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Destaques

Os desafios da cevada: Entenda como o país pode dobrar produção de malte

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
24 de julho de 2018
Atualizado em: 30 de julho de 2018
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    Cevada nacional é de excelente qualidade e, feito alguns ajustes na produção, pode ter sua capacidade produtiva duplicada (Crédito da imagem: Freeimages)

    A relação pouco desenvolvida entre agricultor e indústria tem impedido que o Brasil se consolide como grande produtor de cevada. Embora a sua qualidade seja semelhante à das principais referências externas, o malte nacional sofre com problemas estruturais que praticamente cortam pela metade a sua capacidade produtiva. Toda a cadeia cervejeira, assim, acaba prejudicada.

    E os entraves ainda estão distantes de serem superados. Para Euclydes Minella, pesquisador da Embrapa Trigo, os produtores de cevada sofrem com a falta de incentivo – e, especialmente, com uma estrutura interna que os afasta do cultivo. O resultado dessa equação, claro, resvala na indústria: a oferta é menor e exige, por vezes, a importação de uma commodity que poderia ser facilmente produzida aqui.

    “Com a exceção dos associados de uma cooperativa fabricante independente de malte, os produtores de cevada do país dependem totalmente do interesse da indústria cervejeira em produzir localmente”, explica Minella, pesquisador da Embrapa Trigo desde 1975.

    Essa relação, segundo ele, funciona como a de produtores integrados da cadeia de aves e suínos: as maltarias fornecem a semente, os insumos e a assessoria técnica ao produtor, que fará o pagamento quando o produto for entregue.

    “A produção é totalmente feita sob contrato, ou seja, os produtores são contratados para produzir cevada de variedade determinada que atenda um padrão de qualidade definido. Caso a produção não atenda o padrão, a indústria não recebe e a produção fica na mão do produtor, que a coloca em um mercado alternativo.”

    É aí que, para Minella, reside o nó estrutural: como inexiste um mercado formal para a cevada “não cervejeira”, o produto descartado tem o valor rebaixado para 70% do preço do milho. “Quando o produto não é recebido pela indústria, o produtor quase sempre amarga prejuízo. O risco de não atingir o padrão de qualidade é todo do produtor, ou seja, não existe parceria indústria-produtor”, acrescenta o pesquisador, detalhando os problemas dessa falta de parceria.

    “Assim, também não existe fidelização entre as partes, o que é ruim para a cultura, uma vez que é grande o número de produtores entrando no negócio a cada ano. Em geral, para o bem da cultura, seria ideal que o produtor plantasse sempre de maneira a conseguir melhores resultados com o passar dos anos”, acrescenta Minella, que cursou doutorado na Cornell University, nos Estados Unidos, onde estabeleceu a base genética da tolerância ao alumínio tóxico em cevada.

    Bons exemplos
    Se o cultivo nacional é feito sob demanda, no restante do mundo o agricultor tem a cevada incorporada em sua produção. Planta, assim, todos os anos, em sistema de rotação e posteriormente a produção é dividida: boa parte da cevada vai para o mercado de alimentação animal (feed) e uma pequena quantidade é selecionada pela indústria de malte, que pagará bônus de 10%, em média.

    Euclydes Minella, pesquisador da Embrapa

    No Brasil, por sua vez, onde o preço da cevada feed está atrelado ao milho, o deságio em relação à cevada malte chega a 50-60%. A produção, assim, torna-se quase inviável. “A cevada cervejeira compete com o trigo semeado na mesma época, mas tem risco maior de não atingir o mesmo padrão de qualidade que o trigo ou a aveia. A principal diferença está no poder germinativo do grão. Para o malte, no mínimo 95% dos grãos têm que germinar, enquanto para trigo ou aveia não existe esta exigência”, compara o pesquisador.

    Cerca de 20% da produção na Região Sul não atinge o padrão de qualidade em razão da perda de germinação por chuva na colheita ou por secagem malfeita. “No meu entender, será muito difícil nas condições atuais aumentar a produção de cevada no Sul, independentemente do aumento da capacidade de malteação que possa ocorrer na região.”

    Ainda assim, Minella se demonstra otimista com a produção nas regiões Sudeste e Centro-Oeste, feita em regime irrigado onde o clima seco minimiza as perdas de germinação. “Atualmente já existe uma produção no estado de São Paulo cujos resultados endossam a tese da viabilidade de produção irrigada de cevada cervejeira fora da região tradicional”, conta.

    Mas, mesmo com as melhores condições, ainda restam alguns desafios nessas regiões. Se as dificuldades com a produção são menores, a indústria precisa enfrentar as longas distâncias entre os campos e as maltarias. Um problema que, segundo ele, também torna difícil a competição com o mercado externo.

    “O problema atual para a não expansão nessas regiões está na localização das maltarias, exceto a Soufflet, situada em Taubaté. A distância encarece a produção pelo alto custo do frete nacional, muito superior ao da cevada que chegas aos portos oriunda principalmente da Argentina e do Uruguai”, finalizada o pesquisador.

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      1 COMENTÁRIO

      1. Felisberto Miquicene Felisberto Miquicene 8 de novembro de 2021 No 12:23

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