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Cultura

Poeta da bola, Maradona transcendeu o futebol e foi reverenciado por cervejarias

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
26 de novembro de 2020
Atualizado em: 27 de novembro de 2020
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    Os grandes personagens não resumem seu impacto ao campo de atuação. Com Diego Armando Maradona, falecido na última quarta-feira, não seria diferente. O gênio com a sua canhota que levou poesia aos gramados se consagrou como um dos maiores nomes da história do futebol e embarcou em outras áreas. Até pela grande proximidade do mundo da cerveja com o esporte, Maradona foi homenageado em diversos rótulos, sendo alvo de ações publicitárias.

    A mais marcante dessas homenagens veio, provavelmente, da Tecate. Em 2016, em uma propaganda que relembra a fábula bíblica da arca de Noé, Maradona é, claro, Deus. Ele pede a um jovem carpinteiro para que construa um estádio para salvar o futebol. O paralelismo também envolvia jogadores, à época, de Juventus e Real Madrid.

    Juntos, nomes como Pogba, Evra, Kroos e Pepe se unem a Noé e a Maradona para levantarem o estádio. Depois, ainda disputam uma partida nele, encerrada – ao menos na propaganda – com um gol do argentino, de cabeça.

    “Diós” (deus, em espanhol), aliás, foi um apelido pelo qual Maradona ficou imortalizado. Surgido no Argentinos Juniors, o craque se transferiu para o Boca Juniors, tendo ficado pouco tempo lá, mas o suficiente para conquistar a idolatria de uma torcida que se define como “metade mais um” da Argentina.

    Foi, assim, quando já estava defendendo clubes na Europa – primeiro o Barcelona, depois o Napoli – que Maradona conquistou o amor e o tratamento de Diós no restante do seu país. E isso se deu em 1986, quando liderou a Argentina na conquista da Copa do Mundo.

    Naquela histórica campanha, a mais emblemática atuação veio diante da Inglaterra. Anos antes, o seu país havia sido humilhado na Guerra das Malvinas. E Maradona tratou de resgatar o orgulho dos argentinos diante dos algozes com uma atuação soberba na vitória por 2 a 1 sobre a Inglaterra.

    Leia também – Estrella Galicia encerra patrocínio de R$ 6 milhões anuais ao Corinthians

    Nesse jogo histórico, Maradona exibiu o seu talento único enfileirando zagueiros e o goleiro Peter Shilton ao marcar o segundo gol na partida. Antes, a malandragem havia rendido o primeiro, marcado com La Mano de Dios, como definido por ele. Os lances se tornaram ícones culturais, também captados pelo setor cervejeiro.

    Em 2018, por exemplo, a BR Brew, artesanal de Sertãozinho (SP), lançou uma criativa colaborativa em homenagem a Maradona, a cerveja La Mano de D10s, feita em conjunto com a SP 330, a Cervejaria Nacional e a argentina Kraken. É uma IPA Argenta, com lúpulos provenientes da região da Patagônia, como Cascade, Victoria e Mapuche. Tem 5,4% de teor alcóolico, 55 IBUs, visual dourado, espuma branca e cremosa e aroma cítrico que remete às frutas amarelas tropicais.

    O lance polêmico e a atuação histórica seguem vivos há 34 anos, para fãs, vencidos e derrotados. Em 2012, em tom de sátira, a Carlsberg também usou um sósia de Maradona em peça publicitária. Nela, o craque está de costas, com a camisa da seleção, esfregando o chão de um centro acadêmico feito para transformar torcedores ingleses em grandes fanáticos da seleção. Na Academia de Fãs, estão presentes ex-jogadores ingleses como Bobby Charlton, Peter Shilton, Stuart Pearce e Ian Wright, que treinam os futuros fanáticos.

    O desempenho histórico de Maradona na Copa de 1986, que esteve longe apenas de se resumir ao confronto com a Inglaterra, rende memórias até hoje, com o seu impacto ainda ressoando no México. Por lá, inclusive, em 2009, a Cerveceria Revolucion apresentou e lançou a Maradó 10.

    Depois de brilhar em campos mexicanos, Maradona retornou a Nápoles. Lá, onde nos anos 1980 e 1990 se jogava a melhor liga do mundo, ele liderou o Napoli, então um modesto clube do Sul da Itália, a dois títulos nacionais, em 1987 e em 1990, superando os gigantes do rico Norte do país, como Juventus, Inter de Milão e Milan, além de ter ganho uma Copa da Uefa, em 1989.

    Também foi na Itália onde Maradona impingiu ao Brasil a mais precoce eliminação na história das Copas desde 1966. Em 1990, mesmo com um tornozelo machucado, construiu a genial jogada que terminaria no gol de Caniggia, o da vitória argentina por 1 a 0, nas oitavas de final – a sua seleção pararia apenas na decisão, na então Alemanha Ocidental.

    Evidentemente, e até pela rivalidade histórica entre os países, Maradona não passaria ileso pela publicidade brasileira. E, em 2014, a Conti realizou a campanha “A cerveja de quem gosta de cerveja”. Intitulado “Marada”, o filme conta a história de um personagem que, além de não entender nada de cerveja, também não entende nada de futebol, sendo enganado por um sósia de Maradona.

    O uso da imagem em tom jocoso, as homenagens em rótulos ou a participação em propagandas de cerveja só confirmam a presença constante de Maradona na sociedade – e a perda que o mundo teve com a morte do craque, como confirmam as homenagens que vieram de todas as partes, sendo inclusive chamado de “poeta do futebol” pelo Vaticano, com Pelé afirmando que espera tabelar com ele no céu e com o governo argentino cedendo a Casa Rosada para o seu velório.

    Maradona foi, ainda, uma figura influente fora do mundo do futebol, ficando marcado por sua idolatria a Fidel Castro, que lhe acolheu em Cuba para a realização de tratamento contra a dependência química e acabou sendo celebrado em uma tatuagem, assim como Che Guevara. Também teve atuação política que transcendeu o território argentino, apoiando representantes de esquerda, como Lula e Dilma, no Brasil.

    Iniciada aos 16 anos, a trajetória de Maradona no futebol teve 483 partidas, 255 gols – um de mão – e 11 títulos, além de incontáveis lances de genialidade. O craque argentino também viveu momentos difíceis, como a dependência de cocaína e o banimento da Copa de 1994 por doping.

    Desafios e problemas que humanizaram o craque chamado pelos seus fãs como Diós. A ascensão impressionante, genial e divina, com o uso da habilidade para criar lances imprevisíveis, conviveu com a tragédia, provocada pelos vícios, como se para lembrar da fragilidade do homem. Ainda que de um dos seus maiores. Para siempre, Maradona!

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