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Cultura

Cervejas com aroma de Cannabis: como é a parceria dos 3 rótulos do Planta & Raiz

Redação Guia da Cerveja
Por Redação Guia da Cerveja
8 de setembro de 2022
Atualizado em: 15 de setembro de 2022
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    planta e raiz
    planta e raiz

    Com uma longeva trajetória de 25 anos, a banda Planta & Raiz, produziu músicas marcantes na trajetória do reggae nacional. Agora, para celebrar um quarto de século, também conta com suas cervejas, fruto de uma parceria com o idealizador da Smoked Brew e gerente da São Paulo Tap House, Wilson Proieti Júnior.

    A união foi tema de mais um episódio do Guia Talks. Nele, Proieti explicou que o crescimento da procura pelos clientes por cervejas que levam terpeno em sua formulação o motivou a buscar atender essa demanda. Disso, veio a ideia de uma solução que unisse a cultura cervejeira e a do reggae.

    O resultado foi a parceria com o Planta & Raiz, com o seu vocalista, Zeider Pires, outro convidado do Guia Talks, escolhendo as cervejas que concretizaram a parcerias: são três IPAs, dos estilos Session, West Coast e New England, todas levando terpeno em suas receitas, o que remete ao aroma da Cannabis.

    O lançamento triplo também é uma forma de o Planta & Raiz celebrar os seus 25 anos de trajetória, aniversário que também ficará marcado pelo lançamento de um DVD da banda, gravado em uma recente apresentação acústica, em São Paulo.

    Leia também – Como barris de madeira provocam sabores diferenciados nas cervejas

    Confira mais sobre as cervejas com terpeno do Planta & Raiz na entrevista do Guia com o seu vocalista, Zeider Pires, e o idealizador do projeto, Wilson Proeiti.

    Como surgiu a ideia de produzir cervejas do Planta & Raiz?
    Wilson: Eu senti uma necessidade e procura dos clientes por cervejas com terpeno. Poucas marcas lançaram cervejas desse tipo. E eu gosto de música, sempre tem apresentação no meu bar e achei que poderia casar muito bem com uma banda de reggae, Então, em uma conversa com o Eric, da Mato Seco, ele me passou o contato do Zeider, que topou de cara o projeto. Eu e o Renato, nosso mestre-cervejeiro, mandamos umas dez amostras pra ele, de vários estilos diferentes, com terpenos diversos, para que escolhesse a que fosse a cara da banda. Ele escolheu três, ficou muito em dúvida para tirar qualquer uma delas. E, então, decidimos fazer a trilogia Planta & Raiz cervejeira. Ficou a Session IPA, a Amnesia Raze, que é o nome do terpeno, a Mango Rush, que é uma West Coast IPA, e a Sour Diesel, que é uma New England IPA. E casamos o lançamento das cervejas com a gravação do acústico.

    Como se deu a definição dos ingredientes das cervejas do Planta & Raiz?
    Wilson: A ideia principal foi que todas tivessem terpeno. E aí fomos tentando adaptar o estilo ao terpeno. Foi assim que chegamos na Session IPA, com o rótulo sendo o do acústico. Na primeira impressão, o cliente, que se identifica com a banda, vai sentir o terpeno, mas em uma cerveja que é mais leve. Depois, passamos para uma cerveja um pouco mais encorpada, que é a West Coast, com 7% de álcool, também com bastante lúpulo. E, por último, criamos a New England IPA, com o terpeno Sour Diesel. É uma NEIPA diferenciada. Ela tem o cítrico, mas que puxa para o resinoso, o pinho.

    Consegue ver alguma relação entre as cervejas e a trajetória do Planta & Raiz?
    Zeider: A gente gosta das coisas feitas em casa, nada melhor do que um almoço caseiro, feito na hora, com todos cozinhando junto. A música, em banda, tem muito disso, de compartilhar as ideias, algo bem artesanal, feito na hora. O lance da cerveja artesanal também tem muito disso, de fazer a cerveja em uma panelinha. É uma batalha. E está crescendo no Brasil, com o pessoal desfrutando da sua qualidade. Estarmos envolvidos nesse processo é maravilhoso.

    Quais são os efeitos aromáticos provocados pela presença do terpeno nas cervejas?
    Wilson: O terpeno é um óleo essencial extraído da Cannabis, mas não tem THC ou canabidiol. Vai remeter à memória afetiva de quem já fumou um baseado, dando um gosto, que combinado com um determinado lúpulo, vai remeter a um aroma canábico. E existem centenas de espécies canábicas que têm esses aromas diferentes. Então, por isso que nós temos a Amnesia Haze, que é com um terpeno mais terroso, a Mango Rush, que lembra a banana-verde, e a Sour Diesel, um terpeno mais resinoso. Esses aromas combinados com os lúpulos geram uma sensação única no paladar.

    Além dos lançamentos das cervejas, os 25 anos do Planta & Raiz estão sendo celebrados com a gravação de um DVD acústico. Como foi esse processo?
    Zeider: Todo o processo foi muito legal, desde a idealização do acústico, que era um projeto que queríamos fazer antes da pandemia. Acabamos fazendo agora e foi alucinante. Planejamos tudo, do cenário até o repertório, e gravamos na Audio. Tivemos uma produção musical impecável. Foi tudo acústico, tocando as músicas no violão, recriando arranjos, fazendo versões. Isso dá um trabalho enorme, mas é muito bom. Tinham quase 3 mil pessoas na gravação. Esse acústico é a coisa mais linda que o Planta já fez na vida, um trabalho feito em família. Todos estavam numa sintonia muito legal. O resultado chega em breve, com o lançamento do DVD, para todo mundo ver o que rolou em 22 de julho de 2022.

    Antes de produzir as cervejas, você já contava com um bar na Vila Madalena. Como foi a caminhada até essa parceria com o Planta & Raiz?
    Wilson: Eu assumi a São Paulo Tap House um pouquinho antes da pandemia. E logo depois ficamos quatro meses praticamente fechados. Tivemos de nos reinventar, com o delivery, que não paga as contas. Então, foi uma fase bem difícil, mas que também acabou sendo produtiva. Comprei equipamentos cervejeiros no meio da pandemia. Aí, aos poucos, fui montando a fábrica, comecei a fazer churrasco defumado. Então, veio a ideia de ter um braço da cervejaria, que é a Smoked Brew, com esse conceito de fazer cervejas densas, nebulosas, que combinam com atividades recreativas, como tabaco, como um churrasco, uma carne defumada e embutidos. Surgiu na Vila Madalena, um bairro que também sofreu bastante, muita coisa fechou. Aos poucos, as coisas estão voltando. O encontro com o Planta & Raiz foi na Vila Madalena, o show deles de 15 anos aconteceu na esquina de baixo do bar. A energia casou de uma forma única. Deu muito certo.

    Como é a relação do Planta & Raiz com a vida boêmia de São Paulo?
    Zeider: Eu sou do Butantã. Mas a primeira vez que saí de casa para um rolê, com uns 15 anos, foi para a Vila Madalena, no Radical Brasil, um bar de reggae. Foi ali que ouvi sons de reggae que eu não conhecia, embora já gostasse, passando a fazer parte da minha vida. E o nosso primeiro show foi em uma feira da Vila Madalena. A partir disso, nunca mais consegui parar. Já ensaiávamos, mas tivemos que criar um nome para essa apresentação: Planta & Raiz. O nome ficou. Depois dessa apresentação, começaram a pedir para tocarmos em outras feiras. Fui entendendo mais sobre como se canta e a tocar instrumentos. Deu tudo certo, já estamos com vários discos gravados. E pretendo continuar nessa caminhada.

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