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Consumidor

Entrevista: Com enorme potencial, turismo tem longo caminho a percorrer no setor

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
5 de novembro de 2020
Atualizado em: 5 de novembro de 2020
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    viajante cervejeiro
    viajante cervejeiro

    A conjunção de fatores como beleza natural, riqueza cultural e ótimas marcas artesanais resulta em um fértil terreno para o desenvolvimento do turismo cervejeiro no Brasil. Ainda assim, por falta de investimento e de estrutura, esse que pode ser um importante nicho tem um longo caminho a percorrer até se tornar uma opção concreta de desenvolvimento para o setor.

    Leia também – Crise foi devastadora, mas reforçou união e turismo cervejeiro

    Essa é a análise feita por aquele que se tornou, na prática, um dos maiores especialistas em turismo cervejeiro no Brasil: o publicitário e sommelier Edson Carvalho, mais conhecido como Viajante Cervejeiro, que há anos colocou uma mochila nas costas, pegou a estrada e, de carona, apenas com o necessário para o dia a dia, viajou de bar em bar por todo o país.

    A experiência resultou no “De carona até o próximo bar”, livro que reúne as aventuras vividas por Edson e que ganhou sua segunda edição no final de agosto, em plena pandemia, período que, evidentemente, tornou mais difícil a vida de um viajante cervejeiro.

    Em entrevista exclusiva ao Guia, Edson faz uma análise do turismo cervejeiro no Brasil e o compara com locais onde está mais estruturado, como nos Estados Unidos e em alguns países da Europa. Analisa, também, o que deve ser a vida de um viajante após pandemia. E descreve algumas das experiências mais interessantes que vivenciou ao longo dos últimos anos.

    Confira, a seguir, a entrevista completa com Edson Carvalho, o Viajante Cervejeiro:

    Por que a ideia de relançar o livro e quais as novidades que o leitor terá acesso?
    Desde que a primeira edição se esgotou (foram 1.600 cópias), sempre tinham pessoas me perguntando quando sairia a segunda edição. Percebi que o interesse não diminuía mesmo com mais de um ano sem livros. Escrevi uma crônica nova, contratei o Estúdio Cerverama para desenhar uma nova capa e criar algumas ilustrações que foram para o livro. A capa representa parte do mapa com o roteiro que fiz pelo Brasil. Esse mapa ilustrativo também vai junto com o livro.

    Sabemos que o livro já está em sua segunda edição, mas voltando um pouco no tempo, qual foi o intuito de concebê-lo?
    Quando comecei o projeto Viajante Cervejeiro pelo Brasil, em 2014, não tinha ideia do que iria acontecer pela frente. Eu só queria viajar e conhecer o nosso Brasil cervejeiro. Mas, com o tempo e com a quantidade de histórias inusitadas que fui vivenciando, pensei que poderia ser uma boa ideia registrar esses “causos” em um livro. Mais próximo do fim da viagem, havia decidido que escreveria esse livro para compartilhar minha vida como viajante cervejeiro e, de certa forma, incentivar as pessoas a se aventurar um pouco mais e a seguir seus sonhos.

    Qual história foi mais marcante de viver como viajante cervejeiro e que está contemplada no livro?
    Percorrer o Norte do Brasil me marcou bastante, principalmente viajar nos navios pelos rios da Amazônia por dias seguidos, dormindo em redes, passando pelas comunidades ribeirinhas, contemplando a imensidão da natureza e conversando com os locais que fazem esses trajetos usando os barcos como meio de transporte.

    O que o estimulou a se tornar um viajante cervejeiro?
    Sabe quando a vida vai conspirando a seu favor? Pois foi assim comigo. Descobri cervejas artesanais morando fora do Brasil, depois fiz uma grande viagem pelo sudeste asiático e, nesse tempo todo, fui conhecendo outros viajantes de fora que conheciam mais o Brasil do que eu. Isso me incomodava. Quando voltei de uma segunda temporada fora, isso em 2012, decidi que precisava conhecer o meu país. Como eu já trabalhava com cervejas e não queria parar, idealizei o projeto Viajante Cervejeiro pelo Brasil e comecei a pensar na viagem. E foi assim que tudo começou.

    Como está a vida de um viajante cervejeiro em um período de pandemia? Já consegue planejar novas viagens?
    Está bem complicada porque eu sou muito da estrada e todo meu conteúdo sempre foi voltado a dar dicas de lugares cervejeiros. Eu tinha duas viagens marcadas para 2020, uma para Califórnia, para visitar várias cervejarias com um grupo fechado, e outra pela América do Sul, conhecendo cervejarias no Uruguai, Argentina e Chile. Quando veio a pandemia, foi tudo cancelado e parei de planejar, mas agora já estamos olhando para esses projetos novamente e espero que, em breve, possamos todos curtir a estrada juntos novamente.

    O que imagina que vai mudar em suas viagens como turista cervejeiro diante dos efeitos e resquícios da pandemia?
    Acho que, infelizmente, as experiências com as pessoas mudarão. É possível que permaneça um certo distanciamento interpessoal, que não tenha tanto toque, contato físico mesmo, sabe? Ainda mais por conta de alguém que estará passando por vários lugares, como será o meu caso. E as relações com as pessoas é uma das coisas mais ricas e encantadoras que surgem nas viagens.

    Com a experiência de quem fez turismo cervejeiro pelo Brasil, como avalia a atividade? O que o segmento tem a melhorar?
    Comparando com outros lugares fora do Brasil, acho que temos um caminho longo a percorrer, porém com muito potencial para explorar o turismo cervejeiro por aqui. A maioria das cervejarias aqui no Brasil não são preparadas para receber turistas, não investem em produtos da marca, em uma loja, em visitas de experiência na fábrica. E isso tudo faz muita diferença. Mas entendo que no Brasil é tudo mais caro e todo investimento é pesado, já que o retorno é longo e muitas vezes incerto. Mas temos grandes exemplos, principalmente nas cervejarias rurais como a Zalaz e a Três Orelhas, na Serra da Mantiqueira, em Minas Gerais.

    Você fez várias viagens ao exterior como turista cervejeiro. Consegue comparar o turismo cervejeiro daqui com o de outros países?
    Como eu disse na pergunta anterior, acredito que o mercado europeu e norte-americano, que são os que eu conheço um pouco, já estão bastante evoluídos nesse tema, com rotas cervejeiras mais definidas, estruturas para receber turistas, museus interativos da cerveja, entre outras coisas. A gente aqui tem muito a explorar e, consequentemente, a crescer com o turismo cervejeiro. Os festivais de cerveja, por exemplo, são algo que vem dando certo no Brasil. Cada vez vemos mais festivais locais e regionais, o que é muito legal. O empreendedor brasileiro é criativo, mas nos faltam mais incentivos fiscais que ajudem a fomentar o mercado.

    Seu trabalho como viajante cervejeiro une cultura, turismo e cerveja. Como enxerga que essa junção pode contribuir para o segmento de cervejas artesanais?
    Acho que a ideia é promover um pouco de entretenimento trazendo temas variados como dicas de viagens, cervejas e bebidas em geral, e informações sobre os lugares que visito. Acredito que meu papel é despertar o interesse das pessoas que acompanham o meu trabalho em conhecer esses lugares por onde passo, fomentando o mercado, já que irão consumir desses produtores e dos bares que trabalham com cerveja artesanal. Então, assim que for possível, vamos continuar consumindo dos produtores locais, mas vamos também viajar e conhecer novos locais cervejeiros.

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