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Mercado

Amstel cresce e Devassa recua em semestre com prejuízo do Grupo Heineken

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
30 de julho de 2024
Atualizado em: 1 de agosto de 2024
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    O Grupo Heineken teve um prejuízo líquido de 95 milhões de euros no primeiro semestre de 2024, em contraste com o lucro de 1,16 bilhão de euros no igual período do ano passado, segundo o seu resultado financeiro. No entanto, o lucro líquido ajustado apresentou uma ligeira alta, passando de 1,15 bilhão de euros para 1,2 bilhão de euros.

    No balanço, o Grupo Heineken explicou que o prejuízo foi causado principalmente por uma baixa contábil devido à desvalorização da chinesa CR Beer, na qual detém uma participação de 40%. Desde a compra das ações até 30 de junho, o preço do ativo caiu 25%, de 35 dólares de Hong Kong para 26,25 dólares de Hong Kong.

    Leia também – Carlsberg amplia foco na Europa e em bebidas ao comprar dona do Maguary

    O Grupo Heineken também apresentou um crescimento de 5,9% na receita líquida orgânica no primeiro semestre, alcançando 17,812 bilhões de euros. Essa expansão foi acompanhada por um aumento na venda de cerveja no período, com crescimento orgânico de 2,1%, totalizando 118,2 milhões de hectolitros. No entanto, houve queda de 0,1% no segundo trimestre de 2024, totalizando 62,8 milhões de hectolitros.

    Nas Américas, o comportamento de vendas do Grupo Heineken foi semelhante: subiu 1,1% no semestre, para 42,7 milhões de hectolitros, mas caiu 2,5% no segundo trimestre, para 21,3 milhões de hectolitros. A região de melhor desempenho em crescimento de volume foi a Ásia-Pacífico, com expansão de 6,9% no semestre e de 4,6% no segundo trimestre.

    A marca Heineken apresentou um crescimento orgânico de 9,2% no primeiro semestre, alcançando 28,7 milhões de hectolitros, e de 6% no segundo trimestre, totalizando 15 milhões de hectolitros. Nas Américas, houve um aumento de 6,2% no primeiro semestre, totalizando 11,7 milhões de hectolitros, e de 1,8% no segundo trimestre, alcançando 5,7 milhões de hectolitros.

    A região das Américas se destacou, pois o mix de portfólio e as principais iniciativas de economia em andamento resultaram em uma forte melhoria do lucro operacional, principalmente no Brasil e no México”, disse o CEO do Grupo Heineken, Dolf van den Brink.

    Amstel cresce, Devassa cai
    No Brasil, a receita líquida cresceu organicamente em um dígito alto, impulsionada por preços, premiumização e crescimento de volume de um dígito baixo. O portfólio de cerveja premium cresceu em volume na casa dos 15%, impulsionado pela continuidade do forte impulso da Heineken, consolidando sua posição de liderança no segmento premium.

    A companhia destacou, nos comentários do resultado financeiro, que a Amstel apresentou “desempenho muito forte” no Brasil, com um aumento de aproximadamente 15% no volume, ampliando sua liderança no segmento mainstream de cervejas puro malte.

    Por outro lado, o Grupo Heineken enfrentou desafios no segmento econômico no Brasil, com a queda nas vendas da Devassa. “Nosso portfólio de cerveja econômica caiu cerca de 15%, devido à intensificação da competição de preços no segmento”, relatou a companhia.

    A empresa também destacou que as opções de cervejas sem álcool tiveram um crescimento de mais de 10% no Brasil no primeiro semestre. Além disso, mencionou o lançamento da Sol Zero como um dos seus destaques no país.

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