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Consumidor

Fábrica, clube de assinatura e fusão: Como a crise catalisou as novidades da Suricato

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
15 de julho de 2021
Atualizado em: 23 de julho de 2025
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    Em alguns anos, quando a pandemia do coronavírus for uma triste lembrança de um período de muitas perdas, a Suricato poderá olhar para essa fase também como um marco de várias iniciativas. Afinal, nos últimos meses, a cervejaria de Porto Alegre se movimentou em diversas frentes: realizou uma fusão, passou a ter a sua própria fábrica e decidiu apostar na criação do seu clube de assinatura. Foram ações em cascata, com uma praticamente resultando na seguinte.

    Criada em 2015, a Suricato viu o momento adverso como um “catalisador” para novas iniciativas, como declarou seu sócio-fundador, Estevão Chittó, em entrevista ao Guia. Foi isso que motivou a marca a se unir com outra porto-alegrense, a Distrito, para uma fusão que ainda permitiu o surgimento de uma terceira marca, a Cubo Cia Cervejaria, que terá sua produção focada em Lagers. Uma fusão que, em sua visão, permitiu a junção de públicos diferentes na região do 4º Distrito em Porto Alegre.

    Dessa mudança, também veio outra: a troca da vida de cigana, pela possibilidade de contar com fabricação própria, ainda que, em função da pandemia, a sua capacidade produtiva seja diminuta. Foi suficiente, porém, para, além de realizar um sonho de Estevão, permitir a Suricato a adotar nova ação, diante da flexibilidade de produção conquistada: a criação do seu próprio clube de assinaturas, esse focado em IPAs.

    Essa sequência de mudanças deixa a expectativa de que a Suricato consiga chegar ao fim da pandemia em boas condições. Quando ela terminar, afinal, para Estevão, serão aquelas marcas que tiverem conseguido superar o momento complicado que irão aproveitar o desejo, até agora freado, da população de frequentar bares e eventos.

    Leia também – Entrevista: Quem é a Octopus e o que a fez liderar ação em prol da luta LGBTQIA+

    Nestes, alguns deles certamente vão se deparar com a Suricato cheia de novidades para o público cervejeiro. Confira quais são elas e como foram pensadas por Estevão Chittó, sócio-fundador da marca, na entrevista ao Guia:

    A pandemia paralisou muitas cervejarias, mas para Suricato parece ter sido o contrário. Como a marca conseguiu passar por uma fusão e ainda ter a própria fábrica em meio à crise?
    A pandemia teve um efeito catalisador para nós e para o setor. Foi um momento de crise, especialmente para quem vendia em bar próprio. Quem vendia para bares, como nós, também teve uma mudança significativa. Todas aquelas ideias que você tem guardadas ganham importância maior quando se precisa de alternativa. Éramos ciganos, mas há muito tempo buscávamos ter uma fábrica própria. Primeiro para ter produtos mais baratos, o que é uma redução de custos. E, para mim, um engenheiro de produção, foi sempre um desejo.

    A Distrito era um brewpub, precisava expandir a marca, só vendia no seu bar. A gente já vinha conversando sobre alternativas para as marcas desde 2019. Com a pandemia surgiu uma oportunidade para nós. Hoje estamos em um espaço maior, que permite a ampliação para a fábrica, com um bar maior, que é do tamanho de todo o espaço do brewpub. Migramos a operação. E colocamos os produtos da Distrito em lata no mercado. Ganhamos uma fábrica. E agora não somos uma marca só. Somos duas e meia, porque também criamos a Cubo, a marca-mãe, pois Suricato e Distrito tinham públicos muito específicos. E não comunicaria bem um outro nome sobressair. Então, criamos a Cubo. Nunca fizemos Lager, e a Cubo será a marca que se dedicará a isso. É duas e meia porque os produtos da Cubo ainda não foram lançados, só têm duas cervejas no bar. Perto do verão devemos lançar.

    Como você disse, Suricato e Distrito dialogam com públicos diferentes. Como eles reagiram a essa união?
    A Suricato comunica com um público mais avançado, o tal “high-end”, que quer uma IPA diferente, explora sabores. Desde 2015 é assim, quando tínhamos Sours e uma Pumpkin Ale. O Distrito, como um brewpub, tinha um público da região norte de Porto Alegre, uma comunicação de bar, mais próxima do consumidor, conhecido pelo nome. E os produtos sempre foram mais para o público entrante, que ia para beber cervejas com amigos. Esse era um grande desafio da fusão, entregar valores diferentes para públicos diferentes. Para o público da Distrito, o valor é um bar maior, melhor organizado, com uma fábrica maior e com uma marca que é um passo à frente, a Suricato. Já o público da Suricato sempre comentou que não a levava para o churrasco porque era cara. Hoje, tenho uma IPA de combate, da Distrito, mas com o selo Suricato. E, para esse público, têm cervejas mais focadas em estilos clássicos e drinkability, com um preço mais acessível. Com essa divisão das marcas, eu deixo de ter essas dificuldades com o público. Eu posso jogar a Suricato lá para cima, fazer só o high-end, deixando a Lager para a Cubo e a APA para a Distrito. Não preciso ter uma marca só que abrace todo esse universo. O público entendeu isso, tivemos respostas muito boas. E os públicos das marcas cresceram. Cada um se descobriu, porque antes não tinha essa interação. A gente vê essa descoberta no bar.

    Acha que fusões, como a da Suricato e da Distrito, podem se tornar uma tendência no setor de artesanais?
    O mercado ainda é muito verde, tem muita marca nova surgindo, mas o cara não entende muito de administração, é só um apaixonado. Então, ela fecha ou é absorvida. Com o amadurecimento do mercado, a gente vai enxergando empresas maiores e profissionalizadas. A tendência é que as cervejarias que permanecerem no mercado tenham aumento de volume e de venda. Abrir cervejaria que vende 400 litros por mês é uma bolha. E uma bolha que está estourando, pois não tem como você tirar dinheiro com uma tributação tão alta. A conta não fecha. Então, as mais estruturadas estão englobando as menores, que têm, muitas vezes, um produto que se comunica com um nicho, mas não têm estrutura para tocar um negócio. Deve acontecer mais no segundo ano de pandemia, com grandes empresas aproveitando oportunidades de incorporação. É diferente do nosso caso, que foi uma fusão de empresas de tamanhos parecidos.

    Como tem sido a operação da fábrica? Qual é a sua capacidade atual e a quanto pode chegar?
    A pandemia é um desafio econômico grande, com muita inadimplência. A gente está fazendo as coisas aos poucos, ainda não terminou a reforma, mas a fábrica começou a operar no início do ano. Ainda falta chegar coisas, como a enlatadora, por exemplo. Estamos com uma cautela maior por ser em meio à pandemia. O projeto é para 20 mil litros/mês. Hoje está com a capacidade total ocupada, produzindo 4 mil litros/mês. Então, a fábrica está menor do que o volume que a Suricato vendia antes da pandemia, que chegou a 10 mil. Sem falar de Distrito e Cubo. A gente está com a fábrica esgoelada e negocia produções ciganas para não inviabilizar o nosso capital.

    Como surgiu a ideia de criar um clube de assinaturas da Suricato?

    Nos últimos anos, temos tido acesso a lúpulos novos, de maior qualidade. E eu, como cervejeiro, quero testar, compartilhar essas cervejas. Na fábrica, temos dois tanques pequenos, que é o sonho de todo cervejeiro. E com essa vontade de usar esses lúpulos, veio o desejo de fazer produtos exclusivos para esse público da Suricato. É o primeiro clube, temos projetos de outros. Optamos pelo de IPA por esse mercado novo de lúpulo no Brasil, mas também por enxergar como um produto que vende mais fácil do que Sour. O consumo de IPA é maior. Tenho incertezas quanto ao modelo, ter uma a menos facilita bastante. É uma comunicação direta, com uma venda direta ao público, algo que a gente sempre quis. Consigo fazer um produto mais caro em insumos e ter um preço competitivo, o que não conseguiria em uma linha normal. É mais uma opção: vendo no bar, vendo para uma distribuidora de São Paulo e agora a venda do clube.

    Em sua visão, em qual espaço do mercado iniciativas como o clube de assinatura vão se colocar no setor?
    Acho que veio para ficar como uma alternativa, mas os clubes não são uma ameaça ao bar. A interação social do bar, o clube não substitui, mesmo sendo a melhor cerveja do mundo. Imagina: em setembro, outubro, estará esquentando, as calçadas do país estarão tomadas… Então, o desafio do clube é entregar valor para que o consumidor do bar compre no clube. O bar é muito mais uma ameaça ao clube. É um bom negócio para o consumidor, mas não é a nossa bala de prata. É mais um canal de venda.

    E como imagina o setor cervejeiro ao fim da pandemia?
    Tenho lido sobre comportamento pós-pandemia de outros países. E tenho convicção que teremos alguns meses de bonança, com um consumo quase desenfreado, com as pessoas querendo ir ao bar. O bar vai vender mais por isso e porque o do lado fechou, quebrou na pandemia. Quem dividia o movimento está sozinho e vai estourar de vender. É o mesmo para cervejarias, muitas só não fecharam por orgulho. A pandemia deu uma selecionada no mercado. Ainda vai ter um resquício de quebradeira. O rescaldo é que quem sobreviveu vai se dar muito bem.

    Quais são os próximos passos da Suricato?
    Vamos ter os primeiros envios de cerveja no fim do mês, continuamos lançando cervejas quase que mensalmente, têm alguns produtos novos por vir. Começamos a operação nova em São Paulo, com uma nova distribuidora, então já foi uma primeira leva para eles. Voltamos a ter uma presença naquele que foi o nosso maior mercado. Espero chegar lá com mais produtos. Queremos aumentar a consistência e a qualidade dos nossos produtos com a fábrica.

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