back to top
Facebook Instagram Twitter Vimeo Youtube
  • Home
  • Sobre Nós
  • Notícias
    • Consumidor
    • Cultura
    • Indústria
    • Internacional
    • Mercado
  • Colunas
    • Coluna Advogado Cervejeiro
    • Coluna Ana Pampillón
    • Coluna Bia Amorim
    • Coluna Chiara Barros
    • Coluna do Tributarista
    • Coluna Entre um Gole e Outro
    • Coluna Jayro Neto
    • Coluna Xirê Cervejeiro
Buscar
Logo
sexta-feira, março 6, 2026
Facebook
Instagram
Linkedin
Youtube
Logo
spot_img
  • Home
  • Sobre Nós
  • Notícias
    • TodosConsumidorCulturaIndústriaInternacionalMercado
      Cultura

      As mulheres cientistas que estão dando um “RG” brasileiro à cerveja nacional

      6 de março de 2026
      Indústria

      Confira o guia de cursos de cerveja do primeiro semestre de 2026

      5 de março de 2026
      Mercado

      PIB da cerveja soma R$ 254 bilhões na economia

      4 de março de 2026
      Consumidor

      Estilos nacionais dominam pódio do 14º Concurso Brasileiro de Cervejas

      3 de março de 2026
  • Colunas
    • TodosColuna Advogado CervejeiroColuna Ana PampillónColuna Bia AmorimColuna Chiara BarrosColuna do TributaristaColuna Entre um Gole e OutroColuna Jayro NetoColuna Xirê Cervejeiro
      Coluna Jayro Neto

      Meu amor pelas Saisons

      1 de março de 2026
      Coluna do Tributarista

      Cerveja zero e low alcohol na engenharia de produto: quando a inovação reduz imposto e quando vira reclassificação arriscada

      22 de fevereiro de 2026
      Coluna Ana Pampillón

      Turismo cervejeiro: o plano das cervejarias da Serra Fluminense para atrair o turista estrangeiro

      15 de fevereiro de 2026
      Coluna Advogado Cervejeiro

      Comece 2026 com o pé direito: 5 ações para alavancar o ano da sua cervejaria

      8 de fevereiro de 2026
InícioNotíciasCulturaA genialidade de Pelé em lances, no marketing e contra o racismo
Cultura

A genialidade de Pelé em lances, no marketing e contra o racismo

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
31 de dezembro de 2022
Atualizado em: 2 de janeiro de 2023
Compartilhado
Facebook
Twitter
WhatsApp
Linkedin

    Eram decorridos 46 minutos do segundo tempo quando Tostão lançou Pelé em profundidade. O Rei do Futebol nem precisou tocar na bola para ludibriar o goleiro uruguaio Mazurkiewicz e driblá-lo. Com uma ginga de corpo, deixou o adversário para trás. A finalização, na sequência, passou raspando a trave e saiu para fora.

    Não fez falta. Afinal, a seleção brasileira já vencia o Uruguai por 3 a 1 e, assim, se classificou para a decisão da Copa do Mundo de 1970, além de ter expurgado o trauma da derrota de 1950 com aquela vitória. Mais do que isso: eternizou aquele lance, pouco importando que ele não tenha sido gol.

    Leia também – Guia na Copa: Negro molda cultura do futebol desde Leônidas e chega à cerveja

    Com Pelé, afinal, era assim. A revolução podia, muitas vezes, ser silenciosa: sem um gesto, um toque na bola, uma palavra. Foi desse modo em toda a Copa de 1970, quando a aliança entre preparação, talento e determinação abriu caminho para a consagração daquela considerada como a melhor seleção de todos os tempos. E, claro, do Rei do Futebol.

    É óbvio que Pelé fez seus gols em 1970 – foram quatro –, dois deles antológicos, com o domínio perfeito da bola no peito antes da finalização contra a Checoslováquia, na estreia, e o cabeceio fulminante na final contra a Itália –, assim como deu assistências – seis –, mas a beleza da sua consagração passou, também, pelo não fazer.

    Eles foram eternizados nos quase gols: o do drible de corpo em Mazurkiewicz, na finalização de bate-pronto após bola mal distribuída pelo mesmo uruguaio, no cabeceio defendido pelo inglês Banks, pelo gol que Pelé não fez – ou pelo lance que sua genialidade criou? – em finalização do meio-campo diante da Checoslováquia.

    Rei do marketing
    Também foi assim com o marketing esportivo. Em 1959, na sequência da conquista do primeiro título mundial da seleção, quando Pelé cumpriu a promessa feita a seu Dondinho em 1950, de dar o título que o Brasil havia perdido naquele ano, ele teve outra conversa com o seu pai.

    Nela, Pelé recusou a oferta de uma empresa do interior paulista para dar seu nome a uma caninha, a popular cachaça, por entender que não seria uma boa ideia associar a sua imagem com uma marca de bebidas alcoólicas. Com isso, a “Caninha Pelé” não foi além de um lote de teste.

    E seria assim nas seis décadas seguintes. Pelé manteve o afastamento da publicidade envolvendo bebidas alcoólicas, incluindo a cerveja. Nem por isso deixou de revolucionar o marketing esportivo. Se tornou uma marca. Exportou o café brasileiro para o mundo com o Café Pelé e teve contratos longevos, como com a Mastercard, e marcantes, como no caso da Pfizer.

    Já nos últimos anos, se inseriu no mundo das redes sociais e protagonizou propagandas com estrelas atuais do futebol mundial, como Cristiano Ronaldo e Mbappé, craque em ascensão e que segue seus passos ao evitar fazer propagandas de bebidas alcoólicas.

    Mesmo sem o dedo de Pelé, a indústria da cerveja também se inseriu no marketing esportivo ao longo de sua trajetória, pelo alcance do futebol, liderado pelo seu rei, a ponto de ser impossível, hoje, imaginar uma grande competição, como a Copa do Mundo, sem o apoio de uma marca global. Veio, inclusive, de uma delas, uma das últimas homenagens a Pelé.

    Depois de premiar o melhor jogador de cada partida do Mundial no Catar com o troféu “Player of the Match”, em ação iniciada na Copa de 2002, a Budweiser homenageou Pelé com o troféu “Player of the History”, em ação de marketing que contou com a participação de Neymar.

    “Se a cada partida existe a expectativa pelo melhor em campo, quando falamos da história dos Mundiais, não resta dúvida sobre quem é o Rei”, afirma Carolina Caracas Gargione, head de marketing da Budweiser. “Então, criamos esse troféu especial para celebrar toda a carreira e a trajetória do Pelé, e tudo o que ele representa para o mundo, não apenas o nosso país”, acrescenta.

    Fora de campo
    Em alguns momentos de sua trajetória, Pelé foi cobrado – muitas vezes por brancos – para se engajar mais na luta contra o racismo. Seu brilho dentro de campo, sua presença global como um vencedor e um exemplo de êxito esportivo e do Brasil, por si só, significaram um importante passo para a representatividade negra em uma sociedade racista.

    “Ao seu modo, Pelé colocou o homem preto no topo do mundo. Ele faz até os racistas reconhecerem que o melhor jogador do mundo é um homem negro. Com isso, Pelé ajuda a dar visibilidade e mostra que o homem preto pode ser o melhor de todos”, afirma Gustavo Bandeira, autor do livro “Uma história do torcer no presente”.

    • Tags
    • Budweiser
    • marketing
    • marketing esportivo
    • obituário
    • pelé
    • racismo
    Compartilhado
    Facebook
    Twitter
    WhatsApp
    Linkedin
      Artigo anterior
      Confira 14 lançamentos realizados pelas cervejarias artesanais em dezembro
      Próximo artigo
      Espaço aberto: Abridores com furo quadrado
      Redação Guia da Cerveja
      Redação Guia da Cerveja
      NOTÍCIAS RELACIONADAS
      Cultura

      As mulheres cientistas que estão dando um “RG” brasileiro à cerveja nacional

      6 de março de 2026
      Cultura

      Menu Degustação: Estrella Galicia se torna cerveja oficial da Porsche Cup e renova com piloto na F1

      28 de fevereiro de 2026
      Cultura

      Dani Lira e o Torneira Boteco: onde o propósito encontra o pé no chão

      20 de fevereiro de 2026

      DEIXE UMA RESPOSTA Cancelar resposta

      Por favor digite seu comentário!
      Por favor, digite seu nome aqui
      Você digitou um endereço de e-mail incorreto!
      Por favor, digite seu endereço de e-mail aqui

      MAIS POPULARES

      Qual a cerveja menos calórica? Veja um infográfico com ranking de 12 opções

      World Beer Awards premia 12 cervejas brasileiras como melhores do mundo

      Artigo: Consumo moderado e ciência — o que era ontem, não é mais hoje

      INTERNACIONAL

      Budweiser Budvar desafia o mercado e registra recorde de vendas

      Cervejaria mais antiga do mundo feita em monastério é comprada para evitar fechamento

      Carlsberg quer “desbloquear” potencial das cervejas de baixo teor alcoólico na Dinamarca

      ÚLTIMAS NOTÍCIAS

      As mulheres cientistas que estão dando um “RG” brasileiro à cerveja nacional

      Confira o guia de cursos de cerveja do primeiro semestre de 2026

      PIB da cerveja soma R$ 254 bilhões na economia

      Logo

      SOBRE NÓS

      A missão do Guia da Cerveja na comunidade cervejeira nacional é a de proporcionar um espaço de debate e divulgação da efervescente cultura que cerca a cerveja, oferecendo informação relevante e atualizada e análises profundas sobre o que acontece nesse universo.

      Contato: contato@guiadacervejabr.com

      REDES SOCIAIS

      Facebook
      Instagram
      Linkedin
      Youtube

      © Guia da Cerveja 2025. Desenvolvido por Conecta Marketing Digital

      • Home
      • Sobre Nós
      • Notícias
      • Colunas