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Indústria

Congresso do Grão ao Gole fomenta a cultura e a cadeia cervejeira

Luís Celso Jr.
Por Luís Celso Jr.
29 de setembro de 2025
Atualizado em: 2 de outubro de 2025
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    Mesa de abertura do Congresso do Grão ao Gole teve a presença de Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicerv, Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva, e Carla Crippa, vice-presidente de Impacto e Relações Corporativas da Ambev (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)
    Mesa de abertura do Congresso do Grão ao Gole teve a presença de Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicerv, Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva, e Carla Crippa, vice-presidente de Impacto e Relações Corporativas da Ambev (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)

    Na última terça (23) e quarta-feira (24) o Centro Britânico Brasileiro, em São Paulo, recebeu o Congresso do Grão ao Gole. Promovido pela Academia da Cerveja, da Ambev, ele reuniu dezenas de profissionais, que participaram de palestras, painéis e muita troca de experiência. E com isso, fortaleceu a cadeia produtiva e a própria cultura cervejeira no Brasil. Ao final, tanto participantes quanto a organização se mostraram muito satisfeitos com o resultado.

    LEIA TAMBÉM:

    Entrevista: “A indústria da cerveja no Brasil é forte cultural, econômica e socialmente”

    Marta Rocha, gerente de categoria Ambev e responsável pelo evento, contou que o evento atingiu seus objetivos. “Fiquei muito feliz com o resultado. Ver o auditório cheio, as pessoas engajadas, fazendo perguntas e querendo se conectar, mostrou que a proposta fazia sentido. A recepção foi muito positiva, tanto os temas quanto os convidados tiveram ótima repercussão. Os feedbacks que recebemos apontam que conseguimos entregar algo relevante para diferentes perfis de público. Foi exatamente o que a gente queria, um espaço plural, com temas diversos, mas com a cerveja como elo central”, explica.

    Alexandre Esber, gerente da Academia da Cerveja, ressaltou a importância de promover discussões e oferecer novas visões sobre a cerveja (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)
    Alexandre Esber, gerente da Academia da Cerveja, ressaltou a importância de promover discussões e oferecer novas visões sobre a cerveja (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)

    Alexandre Esber, gerente da Academia da Cerveja, ressaltou o valor de promover discussões e oferecer novas visões sobre a cerveja. “Além da satisfação da entrega, existe a satisfação de ver que muitas pessoas se colocaram em pontos de vista diferentes do que usualmente elas estão acostumadas”, diz. “Acho que trazer essas discussões com diferentes perspectivas é muito interessante para todo mundo que participou”, finaliza.

    Tanto Marta como a sommelière Bia Amorim, curadora do evento, enfatizaram o trabalho em equipe para entregar o melhor evento possível. Bia afirma que a própria curadoria foi um trabalho coletivo. Além disso, ela destaca a importância da união do mercado cervejeiro. “O que a gente teve no congresso é a representação da construção da categoria cerveja, a construção do bom relacionamento dentro do mercado e como isso é necessário, benéfico e importante”, diz.

    Dado o sucesso, é natural que se pense em uma continuidade do Congresso do Grão ao Gole nos próximos anos. Esber diz que o planejamento dos próximos anos acontece paulatinamente. “Mas pela reação dos congressistas, pelo potencial que o evento mostrou, eu acho que tem tudo para a gente buscar fazer novas edições dele”, diz. Já Marta conta que existe uma ideia. “Pensamos em fazer a cada dois anos, justamente para trazer sempre temas novos e relevantes. Ainda não temos a próxima data definida”, conclui.

    Congresso do Grão ao Gole

    Painel “A Indústria da cerveja no Brasil: investimentos, tecnologias e o futuro pelo campo” teve a presença de (das esquerda para a direita) Jeferson Caus, superintendente de Negócios da Cooperativa Agrária Agroindustrial, Maciel Silva, diretor técnico adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e foi mediado pela jornalista Fernanda Pressinott (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)
    Painel “A Indústria da cerveja no Brasil: investimentos, tecnologias e o futuro pelo campo” teve a presença de (das esquerda para a direita) Jeferson Caus, superintendente de Negócios da Cooperativa Agrária Agroindustrial, Maciel Silva, diretor técnico adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), e foi mediado pela jornalista Fernanda Pressinott (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)

    O evento foi dividido em dois dias, com o primeiro dedicado aos aspectos do campo e o segundo ao consumo. A abertura ficou por conta de uma mesa com Márcio Maciel, presidente-executivo do Sindicerv, Gilberto Tarantino, presidente da Abracerva (Associação Brasileira de Cerveja Artesanal), e Carla Crippa, vice-presidente de Impacto e Relações Corporativas da Ambev.

    Tarantino enfatizou a necessidade de união do mercado cervejeiro e disse que o evento é consequência de um trabalho de categoria que começou ainda em 2022. Já Maciel trouxe números e reforçou o papel que a cerveja tem na socialização do brasileiro. O ecossistema cervejeiro movimenta 2,5 milhões de empregos diretos, indiretos e induzidos, 2% do PIB brasileiro e impacta mais de 2,1 mil propriedades rurais. “Somos muito mais do que apenas um líquido com o qual o brasileiro celebra”, disse.

    O dia ainda contou um painel com Carlos Goulart, secretário de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Maciel Silva, diretor técnico adjunto da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e Jeferson Caus, superintendente de Negócios da Cooperativa Agrária Agroindustrial. O tema foi “A Indústria da cerveja no Brasil: investimentos, tecnologias e o futuro pelo campo”, e focou em cevada e malte.

    Para Maciel Silva, o evento representou um espaço estratégico para aproximar os elos da cadeia cervejeira e discutir soluções conjuntas. “A presença da CNA no evento foi muito importante para dialogar com a sociedade sobre os benefícios socioeconômicos do agro”, disse. “O encontro também representou uma oportunidade de aprendizado a partir das experiências já consolidadas em outras cadeias produtivas”.

    O dia contou ainda com mais duas palestras: “A cevada brasileira, do grão ao insumo”, na qual Adriana Favaretto (Ambev) mostrou a pesquisa e dedicação por trás do desenvolvimento de um cultivar de cevada; e “O campo de pesquisa, leveduras e inovação”, apresentada por Gabriel Galembeck (Bioinfood).

    Além disso, outros dois painéis fecharam a programação do primeiro dia: “O lúpulo no campo brasileiro”, com Daniel Leal (Aprolúpulo), Amanda Xavier (COPPE UFRJ) e Ana Pampillon (Rota Cervejeira do RJ), com mediação de Luís Celso Jr., diretor de conteúdo e editor do Guia da Cerveja; e “O campo no copo: ingredientes com qualidade e desenvolvimento sustentável”, com Diego Rzatki (Cevejaria Cozalinda), Leonardo Barbosa (UFABC) e Guillermo Favre (Ambev).

    Uma das palestras mais esperadas foi com o cervejeiro norte-americano John Palmer autor do livro “How to Brew” (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)
    Uma das palestras mais esperadas foi com o cervejeiro norte-americano John Palmer autor do livro “How to Brew” (Crédito: Luís Celso Jr. / Guia da Cerveja)

    Foco no consumo

    O segundo dia do Congresso do Grão ao Gole teve uma das palestras mais esperadas do evento: “American Lager: passado, presente e futuro”. Ela foi ministrada pelo cervejeiro norte-americano, John Palmer, autor de de “How to Brew”, publicado originalmente em 2006 nos Estados Unidos. A obra é considerada uma das mais importantes da arte de fazer cerveja em casa e que influenciou gerações de cervejeiros caseiros e profissionais.

    Palmer trouxe um histórico completo do estilo de cerveja, que começou a ser desenvolvido em meados do século 19 nos EUA e ganhou o mundo como modelo de cerveja Mainstream. Hoje, responde por cerca de 85% da produção mundial, segundo o palestrante. O autor também deu dicas sobre como fazer cervejas desse estilo em casa e enfatizou tanto pontos de atenção quanto as técnicas necessárias.

    Outro destaque foi a Palestra “Como a tecnologia reinventa cada gole de cerveja?”, do especialista em transformação digital, Mauricio Tkatchuk, que desvendou cases de uso de tecnologia por parte das grandes cervejarias e mostrou como mesmo pequenos negócios podem se beneficiar da tecnologia.

    Outras três palestras trouxeram muitas informações de mercado e marketing para o público: “Brindando com equilíbrio: tendência de mercado e perfil consumidor”, sobre moderação com Andressa Azevedo (Ambev) e Lucas Lima (Ambev); “A cerveja em novos territórios”, de Higor Lambach (Futuro Co.); e “Construção de posicionamento de marca, cultura e relevância no mercado cervejeiro”, de Caroline Ferraz (Ambev).

    O dia foi finalizado com o painel “Cerveja e gastronomia”, com Fernanda Lazzari (Morada Cia. Etílica), Patty Durães (Pesquisadora de Culturas Alimentares), Helena Guimarães (Restaurante TUJU) e a mediação de Luiza Fecarotta (CBN).

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      Luís Celso Jr.
      Luís Celso Jr.
      É jornalista, escritor e sommelier de cervejas. Formado pela PUC-PR, se especializou em jornalismo digital e em gestão de Pequenas e Médias Empresas (FIA Business School). No ramo da cerveja, foi premiado no 1º Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas em 2014, defendo o Brasil no mundial em 2015. É professor do Instituto da Cerveja, juiz de concursos nacionais e internacionais (National BJCP), consultor e fundador do BarDoCelso.com — blog mais antigo de cerveja da internet brasileira que completa 20 anos em 2026. Premiado no Edital Fermenta!, é autor do livro “Uma viagem pela história da cerveja no Brasil” (no prelo).
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