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Entrevista: Conheça o novo presidente da Abracerva e os seus planos para a associação

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
26 de agosto de 2021
Atualizado em: 26 de agosto de 2021
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    Uma associação nacional, mas que está atenta às demandas específicas de cada região e que se expande a partir do crescimento estadual. É esse o plano de Ugo Todde, novo presidente da Associação Brasileira de Cerveja Artesanal (Abracerva), para restabelecer o status de importante representante do setor para a entidade, também ajudando o segmento a se recuperar após sofrer vários golpes.

    Com a repentina saída em meados de julho da então presidente Nadhine França, por questões pessoais, Ugo Todde, até então secretário da Abracerva, foi escolhido pela chapa eleita em outubro de 2020 para ocupar o cargo. Em sua visão, uma seleção que se deu, principalmente, pela sua trajetória de atuação política no Distrito Federal, onde também está a sua marca, a cigana Dümf.

    Por lá, ele ainda faz parte da gestão da Abracerva local e participou de articulações com entes públicos e outras cervejarias, uma iniciativa que, sob seu comando, espera ampliar na associação nacional, com a criação de mais regionais e a busca por pautas comuns nos estados, que se transformem em união no setor.

    O momento, afinal, como reconhece Ugo Todde, está longe de ser bom para o segmento de cervejas artesanais e, consequentemente, a Abracerva. Afinal, o setor enfrentou uma crise de credibilidade, em função do Caso Backer, uma traumática mudança de comando da associação, com a renúncia da gestão anterior, e uma grave crise, provocada pela pandemia do coronavírus.

    Leia também – Afeganistão: Cervejas repatriadas pela Alemanha e outras histórias da bebida

    Para Ugo Todde, assim, é necessária uma atuação coletiva para recuperar a relevância da Abracerva. E a estratégia para isso foi abordada na entrevista, abaixo, para a reportagem do Guia. Confira:

    Resumidamente, como se deu a sua relação com a cerveja até a criação da Dümf? E como a sua atuação desde então o levou até o comando da Abracerva?
    Comecei como colecionador, cheguei a ter uma coleção com 300 cervejas quando nem havia tanta variedade como hoje em dia. E aí, em 2011, eu comecei a fazer como caseiro, tendo a oportunidade de aprender mesmo. Em 2018, eu lancei a cervejaria cigana comercialmente. E já me associei à Abracerva. Comecei no movimento estudantil, participando no DCE, faço parte da coordenadoria de uma fundação em defesa do Cerrado. Então, já tenho vivência dentro dessas estruturas políticas. Em 2019, eu assumi como diretor da Abracerva-DF.

    O que você pretende replicar dessa sua experiência no Distrito Federal na Abracerva nacional?
    Nesse trabalho, tivemos uma comissão na Câmara Legislativa de defesa da cerveja artesanal, conseguindo fazer um diálogo legal, explicando que a gente precisa de uma atenção para o setor na questão das leis, principalmente na reforma tributária. E a gente desenvolve alguns projetos. O setor também criou uma colaborativa que eu acho que também é um dos principais pontos, que é algo que estou levando para a nacional, para reproduzir nas outras regionais. A gente está na segunda edição, a primeira foi no ano passado, e o intuito é basicamente unir o setor, com as pessoas conhecendo e agregando mais para a associação, com novos associados. Eu acho que um dos grandes desafios dos próximos meses é justamente aumentar a vivência da associação, porque infelizmente ela está bem baixa, trazendo os associados de volta, acreditando na força da Abracerva. Precisamos partir do pressuposto do fortalecimento das regionais, além da criação de novas.

    E como vinha sendo a sua atuação nesta gestão da Abracerva, antes de assumir a presidência?
    Vinha trabalhando na questão das colabs, em São Paulo estava bem adiantada, junto com o Giba, da Tarantino. Tem alguma conversa também para que se faça essa colab em Minas Gerais, além de abrir uma regional lá. Se conseguir, quero criar regionais em todos os estados.

    O que o levou a ser escolhido para suceder a Nadhine?
    A Nadhine teve essa oportunidade de sair do país. Está certa, tem que se capacitar. A gente precisava trazer essa possibilidade de um presidente que já tem acesso aos poderes, ao Legislativo nacional.

    Como tem sido essas conversas com as lideranças políticas e quais são as principais pautas da Abracerva?
    A gente já tem tratativas com deputados para começar a fazer trabalhos e escutar todo setor, para que possa ter um crescimento real. E esse diálogo é fundamental para conseguir o que a gente precisa. A questão tributária é uma coisa urgente, já passou da hora de fazer uma tributação diferenciada. Não tem como a gente continuar pagando os mesmos impostos que as grandes indústrias E trazer mais associados. Uma associação forte é uma associação que tem os associados ativos, com o fortalecimento das regionais. E também trazer mais diversidade no setor, ouvindo os sommeliers, os ciganos. Eu acho que o setor está bem fragilizado nesse momento, foi o mais impactado pela pandemia por trabalhar com aglomeração, com evento, com bares cheios.

    O setor passou por uma série de problemas recentemente, como o Caso Backer, a pandemia e a renúncia da diretoria anterior da Abracerva. Como recuperar o segmento e a associação em meio a um cenário tão complicado?
    Acho que precisa ter maturidade para separar as coisas. Com união dentro do setor, os objetivos se tornam mais fáceis de serem alcançados. Foram abalos bem grandes, especialmente os que envolvem a própria Abracerva. É um desafio mesmo, mas acho que com calma, fortalecendo as regionais, trazendo mais as pessoas, as cervejarias, os associados, é inevitável que a gente retome o crescimento. São fases. A gente passou por uma fase bem complicada, mas vai passar por ela. O governo não ajudou nem um pouco. Acredito que a união do setor, com fábrica, ciganos, todos, vamos ter um crescimento.

    Como enxerga a criação de uma outra associação, a Federação Brasileira das Cervejas Artesanais (Febracerva), ocorrida em fevereiro?
    Soma para o setor. Participamos de reuniões juntos, com outros players. Vem mais com o intuito de defender as fábricas. Tem o papel dela e o seu trabalho. A Abracerva vem com o papel de defender todo o setor. Não só as fábricas, mas fábricas, ciganos, sommeliers, pontos de venda. Se foi necessário, se sentiram a necessidade de criar uma outra associação, a Abracerva pode ajudar. Se o objetivo for fortalecer o setor, podem contar com a gente.

    A atual gestão da Abracerva vai até 2022. Como espera que esteja a associação ao fim desse período?
    O objetivo é voltar a ter pelo menos 800 associados adimplentes, chegando a uma média da mais de mais de mil associados para a associação voltar a ter aquela força e condições de trabalhar pelo setor. É um trabalho que precisa ser feito, de formiguinha, com todas as regionais, de trazer mais associados.

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