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Mercado

8 especialistas avaliam como foi o ano para o mercado cervejeiro e o consumidor

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
31 de dezembro de 2020
Atualizado em: 6 de janeiro de 2021
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    Após a expansão em anos recentes, o mercado de cervejas artesanais precisou encarar desafios inéditos em 2020. Ainda em busca da consolidação e da conquista de mais consumidores, o setor enfrentou desconfianças, os efeitos de uma crise sanitária e até mesmo a falta de insumos. Mas, na avaliação de especialistas consultados pelo Guia, soube se reinventar, o que pode ajudá-lo a se fortalecer.

    Leia também – Como foi 2020 na visão de 7 fornecedores da indústria cervejeira

    O primeiro baque para o mercado de cervejas artesanais em 2020 veio da Backer, até então uma das líderes do segmento. A contaminação de cervejas da marca com o produto tóxico dietilenoglicol nos primeiros dias do ano provocou a morte de dez pessoas e lançou o setor sob desconfiança de consumidores, especialmente em Minas Gerais.

    Além disso, a crise do coronavírus paralisou boa parte das operações de fabricantes a partir de março, algo que ainda não foi completamente normalizado. E, quando os trabalhos foram retomados, a falta de insumos foi outro entrave que precisou ser encarado pelo mercado de cervejas artesanais, este já nos últimos meses de 2020.

    Esse panorama poderia indicar uma retração do setor neste ano, mas o que se viu foi a criatividade imperar, evitando que as empresas submergissem. A tecnologia se tornou uma importante aliada para o mercado cervejeiro em 2020, com a venda por delivery sendo uma opção que vai permanecer mesmo ao fim da pandemia do coronavírus e das medidas de isolamento social.

    Também houve a ampliação das parcerias entre os diferentes atores do segmento. E casos como o da Backer e os relatos de preconceito deixaram lições que podem contribuir para o amadurecimento do setor, que viu o consumidor não o abandonar, mas se adaptar para ter acesso aos seus rótulos preferidos – muitas vezes em embalagens antes não tão usuais, como latas e growlers.

    Confira a avaliação de oito especialistas consultados pelo Guia sobre o ano de 2020 do mercado de cervejas artesanais e o comportamento do consumidor.

    Bia Amorim (sommelière de cervejas)
    Temos empresas fechando, o desemprego dos profissionais da área, vendas abaixo do projeto, aumento no custo dos ingredientes, por escassez ou por conta da alta do dólar, e uma lista imensa de prejuízos.
    Para aquelas empresas que ainda não tinham entrado no mundo digital, foi a hora de mergulhar e se comunicar virtualmente, transformando as mídias sociais.
    Já no começo do ano sabíamos que não seria fácil lidar com a crise na identidade da cerveja artesanal depois do triste episódio com a Backer e como as coisas foram mal gerenciadas. A falta de confiança no produto artesanal se revelou maior do que esperávamos e o público que estava chegando para provar novos sabores e toda a cultural artesanal ficou desconfiado. Depois tivemos o caso das mensagens racistas que tomaram grandes proporções e a mídia nacional, mostrando mais uma vez que uma cultura como a da cerveja está imersa em antigos padrões, já inaceitáveis para os tempos atuais.

    Carlo Enrico Bressiani (diretor da Escola Superior de Cerveja e Malte)
    O mercado cervejeiro teve que se reinventar. Eu acho que foi positivo a parte de forçar a buscar novos canais de distribuição, novas formas de vender diretamente ao consumidor, a busca por produtos mais acessíveis.
    Para o consumidor, é mais acesso de forma direta, mais acesso a cervejas em redes onde ela não estava disponível. E ele se mostrou, realmente, de alguma forma fiel a essa mudança de perfil de consumo e não deixou de tomar cervejas especiais, buscando em outros formatos, já que ele só podia comprar e beber em casa.

    Cilene Saorin (sommelière, mestre-cervejeira e diretora da Doemens Akademie no Brasil)
    Os impactos se deram de forma previsível no campo econômico com redução de consumo e vendas, e de forma inusitada no campo logístico com “falta garrafa e papelão; sobra lúpulo”.
    Atentos aos protocolos inteligentes de proteção à saúde pública e à viabilidade de seus negócios, alguns empreendimentos desenvolveram importante capacidade de adaptação, inclusive incorporando, ampliando e otimizando processos e ofertas. Talvez a ampliação do alcance em PDV’s de autosserviço e a inovação em plataformas tecnológicas tenham sido as estratégias mais aplicadas neste ano.

    Fabiana Arreguy (jornalista e sommelière)
    Na pandemia, as cervejarias precisaram se reinventar e criar formas de atender seus consumidores. Muitas não tiveram como continuar suas atividades, outras frearam seus planos e projetos, algumas conseguiram ser originais e criar novidades que as permitiram se destacar no mercado.
    Já a crise da Backer foi um momento bem complicado para o segmento de cervejas artesanais, que foi desacreditado perante o público que passou a associar o termo “cerveja artesanal” com um produto nocivo à saúde.

    Luana Cloper (sommelière de cervejas, professora convidada do instituto Marketing Cervejeiro e sócia-fundadora da CMLC Consultoria Colaborativa)
    Foi um ano de total transformação para as cervejarias, que trouxe a necessidade de reinvenção na base, reinvenção das relações de negócio. “Aprender fazendo”, acho que essa expressão resume bem.
    O consumidor acabou descobrindo, nesse ano, que é possível beber cerveja boa em casa. É possível ter experiências sensoriais, de marca e educação cervejeira virtualmente. Na verdade, todos ganham com isso.

    Marcelo Paixão (presidente do conselho da Abracerva).
    Foi um ano com muita dificuldade para escoar o produto, mas ao mesmo tempo foi um ano em que as cervejarias buscaram se reinventar, com novos canais de venda, buscando o consumidor final, criando deliverys, usando e-commerce. As cervejarias de alguma forma se modernizaram um pouco no sentido de canais de venda, então acho que quando as coisas voltarem, isso vai ser um ganho para o mercado.
    A pandemia também agravou a questão da matéria-prima que é um problema que já vem acontecendo há algum tempo.

    Sady Homrich (cervejeiro, sommelier e baterista do Nenhum de Nós)
    Veio o caso Backer e a pandemia, no final do verão, prejudicando todo e qualquer planejamento. Muita cerveja foi pelo ralo ao longo do ano e a reengenharia econômica foi fundamental. A saída óbvia foi o e-commerce, mas a falta de agilidade dos correios também prejudicou a demanda. Daí a venda local foi a salvação para muitos e os growlers não retornáveis entraram definitivamente em cena.
    A crise da Abracerva significou alguns passos atrás na busca por uma tributação mais justa e refletiu uma sociedade despreparada para a inclusão natural.

    Taiga Cazarine (jornalista e sommelière de cervejas)
    Eu achei que foi um ano de estruturação e reestruturação das cervejarias. Ano de preparação, de colocar muita ideia em prática, de criatividade e tecnologia. Todo mundo que estava por algum motivo esperando para ir para a venda online ou e-commerce teve que fazer isso, então, se adaptou. Empresas que também trabalham com soluções de tecnologia começaram a acessar mais as cervejarias também, para proporcionar essas soluções.

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