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Coluna Cerveja & Sustentabilidade

Balcão do Rodrigo: A nova Lei da Pureza

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
15 de agosto de 2020
Atualizado em: 17 de agosto de 2020
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    Balcão do Rodrigo: A nova Lei da Pureza

    Já não é de hoje que se debate a Lei da Pureza da cerveja nas rodas de conversas. Promulgada pelo duque Guilherme IV da Baviera, em 1516, esta lei instituiu que a cerveja deveria ser fabricada apenas com os ingredientes: água, malte de cevada e lúpulo. A intenção, na época, era garantir a qualidade, principalmente nas marcas vendidas na Alemanha. Mesmo assim, cervejas de ingredientes diversos são produzidas e inventadas em todo o mundo por cervejarias industriais, artesanais ou mesmo cervejeiros caseiros. Ou seja, independentemente da centenária lei alemã, quem escolhe o tipo de cerveja e de qual cervejaria irá comprar é o consumidor.

    Se o consumidor quiser uma cerveja com mel ou com aroma de laranja – pronto! Temos deliciosas misturas aos ingredientes que entram no gosto do mercado. Seja de cevada, arroz ou trigo, o consumidor é quem vai definir o sucesso ou não de uma marca de cerveja ou mesmo de uma cervejaria.

    A provocação que faço aqui sobre uma “nova lei da pureza” retrata o consumidor atual de cerveja. Hoje, ele é mais crítico, esclarecido e faz parte de uma tribo que está se renovando com novos parâmetros e exigências quanto às práticas das empresas que escolhe consumir. Essa é a postura principalmente da grande massa de consumidores do futuro – representada pelos millennials. Em pesquisa recente realizada pela Nielsen, 80% dos millennials afirmaram estar dispostos a pagar mais por produtos que demonstrem responsabilidade social.

    Segundo uma pesquisa de 2019 feita no Brasil pela Opinion Box, um em cada três consumidores se preocupa com as práticas sustentáveis das empresas das quais compram, e 55% preferem empresas ou marcas que notoriamente cuidam do meio ambiente. Além disso, 52% desistem de comprar de marcas que poluem o meio ambiente.

    A temática de “mudanças climáticas” é um tópico de pressão constante nos dias de hoje, mantendo a sustentabilidade como prioridade para consumidores e profissionais de marketing. Para as marcas, o marketing de sustentabilidade não é mais uma opção. É um caminho sem volta para quando se pretende fazer parte do cotidiano dos consumidores de forma genuína. Estar alinhado às preocupações dos consumidores e corresponder de forma verdadeira é chave para promover a lealdade. As marcas que adotarem práticas sustentáveis ​​ganharão participação de mercado, enquanto as que desconsideram ou tratam o assunto como mera campanha serão abandonadas.

    Os caminhos para demonstrar ser uma cervejaria sustentável aos seus consumidores são muitos, levando em consideração desde emissões de carbono, consumo de água, produtos químicos, descarte de resíduos sólidos, logística reversa, riscos à saúde, até o cuidado com seus funcionários e fornecedores.

    Um exemplo que gosto muito é de uma cervejaria do Havaí, chamada Kona Brewing Company, que desde sua fundação exerce e ressalta a importância de viver de forma sustentável. Assim como ocorre em ilhas pelo Brasil, questões sobre impacto ambiental e preservação estão muito mais presentes no dia a dia dos moradores, mas foi no Havaí que surgiu uma fábrica de cerveja usando energia solar para se abastecer, jardins para reuso da água e até restos de grãos para assar a massa de pizza. Eles reduziram a dependência de combustível para transporte de matérias-primas, embalagens e distribuição e trabalham muito a educação ambiental através de sua comunicação em prol da preservação.

    Em pesquisa realizada pela Global Web Index, 66% dos consumidores disseram que marcas que prometem ser sustentáveis são mais confiáveis. Segundo o Centro de Negócios Sustentáveis ​​da NYU Stern, 50% do crescimento do consumo entre 2013 a 2018 veio de produtos anunciados como sustentáveis.

    É importante ressaltar que a redução do impacto ambiental vai além de ter uma embalagem reciclável ou uma pegada de carbono mais branda. As marcas são protagonistas para atuarem com um propósito de ajudar a construir uma economia circular e sustentável para futuras gerações. Eu costumo dizer que quando a empresa leva a sustentabilidade para seu core business, como driver de tomada de decisão de verdade, ela melhora sua eficiência, pois preserva recursos, reduz desperdícios e se apropria de uma vantagem competitiva que estava despercebida. A sustentabilidade integrada permite que seja possível envolver a cadeia de suprimentos de ponta a ponta e engajar distribuidores e varejistas a multiplicarem boas práticas.

    Em pesquisa realizada nos Estados Unidos pela Universidade de Indiana, 59% das pessoas disseram que pagariam mais por cerveja fabricada de maneira sustentável. Portanto, a nova lei da pureza não está apenas nos produtos, mas na essência das empresas, na confiança e no poder de mudança que as marcas de cerveja estão demonstrando. O consumidor está disposto a mudar de marca para aquelas mais genuínas e alinhadas com seus principais valores.


    Rodrigo Oliveira é CEO da Green Mining, startup de logística reversa que atua no processo de coleta e reciclagem de embalagens

    • Tags
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