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Mercado

Dólar alto pressiona repasse ao consumidor e ameaça cervejas lupuladas e importadoras

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
18 de novembro de 2020
Atualizado em: 18 de novembro de 2020
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    O recente freio na alta do dólar, um movimento que coincidiu com a eleição de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos nos primeiros dias de novembro, pode até provocar a sensação de que o pior já passou. Ainda assim, esse respiro para produtos brasileiros com custos atrelados à moeda norte-americana não esconde uma tendência que acabou se transformando em um novo cenário: a de que o dólar não retornará aos níveis de 2019. O que causa uma pressão na indústria cervejeira em diferentes frentes.

    O cenário é, afinal, de somatório de desafios. Em primeiro plano vêm os custos, que se elevaram para quem produz cerveja. E a crise econômica e sanitária, que chegou a paralisar a economia brasileira, levou as empresas a reduzirem suas margens de lucro para evitar o repasse total dos preços aos clientes, que cortaram compras de produtos não-essenciais. Assim, o encolhimento da demanda também é um problema para as cervejarias, que buscaram alternativas em função da mudança no comportamento do consumidor.

    Leia também – Apoio a microempresas, diálogo e inclusão: Os efeitos da eleição de Biden ao setor

    Carlo Enrico Bressiani, diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte (ESCM), lembra que nos primeiros meses da pandemia, com os tradicionais canais de venda fechados, o que se viu foi uma preocupação em escoar a produção, ainda que a preço de custo ou em embalagens que a barateassem. Havia, assim, mais oferta do que demanda.

    “O consumidor está consumindo produtos mais baratos desde o início da Covid-19 porque todo mundo desovou os seus produtos do jeito que dava, cerveja mais barata em embalagens mais baratas, como o pet growler. Houve uma excessiva oferta”, argumenta Bressiani.

    O descolamento dos preços que pressionam os produtores está exposto por diferentes índices que medem a inflação. O Índice de Preços ao Atacado do Mercado fechou outubro em 25,13% no ano, enquanto o Índice Geral de Preços ao Mercado está em 21,25%. Já a alta do Índice de Preços ao Consumidor Amplo é de apenas 2,22%. “O atacado está pressionado por reajustes, mas o varejo não repassa por falta de demanda”, explica o diretor da ESCM.

    A necessidade de repasse dos preços, portanto, parece óbvia para os especialistas ouvidos pelo Guia. Mas significa um risco a quem pretende fazê-lo. Entre as multinacionais cervejeiras que atuam no mercado brasileiro, a Heineken foi a primeira a elevar seus preços. Já a Ambev adiou essa ação, focada em ampliar a sua participação no mercado.

    Mas, se esses comportamentos não provocam grandes variações nas receitas e vendas dessas companhias, eles podem ser fatais para as microcervejarias. “As pequenas não podem fazer o mesmo, as que repassarem perdem público. Fica uma pressão que é uma autofagia”, alerta Bressiani.

    Profissionais do setor cervejeiro avaliam que o inevitável já tem acontecido também entre as marcas artesanais: o aumento dos preços. Gilberto Tarantino, por exemplo, estima que a elevação, gradual, deve ficar entre 10% a 15% por causa da alta do dólar. Mas também aponta que a sua cervejaria, a Tarantino, assim como outros atores do segmento, vai ficar atenta aos desejos do consumidor para conseguir se adaptar a esse novo cenário.

    “A Tarantino vai segurar o repasse ao máximo para não desanimar os bares parceiros e ficar atenta ao novo normal, ao que o cliente vai querer beber e poder pagar”, relata um dos sócios e fundadores da cervejaria paulistana Tarantino.

    Risco às lupuladas
    Alexandre Prim, especialista em finanças do mercado cervejeiro e professor das Faculdades Senac Blumenau, também avalia que a elevação de preços das cervejas provoca mudanças no hábito do consumidor.

    Apontando que os clientes fiéis a uma bebida são exceção, ele avalia ser natural uma troca por produtos que estejam mais baratos. Assim, cervejas premium e mais caras se tornam as mais prejudicadas nesse cenário de desvalorização do real.

    “Acredito que temos de olhar o comportamento do consumidor em alguns grupos. Há grupos que são fiéis a alguns rótulos, alguns que exploram novas cervejas e outros sensíveis a preço. A grande massa de consumidores brasileiros é sensível a preço, e vai optar por rótulos mais acessíveis. Enquanto uma pequena parte da população, mais elitizada obviamente, irá permanecer explorando os rótulos premium, mas lembrando que é a minoria”, avalia Prim.

    É uma avaliação parecida com a de Gilberto Tarantino. Ele aposta, inclusive, que alguns rótulos, que tiveram o seu custo de produção encarecidos por conta de insumos cotados em dólar, como o lúpulo, praticamente vão “sumir” do mercado, pois haverá pouco público disposto a arcar com o seu preço.

    Aquelas cervejas mais lupuladas e alcoólicas devem ter uma redução na demanda ou vão atingir nichos cada vez mais voltados para clientes com maior poder aquisitivo

    – Gilberto Tarantino

    Risco às importadoras
    O cenário se torna ainda mais desafiante para importadores. Afinal, após começar 2020 cotado a R$ 4,03, o dólar chegou a custar R$ 5,86. Agora, com a baixa dos últimos dias, terminou a última terça-feira ao preço de R$ 5,33. Ainda assim, uma valorização de mais de 32% no acumulado do ano.

    Adriano Wozniaki, diretor comercial da Suds Insanity, enxergou nesse cenário uma impossibilidade de seguir, ainda que temporariamente, com o seu negócio. O repasse da alta do dólar, afinal, não seria aceito pelo consumidor, que deixaria de comprar as cervejas que ele importava – como a norte-americana Great Divide, a espanhola Edge Brewing e a sueca Nils Oscar – para o Brasil.

    “Sabemos que o consumidor brasileiro, em sua maior parte, tem um limite do quanto acha justo investir na compra das suas cervejas e isso impede que esse aumento seja simplesmente repassado. Com este cenário, decidimos deixar nossas importações em stand by momentaneamente, uma vez que as vendas não estão acontecendo na velocidade necessária em função da pandemia”, justifica Wozniaki.

    Essa baixa no consumo que levou a Suds Insanity a paralisar a sua operação é algo visto por Prim como inevitável, pois nem a redução das margens permitiria que os preços fossem mantidos por causa da alta do dólar.

    “Não há qualquer negócio que consiga suportar este aumento sem repassar ao preço adiante. Então, sem dúvida, o preço das cervejas importadas aumenta ao consumidor e a tendência é haver uma baixa no consumo”, comenta o professor.

    Para ampliar o cenário de dificuldade, Bressiani também argumenta que a cerveja ganhou uma nova concorrente a partir do momento em que o seu consumo se tornou mais caseiro durante a pandemia do coronavírus: o vinho. “Tomou bastante espaço da cerveja na mesa, ainda mais que a cerveja está muito ligada a eventos”, diz o diretor da ESCM.

    Na opinião de Prim, cervejarias brasileiras podem buscar o mercado externo, especialmente dentro da América Latina, como alternativa diante do encolhimento da sua presença dentro do país.

    “Como tudo na vida tem dois lados, acredito que este momento seja oportuno para cervejarias brasileiras mostrarem seu potencial no mercado internacional. Se está caro para importar, então exportar pode ser uma ótima alternativa! Como recomendação, os negócios com pouca experiência no mercado internacional poderiam começar a comercializar nos países próximos”, aponta o professor das Faculdades Senac Blumenau.

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