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Internacional

Balcão olímpico: A evolução da cerveja artesanal em três décadas no Japão

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
3 de agosto de 2021
Atualizado em: 4 de agosto de 2021
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    Beber nama-biru em copos de 500ml ao fim do expediente. A rotina de consumir um ou mais chopes no happy hour é uma tradição que nos últimos anos também incluiu a cerveja artesanal no Japão. Um incremento que passou por dois estágios no país: o relaxamento dos impostos sobre as bebidas alcoólicas em 1994 e a ampliação da produção local na última década.

    Tendo a sua origem no Japão diretamente relacionada com a chegada dos holandeses ao país, além do apoio da mão de obra e matéria-prima alemã, a cerveja ganhou um impulso no Japão em 1994. Foi quando uma lei facilitou a abertura de microcervejarias.

    Leia também – Balcão olímpico: Japas leva a cultura nipo-brasileira aos EUA

    Até aquele ano, cervejarias não poderiam produzir menos de 2 milhões de litros anuais. Mas uma revisão da legislação tributária reduziu essa quantidade mínima para 60 mil litros e para 6 mil no caso da fabricação de happoshu, uma cerveja com baixo teor de malte. O que se viu, então, foi uma grande abertura de cervejarias e obtenção de licenças. Muitas delas, inclusive, estão associadas a empresas de outras bebidas, como o saquê, ou mesmo a outros tipos de estabelecimentos, como restaurantes e hotéis que fabricam cerveja artesanal até hoje no Japão.

    Esse impulso inicial, porém, foi freado por outros desafios, como a dificuldade de se estabelecer uma produção de qualidade e, principalmente, a concorrência do happoshu, sobretudo por se tratar de uma bebida de custo reduzido. Por isso, após a expansão inicial, a cerveja artesanal só foi apresentar crescimento no Japão a partir dos anos 2000.

    Foram vários fatores que puderam atender ao desejo do consumidor por novas opções de estilo, muito além das tradicionais Lagers. E, nos últimos anos, o que tem se visto, especialmente em Tóquio, é esse espaço sendo ocupado por conhecidas marcas artesanais estrangeiras.

    O aumento da demanda, assim, se tornou sustentável, seja por essa produção em várias frentes, pelo aumento da qualidade ou pela maior proximidade com o público, o que acarretou no aumento dos pontos de venda. 

    Uma influência, inclusive, que está relacionada com a realização de festivais cervejeiros no país. Entre eles, anualmente, ocorrem edições regionais do Great Japan Beer Festival, em Tóquio, Osaka, Nagoya e Yokohama. Além disso, a Japan Craft Beer Association realiza a Japan Beer Cup.

    “O movimento de cervejas mais elaboradas é cada vez maior. O gosto dos japoneses está mudando. Muitos bares e fabricantes abriram seus brewpubs na megalópole Tóquio, como a Mikkeller, a Delirium e a Brooklyn também”, relata a sommelière Cláudia Sayuri. 

    Para a sommelière, ao perceberem esse movimento, fabricantes de cerveja e outras bebidas – como o saquê – têm trabalhado para atender a demanda da população local por novos estilos de cerveja, como Ale, IPA, Stouts, Weissbier e Kölsch. 

    “Esse novo perfil de consumo cervejeiro fez com que novas cervejarias japonesas e fábricas de saquê voltassem sua produção para cervejas especiais com a ajuda do governo que revê normas e leis, incentivando a produção japonesa para que ela se torne mais competitiva”, analisa Sayuri.

    É essa demanda por novas cervejas que pode explicar uma interessante percepção sobre a bebida hoje consumida no Japão. Cervejeira da Japas, Maíra Kimura destaca ter enxergado, como consumidora, uma grande evolução na inventividade da produção artesanal do Japão. Em duas viagens ao país – no início da última década, em 2011, e no seu fim, em 2019 -, ela percebeu o aumento da inserção de ingredientes locais nas receitas. 

    “O que eu notei, como estrangeira visitando o Japão, é que a inventividade do mercado japonês deu um salto grande de 2011 para 2019, datas em que visitei o Japão. Em 2019, havia diversas marcas produzindo receitas muito corretas do ponto de vista técnico. Ou seja, eles costumavam seguir o que estava sendo feito em mercados mais maduros de forma tecnicamente excelente. Mas não vi nessa primeira viagem nada muito interessante em termos de inovação e uso de ingredientes e técnicas locais. Em 2019, o cenário estava diferente, mais cervejarias presentes e usando muito mais ingredientes locais, por exemplo”, relata a cervejeira Kimura. 

    Ao Guia, a sommelière Claudia Sayuri indicou três marcas de cervejas artesanais do Japão. Confira: 

    Far Yeast Brewing Company 

    De Yamanashi, é uma cervejaria que vem se destacando pelos estilos que produz e pelo movimento em prol das artesanais – faz colabs internacionais e acumula prêmios com cervejas que não são convencionais para os japoneses como a Wood and Barrel Aged Sour “Off Trail Saigon Fervor”, uma colaborativa com a cervejaria Heart of Darkness Brewery, do Vietnã, que traz brettanomyces e adição de maracujá com maturação em barril de carvalho japonês por 6 meses. Eles ainda criam cervejas com ingredientes típicos japoneses como o caqui e o umê (ameixa extremamente salgada e ácida utilizada como conserva).

    Tamamura Honten 

    A fábrica produz as cervejas Shiga-Kogen, muito bem avaliadas pelos japoneses. Traz cervejas como a Barrel Aged Saison One edição especial, que passou por barril de vinho e um blend de barris de maturação diferentes. E, da colab com a Jester King Brewery e a Oxbow Brewing Company, veio a Barrel-Aged Yama-Bushi Cedar Kogen – Wild Specialty Beer (estilo base: Saison), que envelheceu 19 meses em barris de saquê e teve uma pós fermentação em garrafa em um período de 9 meses.

    Hyuga Brewery

    Uma pequena cervejaria que tem chamado a atenção por ser a única da ilha de Kozushima, que pertence a Tóquio, sendo liderada por uma mulher: Fumiko Miyagawa. A Hyuga Brewery tem mostrado personalidade em suas receitas de cervejas com ingredientes únicos encontrados apenas em Kozushima. São criações como a Wild Bomb – Fruit Beer, que leva uma fruta nativa, e a Angie Angelica Keisei – Wheat Beer, feita a partir de uma planta local.

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