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Cultura

Beer Summit: Combater o negacionismo é fundamental na luta contra o racismo

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
7 de dezembro de 2020
Atualizado em: 8 de dezembro de 2020
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    Lutar contra o discurso negacionista e usar a educação como forma de mudança de mentalidades e comportamento. Essas duas frentes foram apontadas como fundamentais para acabar com o preconceito na sociedade e no setor cervejeiro durante a mesa redonda que abriu o Beer Summit, “Como podemos combater o racismo nosso no dia a dia?”, mediada por Eduardo Sena e com as participações da sommelière Sara Araújo e de Diego Dias, sócio-fundador da cervejaria Implicantes.

    Realizado na última sexta-feira, o debate marcou o início das atividades do Beer Summit, o maior evento online de conhecimento cervejeiro da América Latina, tendo sido idealizado e organizado por mulheres. Ele vai até o próximo domingo, com grandes nomes do mercado se conectando com o público para troca de conhecimento em busca de um universo cervejeiro com mais diversidade e pluralidade.

    Confira as atrações e como participar do Beer Summit

    E, para marcar seu início, o Beer Summit trouxe um debate crucial ao mercado cervejeiro. Afinal, tanto a Implicantes quanto Sara foram alvos recentes de ataques racistas no setor, algo que reforçou o cenário de desigualdade dento do segmento.

    A sommelière, que foi alvo de comentários preconceituosos em um grupo de WhatsApp, algo que, somado a outros acontecimentos, provocou a renúncia da gestão anterior da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), avalia que houve tentativas de minimizar o acontecimento, tratando-o como um ato meramente machista. Um risco, pela possibilidade de se fazer esquecer o racismo existente no setor.

    “Vejo grandes vozes no campo da cerveja aliar o episódio ao machismo e não falar do racismo com o propósito de jogar para debaixo do tapete. A gente precisa dar nome às coisas”, afirmou Sara. “O que desencadeou foi o racismo e ele está sendo esquecido”, reforçou Diego durante a sua fala na mesa redonda do Beer Summit.

    Em sua avaliação, Sara lembrou que mesmo a Constituição assume a existência de racismo no Brasil ao destacar a necessidade de eliminá-lo. E ressaltou que ações afirmativas de combate à desigualdade, como a adotada pela rede Magazine Luiza de reservar vagas de trainees para negros, chegaram a ser alvos de ataques, incluindo uma ação da Defensoria Pública da União contra a empresa.

    “Se o códex principal que é carta máxima da República Federativa do Brasil está falando sobre isso, o estado brasileiro já assume que é racista e traz formas de eliminação”, disse Sara. “Por exemplo, temos o caso da Magazine Luiza que trouxe isso de forma explicitada e causou uma revolta. Ela [empresa] estava bem amparada tanto na Constituição quanto no Estatuto da Igualdade Racial.”

    Sobre as diversas atitudes racistas que estão sendo vistas no setor e no mundo, Diego defende que o preconceito sempre esteve presente na sociedade, mas que os avanços tecnológicos e as redes sociais estão permitindo uma maior exposição. “Estamos vendo mais atitudes racistas porque estamos conseguindo trazer mais isso à tona.”

    Leia também – Consciência Negra: 20 de novembro e os 364 dias de invisibilidade negra

    Para combater o racismo, na opinião de Sara, o caminho é a educação. A posição foi reforçada pelo sócio-proprietário da Implicantes, ao citar que há diversas opções para adquirir conhecimento sobre o assunto, como filmes, documentários, programas e redes sociais.

    “As pessoas também podem ir atrás de influenciadores negros”, frisou Diego. “É de se lembrar que essa construção do negro não foi feita por pessoas negras. É uma construção de quem detinha o poder: as pessoas brancas”, complementou Sara.

    De acordo com a sommelière, no processo de desconstrução, as pessoas precisam se colocar no lugar da escuta e, principalmente, de mudança, ouvindo e compreendendo a dor do próximo. “Peça leituras que possam indicar onde possa desconstruir o pensamento racista. Quando você duvida de uma pessoa negra, você violenta essa pessoa mais uma vez”, destacou Sara.

    A educação, aliás, é um dos focos da Implicantes, que tem a ampliação da representatividade negra como seu objetivo central. “É muito importante trazer novas questões e respostas ao público porque muitas vezes ele não compreende e acaba sendo, quer queira ou não, o nosso papel de educá-lo”, destacou Diego.

    Para isso, ele defende a adoção de ações afirmativas em estabelecimentos comerciais e a formação de funcionários mais qualificados. E acredita que o aumento da representatividade dos negros nas empresas pode se dar com planos de carreira para que alcancem posições estratégicas. “As empresas precisam entender que quando a diversidade adentra, ela e toda a sociedade ganham”, pontuou Sara.

    Respostas ao racismo
    Os casos de racismo contra Sara e a Implicantes tiveram respostas significativas dentro do setor cervejeiro neste ano. Além da mudança na diretoria da Abracerva, a visibilidade dada para a Implicantes também atraiu apoio a diversos empreendedores cervejeiros negros espalhados pelo Brasil. Outro fruto dos acontecimentos, como destacou Diego, foi a criação do Coletivo Afrocerva, que reúne sommelières e profissionais negros do mercado cervejeiro. A luta é, inclusive, para que em breve se torne uma associação.

    Eles destacaram, porém, ser preciso estar atento e cobrar constantemente as pessoas para que a comoção antirracista tenha resultados efetivos. “A gente teve uma nova eleição da associação que representa o nosso mercado e agora cabe a nós cobrar como profissionais, influenciadores e público”, disse Eduardo, sommelier e mediador da mesa redonda.


    Para Sara, os episódios de preconceito expostos contra ela provaram que os seus questionamentos estavam certos, destacando que o silenciamento dos seus posicionamentos também é um ato racista. E lembrou que um tratamento diferente de um garçom em 2016, em comparação ao destinado a uma pessoa branca, foi o que fez despertar o interesse pelo universo da cerveja artesanal.

    Também foi essa necessidade de combate ao racismo velado nos serviços de muitas cervejarias no Brasil que fez nascer a Implicantes, como lembrou Diego durante a mesa redonda do Beer Summit. “Na Implicantes, a gente entende que precisa ter igualdade. A Implicantes nasceu de a gente implicar com essas questões.”

    O evento
    O Beer Summit foi idealizado e organizado por mulheres. O evento conta com cinco trilhas: Diversidade, equidade e inclusão, Negócios, marketing e empreendedorismo, Sommelieria, estilos, serviço e harmonização, Matérias-primas, processos e inovação, e Experiências, tecnologia, ciência cervejeira e equidade.

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