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Consumidor

O novo mercado: 4 tendências sobre o consumo de cerveja em casa

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
20 de maio de 2020
Atualizado em: 20 de maio de 2020
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    A nova rotina imposta à população causou impacto no hábito das pessoas e, como consequência, no consumo de produtos e serviços. Após dois meses de crise do coronavírus e de isolamento social, algumas tendências no comportamento dos consumidores já afetam todos os setores da economia, inclusive o cervejeiro.

    Para entender as tendências desse novo momento, o Guia conversou com especialistas e consumidores de cerveja artesanal. São comportamentos e hábitos que foram modificados nas últimas semanas e que provocaram novas demandas para as empresas.

    Leia também – Entrevista: Sebrae avalia “novo normal” e indica caminhos para lidar com a crise

    Tais mudanças estão relacionadas com os efeitos econômicos da crise, incluindo a redução do consumo, provocada pelas restrições financeiras. Mas também passam pelo aumento do engajamento entre público e marcas, pela consolidação da tecnologia como aliada nas vendas e pela busca por alternativas para não interromper a rotina de beber.

    1- Queda no consumo, sem paralisá-lo
    Em pesquisa feita pelo aplicativo Annie com usuários do sistema Android, 71% das pessoas responderam que sua renda foi ou será impactada pela crise do coronavírus. A diminuição dos recursos entre os consumidores é um óbvio motivador para a queda de consumo.

    “Apesar de alguns setores terem crescido, de forma geral, o consumo diminuiu. As pessoas estão com medo de gastar, além de não estarem precisando gastar tanto nesse momento”, explica Francisco Freire, diretor-executivo da Vox We Study People, uma agência de pesquisas e de estudos sobre comportamento, sociedade e consumo.

    Para a jornalista, sommelière e consultora Fabiana Arreguy, o preço das cervejas se torna ainda mais relevante para a definição do consumo em um momento de crise, como o atual. “Não há como ignorar o fato de que as pessoas estão sem receber, ou recebendo muito menos do que antes da pandemia. É claro que o preço tem peso relevante na escolha do consumidor”, analisa. “Acho que o consumo tende a ser mais consciente em casa, pesando mais a qualidade do que a quantidade do que se consome”, completa Fabiana.

    “Desde que começou a quarentena o meu consumo de cerveja reduziu absurdamente”, conta o gerente de contas Renato Gouvêa, que antes da quarentena consumia em torno de 2 litros de cerveja artesanal por semana. O fato de não poder sair para beber com os amigos fez com que seu hábito cervejeiro fosse reduzido. “Sempre associei muito a cerveja com confraternização, com estar com a galera, dar risadas, me divertir.”

    O empresário Sérgio Belleza, que sempre consumia cerveja artesanal antes da pandemia, mudou seu hábito e se voltou para os rótulos de marcas tradicionais, que possuem preços mais competitivos. “Meu consumo não caiu, mas troquei as artesanais pelas cervejas mainstream, mais baratas. Até tenho vontade de pedir cervejas artesanais no delivery, mas não dá, estou cortando gastos”, explica. “Estou sentindo falta de sair com os amigos, tomar em um pub, ir a um boteco, sair para bater-papo, jogar conversa fora e beber cerveja.”

    2- Consumo mais engajado
    Para muitos consumidores, a preferência por comprar de empresas que possuem atuação social, com ações de solidariedade e sustentabilidade, não é algo novo. Mas o número de pessoas que aderiram a marcas com esse engajamento cresceu exponencialmente durante a pandemia.

    Francisco Freire explica que essa associação, chamada de consumo regenerativo, está em alta. “A exigência do consumidor por empresas que se posicionem socialmente, que sejam transparentes, que devolvam alguma coisa para a sociedade, tudo isso tem a ver com o conceito de consumo regenerativo, que é uma coisa antiga, mas que está tomando forma cada vez mais. Ideias como solidariedade e empatia estão ganhando força e irão engajar cada vez mais, não só os colaboradores, como também os consumidores”, aponta o especialista da Vox.

    Além disso, segundo ele, aumentou a preocupação das pessoas com o meio-ambiente e a faixa de menor renda da sociedade, o que faz com que outro conceito, denominado Smart Buy, associado ao consumo consciente, ganhe força.

    “É reduzir a margem de erro na compra do produto, comprar menos e melhor, para impactar menos o ambiente, consumir local, consumir produtos de segunda mão. Essa não é só uma crise de um vírus, mas também uma crise de um pensamento que visou o lucro acima de tudo durante muito tempo”, avalia Francisco.

    3- Uso da tecnologia para compras e consumo
    Tecnologia para comprar produtos e serviços online não é novidade. Mas nunca houve antes uma demanda tão grande do consumidor por encontrar aquilo que precisa de maneira digital.

    “As pessoas passaram a confiar mais, a aprender mais os códigos para fazer uma compra online, para fazer pesquisa online. Isso a gente vê que irá ganhar novas dimensões”, avalia Francisco, dizendo que alguns setores que não tinham grande atuação no e-commerce irão evoluir. “Produtos como roupa, que eram mais difíceis de comprar sem ver, estão ganhando novas tecnologias para serem comprados à distância.”  

    O diretor da Vox também destaca que a tecnologia pode ajudar no consumo de bebidas, como a cerveja, estimulado pelos encontros online. “A tecnologia proporcionou os happy hours virtuais, que acabaram sendo um nicho importante para as pessoas matarem a saudade dos amigos, de sair para o bar e beber.”

    4- Mudança na definição de itens essenciais
    Unindo as três tendências anteriores, surge uma quarta. O fato do consumidor ter menos dinheiro disponível, sofrer o impacto dos problemas sociais e precisar da tecnologia para pesquisar e comprar faz, assim, com que ele escolha muito bem quais produtos e serviços devem ser consumidos. Os itens essenciais se tornam o foco, muitas vezes, único.

    Claro, alimentos, itens de higiene e medicamentos são produtos considerados básicos na vida de qualquer pessoa. Mas, dependendo da realidade e da visão de cada um, outras opções entram nessa lista.

    A dúvida é quantos e quais consumidores consideram a cerveja como algo essencial. Para encontrar informações que embasem uma reflexão sobre o tema, o Guia utilizou a maior base de dados do mundo sobre buscas por produtos e serviços: o Google. Através da ferramenta Google Trends, foi possível pesquisar e comparar as pesquisas por entregas de cerveja com as de comida e farmácia, por exemplo.

    O gráfico abaixo mostra uma comparação, dos últimos 90 dias, entre as buscas realizadas no Google para os termos “delivery cerveja”, “delivery farmacia” e “delivery comida”. A linha azul, da cerveja, está abaixo das outras duas ao longo do tempo.

    Quantidade de buscas no Google por delivery de cerveja em comparação ao delivery de farmácia e comida nos últimos 90 dias. Fonte: Google Trends.

    A média diária da procura por farmácia é bem superior às demais. Já a diferença entre comida e cerveja não é tão grande assim, sendo que em alguns dias a pesquisa por cerveja iguala ou ultrapassa a busca por comida.

    “Acho que muda a visão sobre itens essenciais e supérfluos. O consumo em casa pode propiciar mais consciência sobre desperdício e sobre qualidade do que se consome. Sob essa visão, a cerveja pode ser considerada item supérfluo. Ao mesmo tempo, há pesquisas que mostram aumento no consumo de bebidas alcoólicas em geral durante a quarentena, ou seja, cerveja pode estar na lista de bens básicos”, completa Fabiana.

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