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Entrevista: Preço alto limita potencial da artesanal brasileira

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
22 de agosto de 2018
Atualizado em: 23 de agosto de 2018
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    Fundadora e CEO do Science of Beer Institute, Amanda Reitenbach garante: Nossa briga é principalmente por reduzir o preço na gôndola

    O mercado brasileiro de cerveja artesanal possui um enorme potencial para crescer. Se parte do público tem um conhecimento elevado do setor, ainda há uma imensa parcela da população cervejeira ligada ao “mainstream” que poderia ser seduzida por novos rótulos e estilos.

    Mas nem tudo é tão simples. Pressionado por problemas geralmente externos ao setor, como impostos elevados e dificuldades logísticas, o preço da cerveja artesanal ainda destoa do mercado e impede que o consumo seja verdadeiramente democratizado.

    Essa é, em suma, a avaliação de Amanda Felipe Reitenbach, fundadora e CEO do Science of Beer Institute, escola focada na educação cervejeira e responsável pela organização do Concurso Brasileiro de Cervejas, o mais importante do país e um dos mais significativos do mundo.

    “A cerveja artesanal ainda chega com um preço muito alto, e não é todo público, toda a classe que pode comprar. Nem em todo local.”

    A avaliação de Amanda vem de uma aprofundada experiência tanto acadêmica quanto de mercado. Há dois anos, em Berlim, ela concluiu seu doutorado na Versuchs- und Lehranstalt für Brauerei, onde pesquisou o desenvolvimento de um nariz eletrônico para identificar compostos voláteis na cerveja.

    Se, por um lado, a experiência externa possibilitou um conhecimento amplo de mercado, a formação como cientista – seu projeto de mestrado foi o primeiro a desenvolver nacionalmente uma cerveja probiótica – auxiliou, por outro, na compreensão dos detalhes desse complexo setor, cuja dinâmica própria impede qualquer simplificação.

    “Quase todo o mercado é de cerveja mainstream, então temos muito ainda a conquistar, a educar o paladar para outras cervejas. É difícil generalizar esse mercado porque é composto por um público muito misto.”

    Confira, a seguir, a entrevista completa com Amanda Felipe Reitenbach, fundadora e CEO do Science of Beer Institute:

    Amanda Reitenbach: cientista e especialista em mercado

    Qual foi a sua trajetória até chegar ao Science of Beer?
    A minha conexão começou na faculdade. Estudei Engenharia de Alimentos, Engenharia Química, e durante a faculdade me surgiu o interesse em produção de cerveja. Fui fazer estágio em uma cervejaria e decidi que era com isso que queria trabalhar. A partir daí, direcionei toda a minha formação e carreira para trabalhar com cerveja. Mas eu sempre quis ser cientista também, pois sempre tive uma ligação muito grande com essa parte científica. Aí resolvi fazer a união da ciência e da cerveja. Foi assim que começou o meu trabalho.

    E como surgiu o Science of Beer?
    Depois disso fiz o meu mestrado, onde desenvolvi o trabalho da cerveja probiótica. E, durante o mestrado, meu projeto de TCC, que era voltado à fermentação, ganhou um prêmio para que pudesse ser executado. Então abri uma empresa, que foi o Science, para desenvolver esse projeto. Ele era voltado para uma empresa de São Paulo, a CPFL, porque eles também desenvolvem pesquisas, e aí ficamos boa parte do tempo com a empresa focada em pesquisa. Como a minha formação é voltada para o mundo acadêmico, veio a vontade de fazer um curso de formação. Isso era ainda em 2009, e vi que não tínhamos quase nenhum curso profissionalizante. Então, escrevi um projeto para um curso de pós profissionalizante em produção de cerveja e ofereci para uma faculdade de Blumenau, a Uniasselvi. Começamos com esse curso em 2010. Depois vieram os cursos de sommelier, de estilos, de aprofundamento. Estamos com cursos desde 2009 e com a parte de pesquisa desde 2008. Depois segui com minha carreira acadêmica, fui fazer doutorado na Alemanha, voltado para a área cervejeira. Então, minha trajetória – e do Science – é totalmente voltada para essa parte acadêmica.

    Como o Science foi se ramificando internacionalmente?
    Essa ramificação para outros países teve início por eu participar de muitos eventos, congressos, fora do país, além de ter feito meu doutorado fora. Tivemos essas conexões na Europa e criamos projetos lá, na Alemanha, onde morei para fazer meu doutorado. Também já tínhamos um relacionamento de amizade e profissional com o pessoal do Chile e nos unimos com o Instituto Cervezas de América, de onde veio essa vontade de trabalhar com América Latina, onde temos apostado muito também.

    Qual a importância de uma escola como o Science para o desenvolvimento do mercado brasileiro de cerveja?
    O papel do Science e de todas as escolas é fundamental. Trabalhamos para o desenvolvimento da educação e da consciência do mercado. Com o mercado se educando, criando consciência de consumo, isso vai se tornando essencial para o desenvolvimento de todo o setor. Quanto mais trabalharmos a educação – e aí a educação em diferentes frentes, de consumo, de vendas, de produção, de mercado, de processo, de logística –, mais vai agregar para o mercado nacional, o que faz gerar o crescimento. A educação e a união são as palavras chave para o desenvolvimento do nosso cenário.

    Como você encara o mercado consumidor de cerveja no Brasil? Já estamos maduros ou ainda caminhamos para descobrir nosso potencial?
    O consumidor está em processo de mudança. Temos os mais fieis, que começaram a conhecer com o início do mercado de artesanais, então esse público já tem um conhecimento bem mais elevado, tem um paladar mais exigente, é ávido por novidades e produtos diferenciados. Mas ainda temos muito a crescer. Esse nosso cenário de artesanais, que varia de 1% a 2% do total, é muito pequeno ainda. Quase todo o mercado é de cerveja mainstream, então temos muito a conquistar, a educar o paladar para outras cervejas. É difícil generalizar esse mercado porque é composto por um público muito misto. Tem um público chegando, conhecendo, descobrindo cerveja, e tem um público que conhece, que já ensina até. É um mix. Depende de onde está a ponta.

    Pensando nesse mercado de apenas 2%, que trabalho precisa ser feito para desenvolvê-lo e aproximar o consumidor das artesanais?
    São muitos trabalhos, muitas coisas que a gente pode fazer. Mas a principal delas é a acessibilidade. E, quando falamos em acessibilidade, estamos falando de preço do produto final. Então, por que 98% desse mercado é conquistado por um tipo de cerveja? Primeiramente, pelo preço e pela acessibilidade. A cerveja artesanal ainda chega com um preço muito alto, e não é todo público, toda a classe que pode comprar. Nem em todo local.

    Qual o impacto nesse custo?
    Começamos aí a falar de reforma tributária, de valorização do pequeno produtor, de uma conscientização como um todo que, principalmente, afeta o custo da cerveja. Diminuindo o custo, você consegue aumentar a acessibilidade. É tornar isso mais próximo de todos os públicos, fazer com que a questão financeira não seja dominante na hora da escolha. “Vou comprar essa porque é mais barata”. Se uma puro malte, uma artesanal, fosse só um pouco mais cara, facilitaria. Mas essa é uma realidade ainda distante, quando comparamos os preços das cervejas. Então, aí, nossa briga é principalmente por reduzir o preço lá na gôndola.

    Isso passa muito, então, por questões públicas, por vezes externas ao setor?
    Com certeza. A questão é como as empresas vão lidar com isso para se sustentar no mercado. Tem uma taxa muito grande de impostos, de cargas administrativas, de problemas com logística, transporte. E tudo isso diminui a acessibilidade da cerveja artesanal.

     

    Confira, também, no Guia da Cerveja:

    3 mudanças que podem melhorar a concorrência no setor

    Entrevista: Mercado cervejeiro enfrentará seleção natural nos próximos 5 anos

    https://guiadacervejabr.com/cautela-os-caminhos-para-proteger-sua-empresa-da-instabilidade-politica-e-economica/

    Entrevista: Nova lei pode transformar BH na “Bélgica Brasileira”

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