da variante Ômicron afetando o funcionamento dos estabelecimentos. Mas a recuperação veio a partir do fim de março, como detalha Solmucci.

    “Os dois primeiros meses do ano frustraram e foram mais difíceis por conta da Ômicron. O medo tomou conta de novo e algumas restrições retornaram. Mas nós também tivemos boas notícias. Março foi muito positivo e o carnaval fora de época, em abril, também puxou o movimento. A questão do emprego tem ajudado muito. O Auxílio Brasil, que saiu de R$ 189 para R$ 400, ajudou a impulsionar o faturamento da base do setor”, analisa.

    O presidente da Abrasel também aponta mudanças no comportamento da população que tem afetado o faturamento de bares, como a redução das viagens internacionais e o prolongamento do home office em algumas empresas.

    A Ômicron e outras variantes tiraram o brasileiro de viagens para o exterior, impulsionando o turismo doméstico. Então, quem vende para o pico da pirâmide também está faturando muito bem. A dificuldade maior está nas regiões onde o home office ainda é muito importante e o trabalho presencial não voltará mais plenamente. De um modo geral, o primeiro semestre foi positivo, ainda que tenham tido muitas variações e muitos desafios

    Paulo Solmucci, presidente-executivo da Abrasel

    Além de precisar se adaptar a novas dinâmicas da sociedade, os bares e restaurantes vêm encarando o desafio da carência de funcionários qualificados. “Temos uma dificuldade de contratação de mão de obra preparada, com o mínimo de formação técnica. Como a retomada foi mais rápida, o processo de treinamento acaba não acompanhando a mesma velocidade. Então, é um gargalo relevante”, diz o presidente da ANR.

    O sócio-fundador do BaresSP também enxerga o desafio de ter profissionais qualificados, o que, admite, pode causar efeitos no atendimento aos consumidores. “Se perdeu muito a mão de obra do setor porque eles mudaram para outros estados, outras cidades e até de área. Saíram do bar e do restaurante e foram para escritórios. E acabaram não voltando. Então, com a falta de mão de obra disponível e, a que tem disponível não estando altamente qualificada, acaba impactando diretamente no atendimento, na economia de material e no relacionamento com o cliente”, finaliza.

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