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Coluna Cerveja com Ciência

Cerveja e Gestão: Business Intelligence em cervejarias

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
29 de julho de 2021
Atualizado em: 29 de julho de 2021
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    Cerveja e Gestão: Business Intelligence em cervejarias


    Como você tomaria decisões para gestão em cervejarias? Suas decisões são dirigidas por dados ou puramente guiadas pela experiência gerencial? Inevitavelmente, há pontos fortes e fracos em ambos os lados. Que tal discutir?!

    Sabe-se que a cultura japonesa tem como filosofia profissional seguir o ponto de vista do gestor mais experiente. Portanto, em momentos de indecisões, os gestores com maior jornada profissional firmam a última palavra. Sob o ponto de vista gerencial, pode-se extrair inúmeros benefícios deste processo decisório, como: (a) gestores mais experientes possuem uma vasta trajetória profissional e utilizam sua bagagem de forma assertiva (por exemplo, mesmo decisões que signifiquem assumir falhas anteriores são tomadas sem procrastinação); (b) riscos de negócios podem ser reduzidos devido sua ampla visão estratégica, operacional e gerencial (gestores experientes geralmente foram técnicos altamente capacitados, que promovidos trazem consigo o olhar de quem sabe fazer para o processo decisório). 

    Em contraste, a racionalidade humana é limitada e nenhum gestor tem 100% de certeza nas decisões estratégicas, e regras de bolso nem sempre são suficientes, independentemente do grau de complexidade exigido. Você já deve ter ouvido falar que no mundo VUCA (acrônimo trazido das organizações militares para representar a volatilidade, incerteza, complexidade e ambigüidade dos cenários) as decisões gerenciais normalmente remetem a variáveis que fogem do controle de gestores, reduzem a capacidade de predição e impõem necessidades de alternativas para estimativas mais aproximadas da realidade possível. Ao olhar suas metas de gestão de vendas e operações, você já conseguiu atingir 100% na previsão da demanda e sustentá-la a longo prazo? O quanto dessas decisões sobre gestão de vendas e operações envolvem variáveis ligadas ao comportamento humano e quantas podem ser automatizadas? Vamos refletir um pouco mais?

    Há uma discussão muito forte no ambiente de negócios sobre como as decisões baseadas em dados podem  colaborar para as empresas. No Brasil, a Ambev está entre as cervejarias que têm aperfeiçoado as tomadas de decisões por meio deste processo. Com acesso a grandes bases de dados (Big Data) gerados, organizados e integrados por ela e seus parceiros, torna-se possível ser mais efetivo nas tomadas de decisões. 

    Para ilustrar uma das situações complexas do segmento, como poderia uma cervejaria atender a diversos mercados com um amplo portfólio de rótulos efetivamente? A Brewdog disponibilizou recentemente acesso público a uma centena de fórmulas e tem buscado seu crescimento globalmente. Indubitavelmente, os gestores necessitam saber quais os rótulos que estão sendo mais demandados ao cruzar regiões, países, clientes, fatores climáticos, preferências e fatores competitivos (preço, entrega, pegada de carbono, etc). 

    A Ambev utiliza grandes bases de dados para cruzar demanda e logística de distribuição de modo a reduzir custos operacionais. Agora, poderiam apenas os dados dirigir as decisões organizacionais? Certamente, não! Os dados nem sempre fornecem a direção exata, pois pode haver alguma subjetividade não observada nos dados, como, por exemplo, medições por meio de likes em redes sociais que podem conter vieses ou compras específicas de um cliente ou em uma região que possam ser uma referência fora do padrão (outlier). Logo, dificilmente os dados vão indicar tais subjetividades e podem ter suas fragilidades. 

    Portanto, é mais prudente considerar decisões híbridas, baseadas tanto na experiência do gestor quanto no suporte de sistemas de informações. Se informações em tempo real são fornecidas, melhor ainda! Você pode se perguntar que dados são estes. Honestamente, todos possíveis e disponíveis de fontes confiáveis, sejam dados estruturados (provenientes de base de dados via SQL, IBGE, etc.) ou dados não estruturados (provenientes de redes sociais, análises de conteúdo, etc.). Isto quer dizer que podemos utilizar dados para gerenciar indicadores, assim como dados para predizer o futuro (ver matéria de Business Analytics aqui: https://guiadacervejabr.com/cerveja-gestao-business-analytics/). Ou, melhor ainda, utilizá-los concomitantemente. 

    A inteligência de negócios é entendida como área de gestão e promoção de debates sobre decisões presentes baseadas no histórico de dados. Portanto, quanto vendeu no mercado X, Y, ou Z do produto A, B, ou C no último período, no trimestre anterior, ou neste mesmo trimestre do ano anterior? Considerando um aumento no consumo de X%, quanto vamos projetar de venda, produção, logística, estrutura administrativa, etc.? Ou, ainda, a demanda está abaixo do esperado no mercado, o que podemos fazer agora para ajustar esta curva e minimizar os custos operacionais – tendo em vista o cliente satisfatoriamente atendido e com o menor nível de estoque possível? 

    Decisões como estas são rotineiras para quem trabalha com inteligência de negócios. Portanto, esta coluna indica a integração entre sistemas de informação e expertise gerencial como o caminho com menor risco e incertezas para as cervejarias. Mas como fazer isso, Alexandre e Marcelo? A resposta para esta questão depende de como é o seu negócio – tamanho, estrutura, necessidade, etc., bem como o que você está disposto a despender com investimentos na área. Então podemos ter em mente quatro níveis de maturidade:

    Nível 1: Nenhum tipo de indicador ou inteligência de negócios. Neste nível, as empresas podem não gastar com aquisição, armazenagem e análise de dados, porém assumem um risco de decisões puramente baseadas na experiência gerencial. 

    Nível 2: Inteligência de negócios baseada em planilhas. Aqui as empresas possuem um custo baixo de aquisição, armazenagem e análise de dados e já possuem algum nível de visibilidade baseado em dados, porém ainda muito incipiente. O excessivo trabalho manual ainda pode limitar a agilidade das decisões gerenciais.

    Nível 3: Inteligência de negócios com uso de softwares especializados (e.g. Power BI, Tableau, SAP Analytics, Board, etc). Neste nível, as empresas podem se debruçar nos dados e explorar indicadores de mercado, operações, logística, finanças, recursos humanos, etc. Os custos com aquisição, armazenagem e análise de dados aumentam e os gestores são guiados por dados.

    Nível 4: Softwares de Inteligência de negócios com Robotic process automation e ação gerencial. Este nível integra softwares de gestão de indicadores, automação na coleta, armazenagem e análise de dados (em ERP ou externo), e se complementa pela visão gerencial. Pode-se entender este nível como um arranjo tecnológico que fornece informações aos gestores em tempo real e facilita a tomada de decisões gerenciais – baseadas nos dados e experiência gerencial, de forma híbrida. Porém, os custos com aquisição, armazenagem e análise de dados aumentam significativamente.

    Diante destes níveis de maturidade, o que devo fazer como gestor? Cabe avaliar sua necessidade e quanto está disposto a investir. Além da dificuldade de desenvolver pessoas para contar com uma equipe experiente de gestão, muitas empresas partem para a estratégia equivocada de tentativa e erro sem dados e evidências do mundo real para decidir. Já experimentou tomar decisões no escuro?! Melhor fugir disso enquanto ainda tiver tempo. A única decisão escura para nós é uma boa Stout!

    Saúde!


    Alexandre Luis Prim é professor das Faculdades Senac Blumenau, Saint Paul e Uniasselvi nas áreas de administração e supply chain. Assina também a coluna Marcelo Martins de Sá, doutor em administração e coordenador acadêmico na Saint Paul Escola de Negócios

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