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Ação da Ambev tem pequena valorização em novo mês de queda do Ibovepa

Em ritmo oposto ao do índice Bovespa, que sofreu nova queda no último mês, a ação da Ambev teve valorização modesta em setembro, de 1,87%. Mas o preço do papel, denominado ABEV3, ainda não conseguiu modificar o cenário de redução do seu preço neste ano.

A ação ordinária da Ambev fechou setembro com o preço de R$ 12,54, sendo que havia começado o mês cotada a R$ 12,31. Apesar disso, continua em desvalorização expressiva em 2020, pois o papel havia terminado 2019 a R$ 18,67. E, com isso, acumula perda de valor de 32,83% neste ano.

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Já a Bolsa de Valores de São Paulo teve queda pelo segundo mês consecutivo. O índice Bovespa, considerado o mais importante do principal mercado nacional, terminou setembro com 94.603,38 pontos, sendo que havia fechado agosto com 99.369,15. Desse modo, desvalorizou 4,80% no período.

A queda ampliou o cenário de expressivas perdas do Ibovespa em 2020, ano iniciado com o pior trimestre da história e que agora acumula desvalorização em cinco dos seus nove meses. O índice tinha encerrado 2019 com 115.645,34 pontos. Com isso, a queda acumulada em 2020 está em 18,2%.

A nova desvalorização se dá em um contexto de preocupação com o desemprego e a questão fiscal no Brasil ao fim de setembro. A taxa de desocupação, afinal, chegou aos 13,8%, a maior marca da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012. Além disso, são 13,1 milhões de pessoas procurando emprego. E a população ocupada caiu para 82 milhões, também o pior resultado da série.

Já a proposta do presidente Jair Bolsonaro de financiar o Renda Cidadã, programa social que vai substituir o Bolsa Família, com recursos destinados ao pagamento de precatórios e parte do Fundeb provocou avaliações de que seria uma ação para burlar o teto de gastos. E isso atingiu diretamente a confiança em Paulo Guedes, ministro da Economia, por parte dos investidores.

Na Europa
Entre as principais cervejarias do mundo, por sua vez, houve perdas em setembro, sendo a principal delas da Anheuser-Busch InBev – multinacional fruto da fusão da belga Interbrew com a Ambev – na Europa. O papel da AB-Inbev começou o mês custando 48,81 euros e encerrou o terceiro trimestre com o valor de 46,23 euros. A desvalorização, portanto, foi de 5,29% no período.

Já a ação da Heineken teve resultado parecido ao fechar setembro cotada a 75,88 euros. Como havia terminado agosto valendo 77,56 euros, a baixa foi de 2,17% no nono mês de 2020.

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